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Notícias

Quarta, 25 Julho 2012 17:00

A água na Chapada dos Veadeiros

Processo formativo na porção brasileira da Bacia do Prata é tema de seminário com apoio do MMALuciene de Assis"Diálogos sobre políticas públicas de água e meio ambiente", e "Atividades formativas e culturais sobre a água" são temas do XII Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Ve adeiros, o Encontro dos Povos, que acontece nesta quinta-feira, (26/07), na Vila de São Jorge, em Alto Paraíso de Goiás. O secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (SBF/MMA), Roberto Brandão Cavalcanti, participará, pela manhã, com palestra sobre "Diálogo intercultural sobre a água" na Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge.O secretário de Recursos Hídricos e Ambientes Úmidos (SRHU) do MMA, Pedro Wilson Guimarães, participará da abertura do evento falando sobre contribuições das políticas públicas de água e resíduos sólidos. Roberto Cavalcanti falará, à tarde, sobre as contribuições das políticas públicas florestais.O evento é resultado de parceria entre o Ministério do Meio Ambiente, a Itaipu Binacional e o Centro de Saberes e Cuidados Socioambientais da Bacia do Prata. Tem por base o planejamento do processo formativo na porção brasileira da Bacia do Prata em 2012, contribuindo para a formulação de conceitos, o intercâmbio de experiência e a promoção de diálogos sobre a questão da água. Participam das atividades representantes de povos indígenas do Brasil e da Argentina, de comunidades tradicionais, educadores e ativistas, além de gestores públicos.
Quarta, 25 Julho 2012 16:51

Fora da lista do desmatamento

Ulianópolis, no Pará, é o quinto município brasileiro a sair da relação dos maiores desmatadores do país. Duas outras cidades estão perto de atingir o mesmo objetivo.Sophia GebrimO município paraense de Ulianópolis, localizado a 400 km de Belém, é o quinto município brasileiro a sair da lista do desmatamento na Amazônia. O anúncio será feito nesta quinta-feira (26/07), no Centro de Convenções de Ulianópolis, às 8h30, por representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e prefeitura local. A relação, criada em 2008 pelo MMA, detalhava, à época, os 48 municípios com maiores índices de desmatamento no país.Metas de controle ao desmatamento e Cadastro Ambiental Rural (CAR) de, no mínimo, 80% dos imóveis rurais são alguns dos critérios para retirada do município da lista. No caso de Ulianópolis, além do CAR de 80% das propriedades, o Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil (PNUD) e governo da Noruega, entregará ao município uma nova base cartográfica na escala de um para 25 mil. O documento inclui atualização da parte hidrográfica, sistema viário e mapeamento do uso do solo na região. Além de um banco de dados completo de todas as propriedades cadastradas e diagnóstico ambien tal do município.PONTO CRÍTICO"Desde quando foi instituída a lista do desmatamento, em 2008, observamos que boa parte dos municípios tinha conseguido reduzir o desmatamento e o principal ponto crítico, que o MMA (em conjunto com ONGs e outros parceiros) precisaria entrar para auxiliar no processo seria a questão do CAR", explica a gerente de Projetos do Departamento de Zoneamento Territorial da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, Nazaré Soares.A propriedade do agricultor José Vitorio Deprá, em Ulianópolis, é um dos imóveis rurais da região já cadastrado pelo CAR, que faz parte do Programa Mais Ambiente - ação do governo federal de apoio à regularização ambiental das propriedades e posses rurais em todo o território nacional."Fiz a minha adesão ao CAR no início deste ano e posso afirmar que o Cadastro trouxe inúmeros benefícios para nós, produtores, tanto do ponto de vista econômico quanto ambiental", conta Vitorio. Segundo ele, os produtores estão começando a ver as questões ambientais de forma mais consciente, com a ideia do meio ambiente como aliado. "Mesmo sendo um cadastro declaratório da propriedade, o sistema está criando uma nova mentalidade de produção sustentável, de acordo com os limites da natureza", acrescentou. "Ficou mais fácil até para conseguir crédito rural".Dom Eliseu, município localizado a 450 km de Belém e a 50 km de Ulianópolis, bem como Marcelândia (MT), a 700 quilômetros de Campo Grande, serão os próximos a saírem da lista do desmatamento. Esses municípios já conseguiram controlar suas taxas de desmatamento e alcançar o CAR de 67% dos imóveis rurais. Em 2010, os municípios que Querência (MT) e Paragominas (PA) seguiram o mesmo caminho. No início de 2012, foi a vez de Alta Floresta (MT) e Santana do Araguaia (PA).
Quarta, 25 Julho 2012 16:34

Resíduos sólidos: nova turma

MMA abre inscrições para orientar prefeituras e governos estaduais na elaboração dos planos de gestão do lixo. Treinamento será feito a distância.Rafaela RibeiroEstão abertas as inscrições para a terceira turma do curso de ensino a distância para orientar a elaboração de planos estaduais e municipais de gestão de resíduos sólidos. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o ICLEI-Brasil – entidade que reúne 1.200 governos e associações compromissados com o desenvolvimento sustentável - com apoio da Embaixada Britânica ministram o curso para 400 participantes da segunda turma, que teve início no último dia 16. A primeira turma foi considerada piloto e contou com 250 alunos.No período de inscrições desta segunda turma, a procura foi muito grande. "Tivemos cerca de 800 inscrições e só pudemos oferecer 400 vagas. Por isso priorizamos gestores e técnicos que estão trabalhando diretamente com os planos regionais", explicou o gerente de Projetos do MMA, Saburo Takahashi. Quem não foi contemplado na turma que está em andamento, pode fazer sua inscrição novamente para essa terceira turma que tem previsão de início no dia 20 de agosto. "Além desta, já temos outras duas turmas previstas: uma para setembro e outra para outubro", destacou.O curso foi traçado com base na estrutura e no conteúdo do Manual de Orientação disponível no portal do MMA no link:http://www.mma.gov.br/estruturas/253/_publicacao/253_publicacao09042012101719.pdfMÓDULOSO diretor de Ambiente Urbano do MMA, Silvano da Costa, explicou que um dos instrumentos mais importantes da Política Nacional de Resíduos Sólidos são os planos. "Esse curso tem a finalidade de apoiar e preparar os gestores para produzirem seus planos e aperfeiçoarem a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos", afirmou.O curso é dividido em módulos, onde são sugeridos textos e vídeos complementares, bem como atividades e fóruns de discussão para que o aluno conheça e se aprofunde nos principais conceitos para elaboração de qualificado um plano de gestão. "O fórum planos e práticas é um dos mais ricos, pois é o espaço onde os participantes estão trocando experiências e dúvidas sobre a elaboração planos", afirmou Gabriela Alem, coordenadora de Projetos do ICLEI-Brasil.Os participantes devem se dedicar, em média, dez horas semanais durante um mês. O curso é oferecido por meio de plataforma com acesso restrito aos alunos onde os módulos ficam disponíveis. Cada participante acessa a plataforma e cursa as aulas nos horários que lhe for mais conveniente. Após o início, são 30 dias para finalizar o curso todo.As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no site: www.eadresiduos.org.br
Quarta, 25 Julho 2012 15:15

Novas matrizes energéticas

MMA e Embrapa discutem alternativas aos atuais modelos de geração. Brasil tem pressa, diante dos grandes eventos marcados para os próximos anos.Lucas TolentinoRepresentantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e de outros órgãos do governo federal discutem, nesta quarta-feira (25/07), as formas e o uso de energias renováveis. Em seminário realizado pelo MMA em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), divisão de Agroenergia, os participantes compartilharam conhecimentos com pesquisadores de universidades e laboratórios internacionais sobre a implantação de fontes como a solar e a eólica.O secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA, Carlos Klink, destacou, durante a abertura do evento, a relevância do assunto no cenário atual. Segundo ele, as energias renováveis tiveram papel de destaque na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio +20). "Há uma importância crescente do tema para o governo, para o setor privado e para os pesquisadores", explicou.Para o chefe-geral da Embrapa Agroenergia, Manoel Teixeira Souza Júnior, os modelos de produção energética aparecem no centro das discussões dos países e, por isso, existe a necessidade de troca de experiências entre as entidades envolvidas.OPORTUNIDADEA agenda de eventos que o Brasil sediará nos próximos anos, como a Copa do Mundo de 2014, representa um momento propício para a implantação de novos modelos de produção energética. "A política brasileira de eficiência energética é bastante ambiciosa", definiu Klink. "O país está prestes a receber um grande público e essa é uma grande oportunidade para os setores envolvidos discutirem o assunto."O seminário incluiu debates acerca de diversas fontes renováveis. O painel Energia Solar, Térmica e Fotovoltaica contou com a participação de quatro palestrantes, entre eles os pesquisadores Antônio Joyce, do Laboratório Nacional de Energia e Geologia de Portugal, e Roberto Schaeffer, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Houve ainda painéis dedicados à energia eólica e a energias renováveis dos oceanos e a partir de biomassa.A diretora de Licenciamento e Avaliação Ambiental do MMA, Ana Dolabella, ressaltou que modelos como de produção de energia por meio do vento se encontram em estágio avançado no Brasil. "A energia eólica está consolidada e é uma realidade no país", exemplificou.
Terça, 24 Julho 2012 17:01

CGEN analisa pedidos de acesso

Utilização correta do patrimônio genético nacional em atividades comerciais e industriais tem apoio do governoLuciene de AssisRepresentantes de 19 órgãos e entidades da Administração Pública Federal debatem, hoje e amanhã (24 e 25/07), durante a 94ª Reunião Ordinária do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGEN), no Ministério do Meio Ambiente (MMA), extensa pauta de solicitações. Os conselheiros do CGEN, órgão deliberativo e normativo, analisam os pedidos de entidades públicas, empresas estatais e da iniciativa privada de acesso e remessa de componentes do patrimônio genético associado à biodiversidade dos biomas Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Amazônia e Pantanal, e ao conhecimento tradicional associado à diversidade biológica e produzido por mais de 220 etnias indígenas e comunidades locais (quilombolas, caiçaras, seringueiros, entre outras) do Brasil.Para o secretário de Biodiversidade e Florestas, Roberto Brandão Cavalcanti, a atuação do CGEN é essencial, pois o patrimônio genético é prioritário para o Ministério do Meio Ambiente e o acesso a esse acervo em atividades industriais e comerciais geram divisas a essas comunidades e ao país. "Sem desenvolvimento econômico e sem receita não há como repartir benefícios", enfatizou Cavalcanti, durante a abertura da reunião do Conselho na manhã desta terça-feira. Nesse aspecto, disse ele, o papel do CGEN é facilitar o acesso às informações e à bioprospecção, no que se refere à análise e deliberação de solicitações de autorizações de aceso e remessa de conhecimento e de patrimônio genético associado à biodiversidade.
Terça, 24 Julho 2012 16:39

Resíduos sólidos: prazo acaba dia 2

Prefeituras e governos estaduais que pretendem obter recursos federais precisam concluir seus respectivos planos de gestão. Veja as dúvidas mais comuns que chegaram ao MMA.Rafaela RibeiroCom a entrada em vigor da Lei 12.305, o governo federal fica impedido, a partir do próximo dia 2 de agosto,de  liberar recursos para estados e municípios destinados a investimentos na área de resíduos sólidos caso não sejam apresentados, pelos interessados, os respectivos planos de gestão. "É essencial que estes dois entes federados tenham planos de ação específicos ajustados às suas realidades, proporcionando às populações modelos eficientes de gerenciamento de resíduos", afirma o gerente de Projetos da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Saburo Takahashi.O MMA elaborou um manual de orientação para a elaboração dos planos, que está disponível no site do ministério. Além disso, tem oferecido cursos de ensino a distância para orientar gestores e consultores. O treinamento tem duração de 30 dias e oferece flexibilidade total de horário – cada participante acessa a plataforma e cursa as aulas nos horários que lhe for mais conveniente.Takahashi explica que as prefeituras que fazem parte de consórcios intermunicipais, podem, em conjunto, elaborar um plano intermunicipal de gestão de resíduos sólidos, que valerá para as cidades que compõem o consórcio. "Isso reduz custo e aperfeiçoa a elaboração do plano", disse. Pela lei, até 2014, todos os lixões estarão desativados e os rejeitos de todo o país devem ser encaminhados para aterros sanitários.DÚVIDAS COMUNSCom a aproximação da data-limite, a equipe técnica da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano tem sido procurada em busca de esclarecimentos sobre a elaboração dos planos. As dívidas mais frequentes são as seguintes:Existe uma sequência obrigatória na criação dos planos (primeiro o estadual, depois o inter-regional e depois o municipal)?Não existe uma sequência obrigatória para a elaboração dos planos, sejam eles estaduais, intermunicipais ou municipais. Porém, o ideal é que tenha esta sequência, pois os planos estaduais deverão conter os estudos de regionalização para a implantação de consórcios públicos entre municípios com fins de ganho de escala e ganho de escopo. Cada plano, seja ele estadual, intermunicipal ou municipal deve conter o mínimo necessário previsto na Lei 12.305 de 22 de agosto de 2010 e seu Decreto Regulamentador nº 7.404 de 23 de dezembro de 2010.O que acontece com os Municípios que não criarem seus relativos planos?A elaboração do Plano Estadual de Resíduos Sólidos é condição para os estados e municípios terem acesso aos recursos da União, a partir de 2 de agosto, destinados a empreendimentos e serviços relacionados à gestão de resíduos sólidos, ou para serem beneficiados por incentivos ou financiamentos de entidades federais de crédito ou fomento para tal finalidade.O grupo de municípios que tiver um plano inter–regional, não precisa criar seus respectivos planos municipais?O município que optar por soluções consorciadas intermunicipais para a gestão dos resíduos sólidos, assegurado que o plano intermunicipal preencha os requisitos estabelecidos nos incisos I a XIX do caput do artigo 19 da Lei nº 12.305/2010, pode ser dispensado da elaboração de plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos.Qual órgão pode tirar dúvidas sobre o conteúdo que cada um desses planos necessita ter?Os artigos 17 e 19 da Lei nº 12.305 de 2 de agosto de 2010 define o conteúdo mínimo dos Planos de Resíduos Sólidos seja estadual, intermunicipal ou municipal. Maiores informações poderão ser encontradas na página do MMA:http://www.mma.gov.br/estruturas/srhu_urbano/_arquivos/guia_elaborao_plano_de_gesto_de_resduos_rev_29nov11_125.pdf.Qual o instrumento para o plano ?Deverá ser um ato normativo que sirva de diretriz para a gestão de todos os resíduos sólidos. Não apenas resíduos sólidos urbanos, mas também de resíduos procedentes de serviços de saúde, industriais, agrossilvopastoris, de portos, aeroportos, postos de fronteira, construção civil e mineração.Deverá haver audiências publicas?Os planos deverão ter participação social, conforme o parágrafo único do artigo 14° da lei 12.305/2010, cujo texto é: "É assegurada ampla publicidade ao conteúdo dos planos de resíduos sólidos, bem como controle social em sua formulação, implementação e operacionalização, observado o disposto na lei 10.650, de 16 de abril de 2003, e no art. 47 da lei 11.445, de 2007."O plano deverá ser entregue ao Ministério do Meio Ambiente após a sua conclusão?A Lei 12.305/2010 trouxe em seus artigos 16 e 18, como condição para que estados e municípios tenham acesso a recursos da União, a partir de 2 de agosto de 2012, a elaboração dos respectivos planos de resíduos sólidos. Porém, não menciona a necessidade de entrega destes planos a algum órgão específico. Portanto, quando o município ou estado for pleitear recursos da União destinados à gestão de resíduos sólidos a algum órgão do governo federal (ex: Ministério do Meio Ambiente, Ministério das Cidades, Funasa, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, BNDES) será necessário, neste momento, apresentar o seu plano para ter acesso aos recursos.Os municípios deverão elaborar dois planos de resíduos sólidos, sendo um para atender à lei de resíduos e outro para atender À lei de saneamento?Não o plano de resíduos sólidos elaborado com o conteúdo mínimo proposto pelas duas leis atenderá às duas legislações.TERMOS TÉCNICOSO que é acordo setorial?É o ato de natureza contratual firmado entre o poder público e fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes de determinados produtos, com o objetivo de implantar a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto.O que é área contaminada?É o local onde há contaminação causada pela disposição, regular ou irregular, de quaisquer substâncias ou resíduos.O que é área órfã contaminada?É a área contaminada cujos responsáveis pela disposição não sejam identificáveis ou individualizáveis.O que é ciclo de vida do produto?É a série de etapas que envolvem o desenvolvimento do produto, a obtenção de matérias-primas e insumos, o processo produtivo, o consumo e a disposição final dos seus resíduos.O que é coleta seletiva?É a coleta dos resíduos orgânicos e inorgânicos ou secos e úmidos ou recicláveis e não recicláveis, que foram previamente separados na fonte geradora. Materiais não recicláveis são aqueles compostos por matéria orgânica e/ou que não possuam, atualmente, condições favoráveis para serem reciclados.A coleta seletiva é um tipo de tratamento dado ao resíduo, que começa na fonte geradora com a segregação ou separação dos materiais em orgânicos e inorgânicos. Em seguida, com a sua disposição para a sua destinação, que poderá ser colocada na porta de sua residência, estabelecimento comercial ou indústria, para a coleta porta a porta realizada pelo poder público ou por catadores, ou por entrega voluntária a pontos de entrega voluntária ou a cooperativas de catadores. Posteriormente esse material será separado ou triado nas centrais de triagem, em papel (papelão, jornal, papel branco, entre outros), plástico (PET, PVC, PP, etc), metal (alumínio, flandre, cobre, etc), embalagens compostas , entre outros. Esses resíduos serão organizados e enfardados, e vendidos para serem reciclados, tornando-se um outro produto ou insumo na cadeia produtiva.A coleta seletiva é também uma maneira de sensibilizar as pessoas para questão do tratamento dispensado aos resíduos sólidos produzidos no dia-a-dia, quer seja nos ambientes públicos quanto nos privados.O que é coleta seletiva multi-seletiva?É a coleta realizada por diferentes tipologias dos resíduos sólidos. Normalmente é aplicada nos casos em que os resultados de programas de coleta seletiva implementados tenham sido satisfatórios.Há a Resolução CONAMA nº275 de 25 de abril de 2001 que estabelece o código de cores para os diferentes tipos de resíduos a ser adotado na identificação de coletores e transportadores, bem como nas campanhas informativas para a coleta seletiva.Azul: papel/ papelão;Laranja: resíduos perigosos;Vermelho: plástico;Branco: resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde;Verde: vidro;Roxo: resíduos radioativos;Amarelo: metal;Marrom: resíduos orgânicos;Preto: madeira;Cinza: resíduo geral não reciclável ou misturado, ou contaminado não passível de separação.O que é uma central de triagem?É o local onde são armazenados e separados os resíduos coletados de acordo com as suas tipologias. Em seguida prensados, enfardados para posteriormente serem comercializados e seguirem para as indústrias recicladoras.Por que segregar os resíduos sólidos urbanos?Quando falamos em resíduos sólidos, estamos nos referindo a algo resultante de atividades de origem urbana, industrial, de serviços de saúde, rural, especial ou diferenciada. Esses materiais gerados nessas atividades são potencialmente matéria prima e/ou insumos para produção de novos produtos ou fonte de energia.Ao segregarmos os resíduos, estamos promovendo os primeiros passos para sua destinação adequada. Permitimos assim, várias frentes de oportunidades como: a reutilização; a reciclagem; o melhor valor agregado ao material a ser reciclado; a melhores condições de trabalho dos catadores ou classificadores dos materiais recicláveis; a compostagem; menor demanda da natureza; o aumento do tempo de vida dos aterros sanitários e menor impacto ambiental quando da disposição final dos rejeitos.O que é controle social?É o conjunto de mecanismos e procedimentos que garantam à sociedade informações e participação nos processos de formulação, implementação e avaliação das políticas públicas relacionadas aos resíduos sólidos.O que é destinação final ambientalmente adequada?É a destinação de resíduos que inclui a reutilização, a reciclagem, a compostagem, a recuperação e o aproveitamento energético ou outras destinações admitidas pelos órgãos competentes, entre elas a disposição final. Devem ser observadas as normas operacionais específicas para evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e para minimizar os impactos ambientais adversos.O que é disposição final ambientalmente adequada?É a distribuição ordenada de rejeitos em aterros, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos.O que são geradores de resíduos sólidos?São pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, que geram resíduos sólidos por meio de suas atividades, nelas incluído o consumo.O que é gerenciamento de resíduos sólidos?É um conjunto de ações exercidas, direta ou indiretamente, nas etapas de coleta, transporte, transbordo, tratamento e destinação final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos. Essa ações devem seguir um plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos ou com plano de gerenciamento de resíduos sólidos, exigidos na forma da Lei 12.305/10.O que é a gestão integrada de resíduos sólidos?É um conjunto de ações voltadas para a busca de soluções para os resíduos sólidos, de forma a considerar as dimensões políticas, econômicas, ambientais, culturais e sociais, com controle social e sob a premissa do desenvolvimento sustentável.O que é a logística reversa?É um instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial. O objetivo é que o resíduo sólido seja reaproveitado, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou que tenha outra destinação final ambientalmente adequada.O que são padrões sustentáveis de produção e consumo?É a produção e consumo de bens e serviços de forma a atender as necessidades das atuais gerações e permitir melhores condições de vida, sem comprometer a qualidade ambiental e o atendimento das necessidades das gerações futuras.O que é reciclagem?É o processo de transformação dos resíduos sólidos que envolve a alteração de suas propriedades físicas, físico-químicas ou biológicas, com vistas à transformação em insumos ou novos produtos, observadas as condições e os padrões estabelecidos pelos órgãos competentes do Sisnama e, se couber, do SNVS e do Suasa.O que são rejeitos?São resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação por processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente adequada.O que são resíduos sólidos?São materiais, substâncias, objetos ou bens descartados resultante de atividades humanas em sociedade, cuja a destinação final se procede, se propõe proceder ou se está obrigado a proceder, nos estados sólido ou semissólido. Também estão nesse grupo os gases contidos em recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos d'água, ou exijam para isso soluções técnica ou economicamente inviáveis em face da melhor tecnologia disponível.O que é a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos?É um conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, para minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados e para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos, nos termos da Lei 10.305/10.O que é a reutilização?É o processo de aproveitamento dos resíduos sólidos sem sua transformação biológica, física ou físico-química, observadas as condições e os padrões estabelecidos pelos órgãos competentes do Sisnama e, se couber, do SNVS e do Suasa.O que é serviço público de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos?É o conjunto de atividades previstas no art. 7º da Lei nº 11.445, de 2007.
Segunda, 23 Julho 2012 18:17

Mulher, meio ambiente e consumo

MMA traça o perfil de consumo dos brasileiros, com foco no comportamento feminino.Letícia VerdiJá está disponível para consulta no portal do Ministério do Meio Ambiente (MMA) a íntegra da pesquisa qualitativa "O que o brasileiro pensa do meio ambiente e do consumo sustentável - Mulheres e tendências atuais e futuras de consumo no Brasil". Coordenado pela secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do MMA, Samyra Crespo, o estudo foi realizado pela primeira vez em 1991 e este ano chega à sua quinta edição.Cada edição da pesquisa (1992, 1997, 2002, 2006 e 2012) manteve um número de questões iguais. Mas, para acompanhar os avanços da agenda ambiental, o foco de cada uma foi mudando ao longo dos anos e algumas questões foram atualizadas. A primeira edição focou na agenda de 1992; a segunda, na Agenda 21; a terceira, no consumo sustentável; e a quarta, nas questões da biodiversidade. Em 2012, a pesquisa voltou ao consumo sustentável pela importância do tema nas discussões da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).MAGNITUDENa apresentação do trabalho, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, chama a atenção de governantes, gestores, setor produtivo e organizações sociais: o aumento do consumo é de uma magnitude ainda não dimensionada. "Não só temos que lidar com o aumento real, de volume, em todos os itens que as populações consomem no Brasil e no mundo, como temos que produzir tecnologias para o descarte e reciclagem", diz.A questão de gênero norteou esta edição, já que, segundo a pesquisa "As poderosas da classe média", realizada pelo Instituto Data Popular e pela Editora Abril em 2011, são as mulheres principais responsáveis pelas decisões de compra nas famílias ou individualmente, além de serem propagadoras de novos comportamentos nas comunidades.Com o aquecimento da economia, a nova classe média brasileira é formada por 100 milhões de pessoas. Deste modo, mudar os padrões de consumo no Brasil é uma questão de vida ou morte para o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável. "Nesta pesquisa, buscamos elos entre sustentabilidade e consumo para poder promover, no Brasil, políticas robustas e eficazes de consumo consciente e responsável no Brasil", afirmou a secretária Samyra Crespo.ASPIRAÇÕESOs principais dados mostram um retrato da mulher brasileira e seu papel na sociedade: a percepção das mulheres sobre seu lugar no mundo atual, o reconhecimento de seu poder, as "tipologias" de mulheres, suas aspirações em relação ao futuro, hábitos de consumo, disposição para mudar padrões, além de avaliação sobre o papel que produtos verdes, mercado ético e empresas cidadãs têm sobre suas decisões de compra.A pesquisa qualitativa ouviu 67 formadores de opinião, residentes em várias partes do país, atuantes em setores ligados ao consumo e ao tema de gênero - jornalistas, publicitários, sociólogos, antropólogos, psicólogos, biólogos, economistas, gestores, engenheiros, marqueteiros, entre outros. A pesquisa é uma realização do MMA em parceria com as empresas Unilever, Pepsico e Walmart. O estudo qualitativo da pesquisa foi realizado pela empresa Overview, do Rio de Janeiro.
Segunda, 23 Julho 2012 15:33

Maranhão discute futuro do lixo

Seminário proporcionará aos gestores dos municípios a troca de experiências e a oportunidade de tirar dúvidas sobre Plano de Gestão Integrada de Resíduos SólidosRafaela RibeiroO secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Pedro Wilson Guimarães, participa, na próxima terça-feira (24/07), em São Luiz, do Seminário de Sensibilização e Capacitação sobre Política Nacional de Saneamento Básico e os Planos de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. O evento é organizado pelo Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Regional dos Lagos Maranhenses (CONLAGOS).Voltado para os 217 municípios maranhenses, o seminário e discutirá com amplitude as diretrizes para a elaboração do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, sem o qual as prefeituras ficarão impossibilitadas de receber recursos do governo federal com esta finalidade. Participam, além do MMA, representantes do Ministério das Cidades, Fundação Nacional de Saúde, Subchefia de Assuntos Federativos da Presidência da República entre outros órgãos.DÚVIDAS E ESTRATÉGIASGestores e técnicos poderão expor suas dúvidas, dificuldades, conhecimentos e estratégias sobre as diretrizes do plano. A troca de experiências pode ser muito rica e auxiliar os municípios que estão atrasados. "É essencial que estados e municípios tenham planos de ação específicos adequados às suas particularidades regionais. Isso deve ser feito o quanto antes para o Brasil cumprir o prazo de até 2014 acabar com os lixões" disse o secretário. "O MMA elaborou um manual de orientação para elaboração dos planos e, em parceria com ICLEI Brasil, oferece um curso de ensino à distância para auxiliar gestores e técnicos nessa empreitada".No final dos trabalhos, os participantes do encontro deverão aprovar a Carta de São Luiz para reafirmar o compromisso político com as Políticas de Saneamento e Resíduos Sólidos, e deflagrará processos regionais de elaboração de Planos Intermunicipais de Saneamento e Resíduos Sólidos, com foco na formação de arranjos de consórcio público, como instrumento de gestão.O CONLAGOS é uma instituição de consórcio público, fruto da articulação da ONG Juventude Sem Fronteiras e das prefeituras de um território denominado Região dos Lagos Maranhenses pela identidade ambiental lacustre desses municípios. Criado no ano de 2005, no município de Conceição do Lago Açu, atua como instrumento de implementação e fortalecimento de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento dos municípios dentro de um contexto territorial.
Segunda, 23 Julho 2012 15:03

Energias renováveis em debate

Fomento às fontes renováveis é uma das principais estratégias para o combate às mudanças climáticas.Lucas Figueiredo (*)O Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a Embrapa Agroenergia realizam o Seminário sobre Energias Renováveis. Os objetivos são expor o atual estado de uso de fontes renováveis e apontar perspectivas para o desenvolvimento e incremento delas. Realizado no âmbito dos Diálogos Setoriais Brasil - União Europeia sobre Energias Renováveis, o evento ocorrerá nesta quarta-feira (25/07), em Brasília, das 9h às 18h, no auditório da Embrapa Estudos e Capacitação.O secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA, Carlos Klink, afirma que o fomento às fontes renováveis de energia é uma das principais estratégias para o combate às mudanças climáticas, ao mesmo tempo em que contribui para o desenvolvimento econômico e social do país em bases ambientalmente sustentáveis.De acordo com Klink, o Brasil estabeleceu compromisso voluntário de redução das emissões de gases de efeito estufa e o setor de energia deverá participar desse esforço nacional, por meio do fomento às fontes renováveis de energia e do incremento da eficiência energética.ESTRATÉGICAA busca por energias alternativas se tornou estratégica e de fundamental importância para os países, na opinião do chefe de transferência de tecnologia da Embrapa Agroenergia, José Manuel Cabral. "Há uma crescente demanda por energia e, para garantir suprimento a toda a população mundial, é preciso aumentar consideravelmente o volume disponível", destaca.Existe uma dependência energética em petróleo e em gás que demanda pesquisa. Por conta do esgotamento dessas fontes, o mundo passou a se organizar na busca por alternativas em energia renovável para compor a matriz energética de cada país. "O Brasil está em vantagem, pois 46% da matriz de energia primária são renováveis, com sua base em energia hidráulica e energia de biomassa, com a lenha, o carvão vegetal e os produtos da cana-de-açúcar", ressalta Cabral.Quanto à energia elétrica, a participação de fontes renováveis ultrapassa os 90%, fortemente baseada em hidreletricidade. "A fonte eólica começa a aparecer na matriz, representando atualmente 0,5% da matriz elétrica", afirma a diretora de Licenciamento e Avaliação Ambiente do MMA, Ana Dolabella. No seminário, também será abordada a energia solar. No painel de abertura, será apresentado um balanço geral dessas energias utilizadas no Brasil e na União Europeia.POTEN CIALIDADESPela manhã, no painel de energia solar no Brasil, serão abordadas as estratégias adotadas pelo Brasil para fomento a essa fonte, as potencialidades para a energia solar fotovoltaica e os sistemas de aquecimento solar de água no País. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), há vários projetos, em curso ou em operação, para o aproveitamento da energia solar no Brasil, em espacial por meio de sistemas fotovoltaicos de geração de eletricidade, com o objetivo de atender comunidades isoladas da rede de energia elétrica e o desenvolvimento regional.Os sistemas de aquecimento solar de água possuem papel estratégico para a eficiência do sistema elétrico. Segundo a diretora do Departamento de Licenciamento e Avaliação Ambiental da SMCQ, Ana Lúcia Dolabella, eles contribuem para a diminuição da demanda por energia nos chamados horários de pico e, com consequência, reduzem a necessidade de novos investimentos em infraestrutura para geração de energia elétrica.A energia eólica será discutida no painel inicial da parte da tarde. O objetivo é discutir, entre outras coisas, como as turbinas eólicas transferem a carga de vento sobre uma força motriz, que é utilizado para mover geradores. Atualmente, o Brasil tem 1.123 MW de capacidade instalada de energia eólica em 57 parques eólicos, distribuídos por nove Estados do país.BIOMASSAA última sessão do seminário tratará das fontes de energia a partir da biomassa. O Brasil é um dos poucos países com capacidade de ampliar suas alternativas energéticas, por seu vasto território e recursos naturais. "A biomassa tem uma participação importante no Balanço Energético Nacional do Brasil", ressalta José Manuel Cabral.Um dos focos será o etanol da cana-de-açúcar, que tem colocado o país em destaque no cenário mundial. O biodiesel também apresenta importância no nível nacional, mas ainda são necessários mais estudos e pesquisas para colocar esse conhecimento em prática. Durante a sessão, serão realizadas palestras sobre a produção de biocombustível no Brasil, a análise do ciclo de vida da produção de etanol a partir da cana-de-açúcar e o potencial de geração de energia e insumos energéticos a partir de resíduos.Mais informações sobre o Seminário sobre Energias Renováveis podem ser obtidas no Núcleo de Comunicação Organizacional da Embrapa Agroenergia pelo telefone (61) 3448.1581, ou pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. document.getElementById('cloakd89627fe228643043552131a240cdec3').innerHTML = ''; var prefix = 'ma' + 'il' + 'to'; var path = 'hr' + 'ef' + '='; var addyd89627fe228643043552131a240cdec3 = 'sac.cnpae' + '@'; addyd89627fe228643043552131a240cdec3 = addyd89627fe228643043552131a240cdec3 + 'embrapa' + '.' + 'br'; var addy_textd89627fe228643043552131a240cdec3 = 'sac.cnpae' + '@' + 'embrapa' + '.' + 'br';document.getElementById('cloakd89627fe228643043552131a240cdec3').innerHTML += ''+addy_textd89627fe228643043552131a240cdec3+''; . Acompanhe pelo Twitter @cnpae e pelo site www.embrapa.br/cnpae.(*) Com informações da Embrapa
Quinta, 19 Julho 2012 18:36

Verba para conservação de biomas

Luciene de AssisO Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) lançará, em setembro, edital destinado a selecionar projetos que proponham atividades voltadas para Unidades de Conservação (UCs), manejo de paisagens e de espécies nativas, para capacitação e que beneficiem as comunidades locais. O Funbio dispõe de R$ 7,5 milhões para investir nos projetos que atenderem às exigências desse edital. Haverá, também, nova abertura para a seleção de propostas destinadas às redes dos biomas mata atlântica e caatinga, via edital, no valor total de R$ 2,2 milhões para executar projetos ambientais.A decisão de publicar os editais foi tomada durante a 4ª Reunião Ordinária do Comitê da Conta TFCA, sigla em inglês para Tropical Forest Conservation Act. Trata-se de um acordo bilateral, firmado entre Brasil e Estados Unidos em 2011, que prevê investimentos superiores a R$ 40 milhões (20 milhões de dólares) até 2014.ADMINISTRAÇÃODe acordo com a diretora da Gerência de Conservação da Biodiversidade da Secretaria de Biodiversidade e Florestas (SBF/MMA), Daniela Suárez de Oliveira, os recursos repassados pelo Tesouro brasileiro são administrados pelo Funbio. "O dinheiro é investido em projetos voltados à conservação das florestas do Brasil", explica.Este ano já foram selecionados três projetos de apoio às redes socioambientais do cerrado no valor de R$ 1,1 milhão. Integram o Comitê da Conta TFCA representantes dos Ministérios do Meio Ambiente, da Fazenda e Relações Exteriores, além da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), da Comissão Nacional de Florestas (Conaflor) e do governo americano.
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