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Certificação surge como mecanismo de valorização de ações inovadoras realizadas em território nacionalLUCAS TOLENTINOAtestados de sustentabilidade comprovarão o papel internacional de destaque da matriz energética limpa brasileira. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, participou, nesta quarta-feira (14/08), em Brasília, do lançamento do Certificado e Selo de Energia Renovável das fontes eólica, de biomassa e de pequenas centrais hidrelétricas. Cinco empreendimentos desenvolvidos no país foram os primeiros a receber o título.O selo surge como mecanismo de valorização de ações inovadoras realizadas pelas empresas em território nacional. A ministra destacou a liderança brasileira no assunto. Segundo os idealizadores da certificação, cerca de 90% da energia consumida no país são produzidos a partir de fontes limpas. “O Brasil tem de continuar a investir na matriz energética renovável”, enfatizou.INTERLOCUÇÃOPara fomentar fontes limpas como a eólica e a solar, Izabella Teixeira ressaltou a importância de ação conjunta do governo com os demais envolvidos no processo. “É necessária uma interlocução efetiva entre o setor privado e produtivo e os próprios investidores”, explicou. “Temos de dar celeridade às iniciativas e inovar nas questões ligadas ao licenciamento”. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, reiterou a necessidade de um esforço integrado. “É preciso unir forças para dar continuidade ao desenvolvimento do Brasil que queremos”, afirmou. Entre os diversos segmentos, Lobão destacou a geração de energia por meio dos ventos. “O Brasil é o que mais cresce no avanço e no que diz respeito à instalação de energia eólica”, explicou.REQUISITOSDesenvolvido ao longo de mais de dois anos, o Certificado e Selo de Energia Renovável é uma iniciativa da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) e da Associação Brasileira de Energia Limpa (Abragel), com gestão do Instituto Totum. O certificado será conferido a empreendimentos de geração de energia renovável que cumprirem requisitos ambientais e socioeconômicos. O selo será conferido aos consumidores que usarem a energia certificada.Para solicitar o certificado ou o selo, os interessados devem completar um formulário preliminar disponível no site . Em seguida, é necessário enviar o questionário para o Instituto Totum pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. document.getElementById('cloak4ee456dbace2bba470a27b86546d94c3').innerHTML = ''; var prefix = 'ma' + 'il' + 'to'; var path = 'hr' + 'ef' + '='; var addy4ee456dbace2bba470a27b86546d94c3 = 'certificadoenergiarenovavel' + '@'; addy4ee456dbace2bba470a27b86546d94c3 = addy4ee456dbace2bba470a27b86546d94c3 + 'institutototum' + '.' + 'com' + '.' + 'br'; var addy_text4ee456dbace2bba470a27b86546d94c3 = 'certificadoenergiarenovavel' + '@' + 'institutototum' + '.' + 'com' + '.' + 'br';document.getElementById('cloak4ee456dbace2bba470a27b86546d94c3').innerHTML += ''+addy_text4ee456dbace2bba470a27b86546d94c3+''; . Confira os cinco primeiros empreendimentos que receberam o certificado:- Pequena central hidrelétrica - Ninho da Águia (CPFL Renováveis)- Pequena central hidrelétrica - Pinhal (CPFL Renováveis)- Complexo Eólico - Bons Ventos (CPFL Renováveis)- Pequena central hidrelétrica - Porto das Pedras (Atiaia Energia)- Eólico - Honda Energy do Brasil Ltda (Honda Energy)
Previsão é de que haja mais ocorrência de chuvas nas áreas mais secasLUCIENE DE ASSISEm 2012, o Brasil deu uma contribuição importante para o esforço global de pesquisa e conhecimento do mapeamento e previsão dos impactos da mudança do clima na superfície do planeta. Foi concluído o projeto de regionalização do Modelo Climático Global ETA, usado desde 1997 para fazer previsão do clima pelo Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI). Os "Resultados Iniciais da Regionalização dos Cenários Futuros de Mudanças Climáticas Globais para a América do Sul Usando as Projeções ETA CPTEC/HadCM3" foram apresentados, na tarde desta terça-feira (13/08), pelo professor José Marengo, do CCST/INPE/MCTI, em uma reunião do Grupo de Trabalho Adaptação do Grupo Executivo da Comissão Interministerial de Mudança do Clima (GEX-CIM).RESOLUÇÃOA regionalização de um modelo significa aumentar a resolução espacial da previsão da mudança do clima. No caso dos resultados do projeto coordenado pelo professor Marengo, o modelo abrangia espaço de 400 km por 300 km de superfície da Terra, e foi regionalizado para prover previsão de mudança do clima para uma escala de 40 km por 20 km. As previsões futuras foram feitas para três períodos diferentes -– 2010 a 2040, 2041 a 2070 e 2071 a 2100, e se basearam no cenário de emissões de gases de efeito estufa do IPCC A1B, considerado um cenário intermediário, baseado no equilíbrio da participação das diversas fontes na matriz energética dos países. Os cenários são elaborados considerando-se as características de mudanças demográficas, de desenvolvimento econômico e de mudanças tecnológicas. As projeções avaliam alterações de precipitação de chuvas, temperatura e evaporação das águas. Os dados mostram que haverá chuvas mais intensas em algumas áreas e regiões mais atingidas por períodos de estiagem ou seca. O clima, nas áreas urbanas, é analisado considerando-se a vulnerabilidade, a capacidade adaptativa e as ameaças relacionadas com o crescimento das cidades e os desastres naturais. Para o professor Marengo o desenvolvimento de cenários de mudança do clima regionalizados é, provavelmente, o primeiro passo para compreender os impactos do aquecimento global nos territórios nacionais, orientando para a geração de informações úteis para avaliações de vulnerabilidade, e definição de medidas e estratégias para adaptação à mudança do clima. Ele explica que a mudança do clima pode ter resultados regionais bastante específicos, o que pode sugerir diferenças na distribuição regional dos impactos em um país. Por estas razões, afirma a diretora de Licenciamento e Avaliação Ambiental do MMA, Karen Cope, os resultados deste projeto têm papel fundamental como insumo à elaboração do Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima, que está sendo desenvolvido pelo GT Adaptação, coordenado pelo MMA e MCTI”.
“Precisamos mudar a nossa forma de consumir”, destacou o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA.RAFAELA RIBEIROEm comemoração aos três anos de vigência da Lei nº 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), o Ministério do Meio Ambiente promoveu, na manhã desta terça-feira (13/08), painel na Câmara dos Deputados para discutir avanços e desafios da iniciativa. “Buscamos bons exemplos, casos representativos de sucessos, casos exitosos para apresentarmos aqui e servir de estímulo para outros segmentos da sociedade envolvidos com essa questão. Há progressos significativos alcançados”, explicou o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério de Meio Ambiente, Ney Maranhão.Após 21 anos de tramitação no Congresso Nacional, a lei, aprovada em agosto de 2010, é ferramenta para solucionar a gestão dos resíduos sólidos, importante problema socio-ambiental. O deputado Sarney Filho (PV-MA) abriu o evento, registrando que na Câmara mais de uma centena de projetos que tratavam do mesmo tema foram apensados e uma comissão especial foi instalada. Ele destacou a importância de o Brasil não ter perdido a oportunidade em ter um marco regulatório para os resíduos sólidos. “Os avanços materializados com advento da lei foram muitos”, afirmou. REEDUCAÇÃO A política traz uma ordem de prioridades: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento e disposição final ambientalmente adequada. E inova no conceito de responsabilidade compartilhada. “Acho que a responsabilidade compartilhada é uma coisa nova e estamos aprendendo a lidar com ela, destacou Ney Maranhão. “A responsabilidade é algo que tem que ser internalizado na vida de cada um. Não é responsabilidade só da indústria e comércio, é também do cidadão. O processo envolve reeducação ambiental e de consumo. Teremos aí bons anos para fazer a adequação a uma lei que afeta tão profundamente nossas vidas e nossa maneira de agir e pensar o mundo”, O secretário fez questão de explicar que não se trata apenas de adequar a destinação dos resíduos, mas mudar também a forma de consumir: “Essa é uma lei que muda radicalmente a maneira do país lidar com a sua produção e com o seu consumo. Pela primeira vez nós nos preocupamos em racionalizar o nosso consumo. Não basta simplesmente adequar a destinação final dos resíduos. É preciso colocar o consumo em bases que a gente possa aproveitar, reciclar, reutilizar, enfim, dar uma destinação de reaproveitamento das matérias-primas”, disse.
Inclusão social, erradicação da pobreza e promoção de uma economia verde estarão no documento da ONU.LUCAS TOLENTINOCinco linhas de ação deverão compor os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que passarão a valer a partir de 2015, em substituição aos Objetivos do Milênio da Organização das Nações Unidas (ONU). O tema foi discutido pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixiera, em conferência realizada na tarde desta segunda-feira (12/08), no Rio de Janeiro.O documento que contém a primeira versão dos ODS será apresentado no próximo mês em assembleia da ONU. Segundo a ministra, que integra o Painel de Alto Nível sobre a Agenda de Desenvolvimento pós-2015 das Nações Unidas, os objetivos definem uma mudança na sociedade. "Os ODS sinalizam um novo caminho para não perder o que foi alcançado com os objetivos do milênio", explicou. "É preciso repaginar essa visão."INCLUSÃOOrganizado pela presidência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a conferência enfatizou a importância da participação social no processo. Segundo Izabella, questões como inclusão social, erradicação da pobreza e promoção de uma economia verde estão entre os aspectos contemplados pelos ODS. "A inclusão social tem de estar cada vez mais presente no debate", afirmou.As metas propostas também deverão levar em consideração as particularidades de cada nação. "Serão trabalhadas soluções para os países em guerra e para aqueles que não vivem em regime de democracia", exemplificou a ministra. "Os objetivos tocam em uma série de situações e buscam uma ruptura com a polarização que existe atualmente."
Izabella Teixeira cobra a participação dos países ricos na construção de um mundo melhorLUCAS TOLENTINOTransparência, multilateralismo e engajamento social. Esses são os principais desafios impostos no primeiro ano que seguiu à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, (Rio+20), realizada no Rio de Janeiro, em junho de 2012. A avaliação foi feita pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em seminário realizado nesta segunda-feira (12), na capital fluminense.O evento "Rio+20 - um ano depois: o balanço da conferência e seu legado para a sociedade" reuniu autoridades e especialistas na área ambiental para discutir os resultados da cúpula. "É preciso que os países desenvolvidos participem efetivamente do debate", defendeu a ministra. "O mundo tem de mudar os padrões atuais de consumo", acrescentou.VISÃO UNIVERSALA ministra destacou o protagonismo do Brasil na agenda ambiental e a necessidade de mudanças nas iniciativas propostas a nível mundial para o tema. "Nasce uma visão universal de que os países precisam oferecer segurança e definir responsabilidades para a sociedade", analisou.De acordo com ela, diversos pontos ligados à agenda ambiental compõem o legado da Rio +20. "Apesar de não estar explícita, a questão ambiental tangecia todo esse debate político", exemplificou Izabella Teixeira. "Há também uma discussão ampla em torno da temas como água e geração de energia."O secretário de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, enfatizou que temas como biodiversidade, política de resíduos sólidos e mitigação e adaptação às mudanças climáticas avançaram no país. "Existe, hoje, uma série de entendimentos setoriais voltados para a redução de emissões de gases de efeito estufa", citou.
Debate pela Internet é aberto para brasileiros, inclusive os que residem no exteriorTINNA OLIVEIRAComeça na terça-feira (13/08) uma série de quatro bate-papos preparatórios para a Conferência Virtual do Meio Ambiente, que acontece de 26 de agosto a 10 de setembro, por meio do Portal e-Democracia da Câmara dos Deputados. Estarão em debate os eixos temáticos da 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente (CNMA), que se realiza entre 24 e 27 de outubro, em Brasília. Podem participar pessoas de todo o país, inclusive brasileiros que residem no exterior. A conferência virtual é uma novidade nas edições anteriores na área de meio ambiente e representa uma oportunidade dos cidadãos contribuírem para a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), principal tema desta quarta edição.SUGESTÕESSerão 16 dias em que o cidadão poderá enviar as sugestões via internet. O resultado sistematizado será encaminhado diretamente para a etapa nacional. Já foram realizadas 604 conferências municipais, 178 regionais e 103 livres (reunião que pode ser convocada por qualquer cidadão). Nesta semana começam as etapas estaduais.As conversas serão ao vivo, das 19h às 20h, por meio de vídeo, nas datas e links abaixo:13 de agosto – Vídeo Chat sobre Produção e Consumo Sustentáveis15 de agosto – Vídeo Chat sobre Redução dos Impactos Ambientais20 de agosto – Vídeo Chat sobre Geração de Trabalho, Emprego e Renda22 de agosto – Vídeo Chat sobre Educação Ambiental
Obras começarão no próximo verão. Avaliação será realizada por empresa gaúcha.DA REDAÇÃOA Marinha do Brasil assinou, em Porto Alegre, nesta sexta-feira (09/08), contrato com a empresa gaúcha Ardea Consultoria Ambiental objetivando a elaboração de um relatório de impacto ambiental, a partir da reconstrução da nova base da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), localizada na Península Keller, interior da Baía do Almirantado, na Ilha Rei George. O início das obras está previsto para começar no verão de 2014, pois as instalações anteriores foram destruídas num incêndio ocorrido em fevereiro de 2012, no qual dois militares brasileiros perderam a vida.A Ardea Consultoria Ambiental terá prazo de cinco meses para concluir o estudo de impacto ambiental e apresentar relatório. Como o inverno antártico é muito rigoroso nesta época do ano, o trabalho de consultoria será realizado com a participação de biólogos, geólogos, engenheiros (civil, ambiental e do trabalho) e químicos, a partir da análise de dados geográficos e do bioma local, considerando-se os riscos potenciais e os resíduos que a obra de construção possam acarretar àquele ambiente. A empresa gaúcha concorreu com outras 16, que apresentaram propostas em pregão eletrônico, realizado em 2 de julho passado pela Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (Secirm). O Ministério do Meio Ambiente (MMA) também acompanha os impactos sobre o meio ambiente antártico e os ecossistemas dependentes e associados às atividades de pesquisa científica, entre outras. Esse trabalho é executado pela equipe que integra o Grupo de Avaliação Ambiental (GAAm), coordenado pela Gerência de Biodiversidade Aquática e Recursos Pesqueiros (GBA) do MMA.
Quinta edição está com as inscrições abertas até 15 de setembroTINNA OLIVEIRAA iniciativa do governo de Pernambuco e da prefeitura municipal de Lajedo em criar uma Unidade Experimental de Valorização Energética da Manipueira foi uma das vencedoras do Prêmio Melhores Práticas de Sustentabilidade (Prêmio A3P) do ano passado. O projeto permite descartar adequadamente a manipueira (resíduo com elevada carga orgânica e efeito tóxico, obtida a partir do processamento da mandioca para a fabricação de farinha e fécula), além de explorar seu potencial energético.O secretário-executivo de Energia da Secretária de Recursos Hídricos e Energéticos de Pernambuco, Eduardo Azevedo, afirma que o projeto, iniciado em 2010, continua em funcionamento e passará por uma ampliação. “Está prevista a fase dois que permitirá o processamento de 85% da manipueira do estado”, destaca. Projetos como este, que promovem benefícios ambientais, econômicos e sociais, têm espaço na quinta edição do Prêmio A3P, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).Os órgãos e entidades públicas podem se inscrever até 15 de setembro. O objetivo do prêmio é divulgar as melhores iniciativas dos órgãos do setor público que promovem a sustentabilidade ambiental. Foram premiadas, em 2012, 12 iniciativas, além de quatro menções honrosas. Os participantes podem concorrer em quatro categorias: Gestão de Resíduos, Uso ou Manejo Sustentável de Recursos Naturais, Inovação na Gestão Pública e Destaque da Rede A3P. PARTICIPAÇÃO Para participar, as instituições precisam possuir o termo de adesão vigente da A3P ou estarem inseridas da Rede A3P, canal de comunicação que promove o compartilhamento de experiências. Neste caso, os candidatos só podem concorrer na quarta categoria - Destaque da Rede A3P. Em 2009 foi realizada a primeira edição do prêmio, com 23 instituições públicas e 41 projetos inscritos. Já a segunda edição ocorreu em 2010, contabilizando 21 instituições e 33 projetos cadastrados. Na terceira edição, 26 instituições e 39 projetos foram inscritos. Na quarta edição, 74 projetos - número recorde. Conheça aqui os premiados na última edição.A premiação busca encorajar e recompensar as instituições que possuem compromisso com a Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), programa do MMA que visa estimular ações sustentáveis no cotidiano das instituições públicas. Os eixos temáticos do programa são: gestão adequada dos resíduos; licitação sustentável; qualidade de vida no ambiente de trabalho; sensibilização e capacitação dos servidores; e uso racional dos recursos.As instituições devem apresentar resultados concretos qualitativos ou quantitativos de que executam as ações da categoria escolhida. Serão feitas vistorias para verificação. Para se inscrever, é necessário preencher uma ficha de inscrição e um relatório da iniciativa no site do Prêmio (veja aqui). Receberão certificados e troféus os três primeiros colocados de cada categoria.Mais informações no site do evento.
Concurso voltado para estudantes e profissionais distribuirá R$ 28 mil. Trabalhos podem ser enviados até 17 de janeiro de 2014.DA REDAÇÃOEstão abertas as inscrições para o I Prêmio Serviço Florestal Brasileiro (SFB) em Estudos de Economia e Mercado Florestal. O objetivo é estimular a realização de estudos que tratem da produção sustentável no Brasil, seus desafios e perspectivas socieconômicas e ambientais. “Os trabalhos servirão não apenas para qualificar o debate econômico no setor florestal, mas também para dotar o SFB com uma carteira de estudos que poderão ser aplicados diretamente pelo órgão no seu processo de tomada de decisão”,” afirma o gerente-executivo de Planejamento Florestal do SFB, André Andrade.O concurso é voltado para estudantes que estejam cursando qualquer curso superior ou tenham se formado depois de 31 de julho de 2012 e também para profissionais, categoria que inclui pessoas já diplomadas de qualquer área. Serão distribuídos R$ 28 mil para os trabalhos mais bem colocados, dos quais R$ 10 mil, R$ 7 mil e R$ 4,5 mil para o primeiro, segundo e terceiro lugares, respectivamente, na categoria profissionais, e R$ 3 mil, R$ 2 mil e R$ 1,5 mil para os três primeiros colocados entre os graduandos, além de certificado.TEMASOs trabalhos devem se inserir em um dos nove temas do concurso: concessões florestais, mercado florestal, PIB Verde, sistema tributário do setor florestal, comércio internacional e inserção do setor florestal brasileiro, quadro atual do setor de florestas plantadas no Brasil, tendências de médio e longo prazo para o setor de florestas plantadas, quadro atual e propostas para o setor de florestas nativas e nova Lei Florestal.As monografias deverão apresentar, preferencialmente, enfoque atual com aplicabilidade ao SFB. Podem ser encaminhados apenas trabalhos inéditos, o que inclui textos inseridos em documentos de circulação restrita de universidades, congressos, encontros e centros de pesquisa, como notas e textos para discussão e similares. Porém, estão excluídos trabalhos que já tenham sido publicados pela imprensa, em revistas especializadas ou em livros.Os trabalhos deverão ser enviados até 17 de janeiro de 2014 para a Escola de Administração Fazendária (Esaf). Confira o regulamento no link 
Proposta aprovada por consenso ainda pode receber ajustes durante 120 diasSOPHIA GEBRIMO Comitê Orientador para Implantação dos Sistemas de Logística Reversa (CORI) aprovou, na tarde desta quinta-feira (08/08), o edital para elaboração de acordo setorial para implantação de sistema de logística reversa de resíduos de medicamentos. O documento, discutido e elaborado com a participação da indústria e dos ministérios membros do CORI – Meio Ambiente, Saúde, Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Agricultura e Abastecimento e Fazenda – receberá sugestões por um período de 120 dias, de propostas para sistema de logística reversa que contemple todas as etapas do ciclo de vida dos medicamentos. O objetivo é garantir a destinação ambientalmente correta de medicamentos e suas respectivas embalagens, após o uso pelo consumidor.Logística reversa é um instrumento de desenvolvimento econômico e social, caracterizado pelo conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento e reciclagem, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada. Acordo setorial é um ato contratual, firmado entre o poder público e fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes, tendo em vista a implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto. ENVOLVIDOSSegundo o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, Francisco Gaetani, o edital para posterior acordo setorial passa, imprescindivelmente, por discussões entre indústria, governo federal e municípios. “A partir de um debate conjunto, o CORI ouvirá as necessidades e prioridades de todos os envolvidos no processo, com amplo diálogo e inclusão das entidades representativas do segmento”, disse. Para o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), José Gerardo Fontelles, o ganho das propostas previstas no edital é muito grande, tanto para a saúde da população brasileira quanto para o meio ambiente.O edital estabelece algumas metas a serem cumpridas. A ideia é atingir, até o quinto ano após a assinatura do acordo setorial, 100% dos municípios com população superior a 100 mil habitantes, no qual a destinação final ambientalmente correta adequada deverá abranger 100% dos resíduos recebidos. Outra meta é alcançar até o quinto ano, também após a assinatura do documento, 5.522 pontos de coleta de medicamentos em todo o país. Nesse mesmo período, outro objetivo é recolher 3.79 kg de resíduos por mês, por ponto de coleta.Para a secretária-executiva do Conselho Consultivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Márcia Amaral, como o acordo é bilateral, deve retratar a vontade de todos os envolvidos no processo. “Dessa forma, ouvimos a proposta da indústria que foi a base para a elaboração dessas metas, porém, mais pra frente queremos colocar maiores desafios nessas metas, de modo que seja garantido um maior conforto tanto para indústria quanto para a sociedade”, acrescentou.O edital para elaboração de acordo setorial aprovado pelo CORI segue para publicação, nos próximos dias, no Diário Oficial da União (DOU). Por prazo de 120 dias, ficará aberto à sugestões de fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de medicamentos. SAIBA MAISO CORI, instituído pelo Decreto 7.404, de 2010, tem como competência estabelecer a orientação estratégica da implementação de sistemas de logística reversa instituídos nos termos da Lei nº 12.305 de 2010. Cada ministério integrante do CORI indica representante para condução dos grupos de trabalho responsáveis pelas discussões dos sistemas de logística reversa de embalagens de óleos lubrificantes, produtos eletroeletrônicos, lâmpadas fluorescentes, embalagens em geral e de medicamentos.
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