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Técnicos terão um ano para apresentar as análises conclusivas sobre a destinação das glebas públicas federais LUCIENE DE ASSIS A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e o ministro interino do Desenvolvimento Agrário (MDA), Laudemir André Müller, assinaram a Portaria Interministerial nº 369/2013 instituindo a Câmara Técnica de Destinação e Regularização de Terras Públicas Federais na Amazônia Legal. O objetivo é dar celeridade à destinação e regularização das glebas públicas federais ainda não destinadas na Amazônia, visando a redução do desmatamento ilegal na região. A partir da criação do grupo de trabalho, os ministros esperam aperfeiçoar os procedimentos que regem a destinação e regularização de terras públicas federais na Amazônia legal. Os integrantes da Câmara terão um ano, prorrogável por igual período, a contar da publicação da portaria, para apresentar as análises conclusivas sobre a destinação mais adequada das glebas públicas federais prioritárias ainda não destinadas na região. A câmara terá poder decisório, ficará sob a coordenação do MMA e MDA, e será integrada por representantes dos Ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário, da Justiça e do Planejamento, Orçamento e Gestão, além do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Fundação Nacional do Índio (Funai), e Centro Gestor do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).
Representantes de três localidades do Distrito Federal fazem sugestões para reunião nacional TINNA OLIVEIRA A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) foi discutida sob a perspectiva de gênero, durante conferência livre promovida pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), por meio do Comitê Interno de Gênero, nesta quinta-feira (05/09). Cerca de 60 mulheres reuniram-se em Brasília para propor ações envolvendo produção e consumo sustentáveis, redução dos impactos ambientais, geração de trabalho, emprego e renda e educação ambiental. Durante a abertura do evento, a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do MMA, Mariana Meirelles, ressaltou a importância de envolver o tema da conferência com o papel da mulher. “As catadoras tem uma participação relevante na execução da PNRS”, afirmou. O principal público do evento foram catadoras de material reciclável vindas de três regiões do Distrito Federal - Cidade Estrutural, Ceilândia e Samambaia. Mariana também reforçou o papel da mulher como orientadora nas decisões de consumo e no descarte adequado dos resíduos sólidos. A secretária salientou que a conferência conta com o apoio e parceria da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM). A assessora de secretaria-executiva da SPM, Carolina Tokarski, parabenizou o Comitê de Gênero do MMA pela iniciativa. “A transversalidade é uma questão muito importante para as políticas para as mulheres, pois queremos que as políticas para as mulheres sejam feitas não só pela SPM, mas por todos os órgãos federais”,salientou. CONTRIBUIÇÃO As 20 propostas (sendo cinco de cada eixo temático) levantadas nesta conferência serão encaminhadas diretamente para a etapa nacional, que acontecerá de 24 a 27 de outubro em Brasília. Qualquer cidadão interessado pode convocar uma conferência livre, até 10 de setembro. Já foram realizadas 166 reuniões similares em 26 estados, alcançando mais de 17 mil pessoas. Também já ocorreram as conferências municipais e regionais (que reúnem mais de um município), totalizando 3.652 municípios envolvidos. Agora está ocorrendo a conferência virtual. Os interessados podem participar do debate via internet no site do portal e-Democracia, da Câmara dos Deputados. Neste mês também estão acontecendo as conferências estaduais. Até 04/09, já foram realizadas 12 etapas estaduais.
Proposta aprovada permite a emissão licença ambiental única, por meio de procedimento simplificadoDA REDAÇÃO Foi aprovada nesta quarta-feira (04/09), na 111ª Reunião Ordinária Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), proposta de resolução que dispõe sobre o licenciamento ambiental de parques aquícolas. Apresentada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura e Ministério do Meio Ambiente, e elaborada pelo Instituto Brasileiro do Meio e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Agência Nacional de Águas (ANA), a resolução muda critérios e parâmetros sobre o licenciamento ambiental da aquicultura, que deverão permitir maior agilidade no licenciamento, dentro de condições que minimizem os impactos ambientais.A proposta aprovada permite a emissão licença ambiental única, por meio de procedimento simplificado, para os parques aquícolas em reservatórios artificiais que se enquadrem na capacidade de suporte do corpo hídrico para fins de aquicultura, de acordo com definição fornecida pelo órgão responsável pela outorga de direito de uso de recursos hídricos. Condiciona, ainda, a utilização de espécies nativas ou autóctones, ou no caso de utilização de espécies alóctones ou exóticas, desde que fora das regiões hidrográficas Amazônica e do Paraguai, à apresentação de medidas de mitigação dos impactos potenciais dessas espécies.As regras visam assegurar a conservação da biodiversidade e a preservação ambiental tendo em vista o fato de que a degradação de habitats e a introdução de espécies exóticas invasoras constituem algumas das principais causas de perda de biodiversidade, de acordo com a Convenção sobre Diversidade Biológica. Permitirão ainda, conferir maior sustentabilidade ambiental, social e econômica à atividade, resultando em menor tempo e quantidade de documentos necessários ao licenciamento ambiental dos parques aquícolas que observarem os critérios da nova resolução.
MMA poderá avaliar erros e acertos por meio de análise comparativaSOPHIA GEBRIM Pesquisadores e docentes da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) estão desenvolvendo pesquisa de monitoramento da conservação ambiental nas áreas de abrangência do Programa Bolsa Verde. O estudo, apresentado na manhã desta quinta-feira (05/09), pelo doutor em Gestão Ambiental da UFRRJ Bruno Coutinho, durante o Seminário do Programa Bolsa Verde: Capacitação para a Conservação Ambiental, em Brasília, será utilizado pelo Ministério do Meio Ambiente para avaliação e acompanhamento do programa. O Bolsa Verde já beneficiou 43 mil famílias em todo o país, com remuneração de R$ 300, pago a cada três meses, a famílias que vivem em áreas de conservação ambiental.Segundo Coutinho, a pesquisa foi desenvolvida em quatro produtos: versão preliminar da metodologia de monitoramento amostral do Bolsa Verde a partir de diagnóstico da linha de base; documento com a proposta metodológica e técnica para o trabalho de campo; relatório do trabalho de campo com os resultados obtidos e analisando a necessidade de adequação ou de confirmação da metodologia do trabalho de campo e proposta final da metodologia e manual de implementação do monitoramento amostral do programa. O período analisado foi junho de 2012 a junho de 2013, em 686 unidades de conservação abrangidas pelo programa, onde foram utilizados os critérios de número de famílias, área e densidade de famílias por área.“O objetivo da pesquisa é permitir uma visão do conjunto para que possam ser melhor identificadas lacunas no instrumento de coleta de dados em campo em função de análises comparativas, que futuramente serão utilizadas pelo Ministério do Meio Ambiente para esse monitoramento”, explicou Coutinho. Ele detalhou, ainda, que para a análise dos beneficiários do Programa Bolsa Verde, serão identificadas as famílias, estrutura etária, frequência escolar e migração, trabalho e renda, infraestrutura de produção e organização social, conservação ambiental e opinião das famílias. “De maneira geral, já verificamos que os indicadores estão adequados e os resultados preliminares indicam demanda por investimentos em equipamentos e capacitação técnica para as famílias beneficiárias do Programa Bolsa Verde nas áreas amostradas”, acre scentou.AVALIAÇÃOA gerente do Programa Bolsa Verde da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Andrea Oncala, avalia que, a partir da pesquisa desenvolvida pelo grupo de docentes da UFRJ, será possível fazer uma análise e sistematização das iniciativas desenvolvidas nas comunidades beneficiadas pelo programa, assim como melhorias e o que precisa ser modificado para a melhor gestão. “Dessa forma, saberemos o que precisará ser aprimorado na administração e gestão dessas unidades, além da capacidade econômica e de preservação ambiental das comunidades e estabelecimentos familiares com sustentabilidade ecológica”, explicou.
Em debate, o plano nacional de convivência com a semiaridez.SOPHIA GEBRIMPromover o diálogo entre organizações nacionais e internacionais com a Comissão Nacional de Combate à Desertificação (CNCD) e integrar essa agenda às discussões no âmbito da 11ª Conferência das Partes (COP-11) da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB). Estes são os objetivos do 2º Encontro Nacional de Enfrentamento da Seca e da Desertificação (ENED), que começou na manhã desta quarta-feira (04/09) e será encerrado na próxima sexta-feira (06/09), em Campina Grande (PB), na sede do Instituto Nacional do Semiárido (INSA). Promovido pela Secretaria-Executiva da CNCD do Ministério do Meio Ambiente (MMA), o encontro conta com apoio dos pontos focais brasileiros na Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (UNCCD), Instituto de Cooperação para a Agricultura (IICA), INSA e Fundação Araripe, além do Programa das Nações para o Desenvolvimento (PNUD) e da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).O tema do evento é “Protagonismo do Brasil na UNCCD: boas práticas na mitigação dos efeitos da seca e no combate à desertificação - implantação com foco em resultado sustentável”. Segundo o diretor do Departamento de Combate à Desertificação do MMA, Francisco Campello, que também ocupa a função de secretário-executivo da CNCD e é ponto focal técnico no Brasil da UNCCD, o encontro é parte integrante da estratégia de elaboração do plano nacional de convivência com a semiaridez, além de buscar estabelecer a articulação de ações de capacitação técnica para viabilizar a implantação de estratégias estaduais de combate à desertificação, considerando as especificidades e peculiaridades de cada região. Está previsto como resultado do 2º ENED uma pauta nacional para os debates que serão realizados durante a Convenção das Partes, na COP 11, prevista para acontecer no período de 16 a 27 deste mês na Namíbia, África. Ainda como parte da programação do encontro, estão previstas palestras sobre cooperação internacional, bilateral e multilateral do Brasil com organizações internacionais, que contará com representantes da FAO, PNUD, IICA, UNCCD, Itamaraty, Delegações Oficiais de Países Partes, Mercosul e Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e debates sobre boas práticas de convivência sustentável com a semiaridez e de mitigação dos efeitos da seca e da desertificação.SAIBA MAISA desertificação é definida, segundo a Convenção das Nações Unidas de Combate a Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, como a degradação da terra, nas zonas áridas, semiáridas e subúmidas secas, resultante de vários fatores e vetores, incluindo as variações climáticas e as atividades humanas. Assim, a desertificação é um processo induzido por práticas inadequadas de gestão dos recursos naturais, para o atendimento às demandas socioeconômicas da região. Diferente das secas, que são fenômenos naturais, a desertificação pode ser evitada, por meio de ações de convivência sustentável com a semiaridez.
Seminário oferece conhecimentos e apoio para que comunidades desenvolvam projetos de geração de rendaCRISTINA ÁVILAO Ministério do Meio Ambiente (MMA) iniciou, nesta quarta-feira (04/09), capacitação para beneficiários e gestores públicos integrantes do Programa Bolsa Verde, iniciativa que tem dois anos existência e atende a 43 mil famílias em todo o Brasil. O objetivo do encontro, que se encerra amanhã (05/09), é oferecer conhecimentos e apoio para que comunidades que vivem em extrema pobreza possam desenvolver projetos de geração de renda e também cumprir o compromisso com a conservação ambiental, que assumem quando passam a integrar o programa. Durante a abertura do seminário, às 9h, em Brasília, o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, Paulo Guilherme Cabral, enfatizou que o Programa Bolsa Verde é uma porta de acesso às políticas públicas que fazem parte do Plano Brasil Sem Miséria, um complexo de ações que visam a erradicação da pobreza. RESGATECabral disse que a capacitação de beneficiários e gestores do Bolsa Verde pretende resgatar experiências tradicionais de populações, que devem ser difundidas e melhoradas para o aprimoramento do programa. Ele ressaltou a importância das parcerias do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), que executa ações educacionais, e da Embaixada Britânica, que contribui financeiramente com as capacitações. O Programa Bolsa Verde foi instituído pela Lei n° 12.512, em outubro de 2011, regulamentado pelo Decreto n° 7.572, em 28 de setembro de 2011, e é voltado para grupos que desenvolvem atividades em unidades de conservação de uso sustentável, assentamentos ambientalmente diferenciados da reforma agrária e territórios habitados por populações tradicionais. Os beneficiários recebem R$ 300 trimestralmente e têm o compromisso de conservar o meio ambiente.A primeira capacitação ocorrerá ainda neste ano, até fevereiro de 2014, com a realização de três oficinas que terão a participação de 120 instrutores (profissionais de diversas áreas com experiência nesse tipo de educação). Eles serão preparados para transmitir conhecimento a 4 mil beneficiários (titulares do Bolsa Verde) em regiões de baixo índice de desenvolvimento.O coordenador do escritório regional do IEB em Belém, Manoel Amaral, explica que a metodologia do programa de formação do Bolsa Verde foi desenvolvida depois de serem realizadas quatro oficinas - duas no Pará, uma no Amazonas e outra no Acre - onde foram escolhidos os temas que servirão, na prática, para que as comunidades possam desenvolver projetos como, por exemplo, planos de manejo para o extrativismo de castanhas ou açaí capazes de gerar renda para as famílias sem depredar o meio ambiente. Foram ouvidas lideranças comunitárias, beneficiários do Bolsa Verde e profissionais de órgãos de governo. BENEFICIÁRIOSO segundo secretário da Embaixada Britânica, Adam Dady, enfatizou a importância do programa para as agendas globais de mudanças climáticas e promoção do desenvolvimento sustentável. “O Bolsa Verde é importante apoio para comunidades que estão em situação de pobreza se tornarem economicamente independentes e ainda ajudarem na conservação ambiental”, afirmou.Para tornar-se beneficiária do Programa Bolsa Verde a família precisa ter renda per capita menor que R$ 70,00; estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal; ser beneficiária do Programa Bolsa Família; desenvolver atividades de uso sustentável dos recursos naturais em Unidades de Conservação de Uso Sustentável, assentamentos ambientalmente diferenciados da reforma rgrária, territórios ocupados por comunidades tradicionais, quilombolas, ribeirinhos, extrativistas ou outras áreas rurais definidas por ato do Poder Executivo; assinar o termo de adesão ao programa, que contém os objetivos e regras de funcionamento, bem como os compromissos daquelas famílias com a conservação ambiental e uso sustentável dos recursos naturais; e atender às condicionantes ambientais e sociais, de acordo com as determinações dos Ministérios do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Capital já possui aterro sanitário e cidades do interior seguem pelo mesmo caminhoTINNA OLIVEIRAA ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, voltou a destacar, nesta terça-feira (03/09), em Rio Branco o desafio que as cidades têm na gestão adequada dos resíduos sólidos. A afirmação foi feita durante a abertura da IV Conferência Estadual de Meio Ambiente do Acre. “O povo brasileiro que vai definir, daqui para frente, como vai andar a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)”, disse. As soluções obtidas durante o evento, salientou, poderão ser replicadas no país, principalmente em outros estados da Amazônia. A capital já possui aterro sanitário. Na cidade, são recolhidas 210 toneladas de lixo por dia, que antes eram depositados a céu aberto, trazendo prejuízos não só ambientais, mas para a saúde das pessoas.O governador Tião Viana (PT), destacou que as conferências municipais realizadas no Acre, demonstram uma busca por resultados que traduzem a realidade das comunidades para as políticas públicas. “Que não reivindica, não leva, afirmou. “É assim na democracia representativa.” Durante o evento, Izabella Teixeira foi homenageada pelo Dia do Biólogo, que é comemorado no dia 2 de setembro.MOBILIZAÇÃOA conferência estadual, organizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), tem como tema a Gestão Integrada dos Resíduos Sólidos. O evento conta com 163 delegados de 20 municípios acreanos - 85 são da sociedade civil, 44 do poder público e 35 do setor empresarial. Os delegados foram escolhidos durante as 15 conferências municipais e duas intermunicipais, que ocorreram nos meses de junho e julho. Dentre as propostas em debate estão as medidas necessárias para implantação dos aterros sanitários em outros municípios, os planos de gestão integrada de resíduos sólidos, a mobilização da sociedade pela educação ambiental, a capacitação dos gestores para o gerenciamento dos resíduos e o apoio à criação de associações e cooperativas de catadores. Na etapa estadual serão eleitos 30 delegados para a fase nacional da conferência, que acontece de 24 a 27 de outubro, em Brasília. REGULARIZAÇÃONa ocasião, o governador assinou decreto de regularização do Cadastro Ambiental Rural (CAR) no Estado do Acre, com apoio financeiro do Fundo Amazônia, gerenciado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O CAR é um instrumento do Ministério do Meio Ambiente que pretende cadastrar mais de 5,2 milhões de imóveis rurais em todo o Brasil. No Acre, a inscrição no CAR permitirá regularizar mais de 30 mil imóveis rurais pertencentes a produtores familiares que assim terão condições para se beneficiar das linhas oficiais de crédito. Sobre esse tema, a ministra ressaltou que o CAR é um dos grandes desafios do Ministério do Meio Ambiente e que em breve o sistema para regularização do cadastro estará pronto. Também foi assinado, durante a cerimônia, acordo de cooperação entre a prefeitura de Rio Branco e o Banco do Brasil para apoio à gestão de resíduos sólidos.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, nesta quarta-feira (04), às 9h, abre a 111ª reunião ordinária do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) no auditório nº 1 do Edifício sede do Ibama. Entre os assuntos, a proposta de alteração da Resolução Conama nº 413/2009, sobre licenciamento ambiental da aquicultura.Clique aqui e confira a pauta completa da reunião. Pauta: 111ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama)Data: 4 e 5 de setembro de 2013, das 9h às 18hLocal: Auditório nº 1 do Edifício sede do Ibama - Setor de Clubes Esportivos Norte - SCEN Trecho 2, Brasília/DF
Fim dos lixões é uma das mais importantes metas da Política Nacional de Resíduos SólidosSOPHIA GEBRIMSociedade e governo começaram a discutir, em Teresina, na manhã desta terça-feira (03/09), a Conferência Estadual do Meio Ambiente do Piauí. Participaram da abertura do evento o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Paulo Guilherme Cabral, os secretários estaduais de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Dalton Macambira e das Cidades, Merlong Solano, além de autoridades locais. O encontro faz parte das etapas preparatórias para a IV Conferência Nacional do Meio Ambiente, marcada para o período de 24 a 27 de outubro, em Brasília. A quarta edição da conferência discute a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Paulo Cabral destacou a implantação da iniciativa, que dá ênfase à produção e ao consumo sustentáveis, redução dos impactos ambientais, geração de trabalho, emprego e renda, e educação ambiental. “Para o cumprimento dessa agenda, faz-se necessário um esforço conjunto entre todas as esferas governamentais e sociedade, respeitado o papel de cada setor envolvido na temática de resíduos sólidos”, afirma.Divulgação/MMA Um bom público compaceu à etapa estadual da conferência. Cabral, do MMA, detalhou a política de resíduos sólidos.POLÍTICASCabral também reforçou o aprimoramento de políticas públicas, no sentido de atender a todas as demandas geradas nos debates dessas conferências do meio ambiente em todo o país. “A política de resíduos sólidos é uma questão social”, explicou. “É função nossa compartilhar e buscar soluções em conjunto com a sociedade. Queremos fomentar a economia de maneira planejada e, sobretudo, sustentável, e isso é possível. Não há desenvolvimento sustentável sem inclusão social.” Para o representante do MMA, tudo isso contribui para que sejam alcançadas melhorias sociais, econômicas e ambientais. O secretário de Extrativismo citou a questão de resíduos sólidos no meio rural. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais da metade dos domicílios rurais não tem coleta de resíduos sólidos. “A dificuldade e o alto custo da coleta de lixo, leva muitos produtores a buscar outras formas de eliminação dos resíduos sólidos, na maioria das vezes inadequada: a queima”, acrescenta. Do total do lixo produzido na zona rural, 58,1% foram queimados. Um dos riscos para a saúde dos habitantes é a liberação, pela queima de materiais plásticos, de dioxinas, substâncias químicas prejudiciais à saúde.ESTADOO secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí, Dalton Macambira, informou que já foram realizadas 11 conferências regionais nos territórios de desenvolvimento, em suas cidades-pólo, o correspondente a um universo de 1.500 pessoas envolvidas. Foram eleitos 452 delegados nestas etapas e 220 propostas foram escolhidas. Ele destacou, também, a importância desses espaços deliberativos como forma de participação efetiva da sociedade civil na gestão compartilhada com o Poder Público: “As conferências são a marca de um governo democrático, popular, que escuta a sociedade e elabora junto com ela alternativas para solucionar os problemas referentes ao meio ambiente”, salienta.Para Macambira, o tema resíduos sólidos é de extrema importância, pois é necessário uma conscientização da população sobre o aproveitamento do lixo. Segundo ele, os lixões são um fator de exclusão social, de problemas trabalhistas e uma série de graves danos à água, ao solo, sendo prejudiciais à saúde. A parceria entre o governo do estado e as prefeituras é fundamental para a implementação de políticas voltadas para o meio ambiente, uma vez que as prefeituras precisam estar preparadas para lidar com os problemas ambientais.
Iniciativa beneficia famílias em situação de extrema pobreza que exercem atividades de conservação ambiental SOPHIA GEBRIM Aprimorar as iniciativas já desenvolvidas pelo Programa Bolsa Verde e promover capacitação para conservação ambiental e uso sustentável da biodiversidade são os objetivos do Seminário do Programa Bolsa Verde: Capacitação para a Conservação Ambiental, que acontece nesta quarta e quinta-feira (04 e 05/09), no Auditório do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), em Brasília. O encontro, promovido pelo Ministério de Meio Ambiente (MMA) em parceria com o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), conta com o apoio da Embaixada Britânica. O secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, Paulo Cabral, fará a abertura do seminário, nesta quarta-feira (04/09), às 9h. Durante os dois dias de evento será feito o balanço do desenvolvimento do programa, buscando melhorias, com foco na capacitação para conservação ambiental e uso sustentável da biodiversidade. Participam da programação beneficiários e lideranças comunitárias envolvidas na iniciativa, além de representantes dos movimentos sociais, de organizações não governamentais (ONGs) e gestores governamentais. O Bolsa Verde é um programa do Plano Brasil sem Miséria voltado a famílias em situação de extrema pobreza que exercem atividades de conservação ambiental. O objetivo é incentivar a conservação dos ecossistemas, promover a cidadania e aumentar a renda das populações que vivem em unidades de conservação, assentamentos e povos ribeirinhos. O valor do benefício do Bolsa Verde é de R$ 300,00 pago a cada três meses. PROGRAMAÇÃO Após a abertura do seminário, está prevista, para 10h, a apresentação do programa por lideranças do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS) e MMA, com contextualização, análise e perspectivas. Às 13h30, será apresentado por representantes do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), a metodologia de formação ambiental dos beneficiários. Às 15h30, será formada uma mesa para discutir pactos e diretrizes sobre a metodologia e a implantação do programa, com representantes do governo e sociedade civil. No segundo dia de seminário, às 9h, o professor da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (FAPUR/UFRRJ), Bruno Coutinho, faz apresentação e abre o debate sobre a metodologia de monitoramento amostral do programa. Em seguida, às 12h, serão feitos os encaminhamentos finais para encerramento do seminário.
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