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É a primeira vez que se dá apoio direto a planos de gestão de modo mais sistemáticoSOPHIA GEBRIM Como parte das iniciativas do Ministério do Meio Ambiente (MMA) de apoio à Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI), a Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável promove, durante toda esta semana (04 a 08/11), na sede do MMA, em Brasília, o Curso de Capacitação para Projetos dos Planos de Gestão Territorial e Ambiental em Terras Indígenas na Amazônia Legal. A ação, apoiada pelo Programa Projetos Demonstrativos dos Povos Indígenas (PDPI), é financiada pela Cooperação Internacional Alemã (KfW).No total, o MMA aprovou 16 projetos de Planos de Planos de Gestão Territorial e Ambiental em Terras Indígenas na Amazônia Legal, por meio da PNGATI. A primeira turma, que está fazendo o curso nesta semana, capacitará dez projetos e, depois, na semana que vem (11 a 15/11), serão mais seis. “Estes projetos são um marco inicial porque é a primeira vez que o MMA apoia diretamente planos de gestão de modo mais sistemático”, explica o secretário técnico do Programa Projetos Demonstrativos dos Povos Indígenas (PDPI) da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, Jânio Coutinho.FIM DE CICLOSegundo ele, o curso também representa o encerramento de um ciclo, pois, serão os últimos projetos apoiados do PDPI. “Depois desses projetos, apoiaremos a elaboração de Planos de Gestão Territorial e Ambiental e as suas respectivas implantações com recursos do orçamento público, do Fundo Amazônia, entre outros, sempre em parceira com a Fundação Nacional do Índio (Funai), que é o principal órgão executor da política indigenista, sempre com o apoio da Secretaria-Executiva da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI)”, acrescenta Coutinho.Durante o curso, os representantes dos projetos apoiados pelo Programa Projetos Demonstrativos dos Povos Indígenas (PDPI) serão orientados e capacitados para a formatação das propostas, que devem estar em conformidade com a PNGATI, instituída por meio do Decreto nº 7.747, de 2012. A política tem o objetivo de promover e garantir a proteção, recuperação, conservação e o uso sustentável dos recursos naturais das terras e territórios indígenas, assegurando a integridade do patrimônio indígena, a melhoria da qualidade de vida e as condições plenas de reprodução física e cultural das atuais e futuras gerações dos povos indígenas, respeitando sua autonomia sociocultural.
Trata-se de importante instrumento para garantir segurança jurídica aos proprietários de imóveis rurais SOPHIA GEBRIM A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, lançou na tarde desta sexta-feira (01/11), o Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR) no Rio de Janeiro. A cerimônia, realizada na sede do Instituto Estadual do Meio Ambiente (INEA), contou com a presença do secretário de Estado do Ambiente, Carlos Minc, do secretário de Estado de Agricultura e Pecuária, Christino Áureo, do prefeito de Macuco, Félix Lengruber, de representantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do RJ e entidades da agricultura, agricultura familiar, assentamentos da reforma agrária e ambientalistas. “Além de instrumento de gestão ambiental, o Cadastro Ambiental Rural (CAR) pode se consolidar como porta de entrada para o maior programa de recuperação ambiental de rios e florestas do planeta”, ressaltou a ministra. Também anunciou o apoio do governo local, por meio do Programa de Desenvolvimento Rural Sustentável em Microbacias Hidrográficas (Rio Rural). Além das secretarias municipais e estadual para o preenchimento do CAR, o produtor fluminense também poderá procurar os nove centros que serão montados pelo Programa Rio Rural em todo o Estado, para auxiliar no cadastro. PASSO A PASSO Na tarde de quinta-feira (31/10), representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA) estiveram no município de Macuco (localizado a 221 km da capital), importante polo agropecuário regional, para demonstrar a centenas de agricultores o passo a passo da realização do cadastramento. Também foi apresentada a ferramenta que o MMA e o Ibama oferecerão a todos os Estados a fim de facilitar a inscrição no CAR. A ferramenta permite que as informações sejam gravadas em qualquer mídia digital (registro off-line) e depois enviadas para o sistema central. SEGURANÇA JURÍDICAO Rio de Janeiro é o terceiro Estado a receber o lançamento do sistema que permite o registro público dos imóveis rurais e faz parte do processo de implantação do CAR em todo o país. Trata-se de importante instrumento para garantir segurança jurídica aos proprietários de imóveis rurais. Previsto na Lei 12.651/2012, que instituiu o novo código florestal brasileiro, o cadastramento ambiental rural é tarefa preferencialmente dos estados. Entretanto, o conjunto dos entes federativos tem a responsabilidade de construir um sistema integrado que ajude a todos na gestão ambiental rural do país. Pela lei, o cadastro é pré-condição para o ingresso nos processos de regularização ambiental e dele dependerá, no futuro, o acesso ao crédito rural. A expectativa é que todos os estados iniciem o cadastramento já integrado ao sistema nacional até dezembro deste ano. O prazo de um ano para inscrição no CAR, previsto na Lei, deverá ser iniciado ainda em dezembro de 2013.
Objetivo é formar profissionais para atuar em áreas atendidas pelo Programa Bolsa Verde  DA REDAÇÃO O Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Federal do Pará (IFPA) Campus Castanhal, estão selecionando, por meio de Edital, profissionais para o Curso em Gestão dos Recursos Naturais e Agroextrativismo na Amazônia Paraense. O Curso tem como objetivo formar profissionais em caráter interdiscilinar, para estarem aptos a atuar na área de Gestão de Recursos Naturais. As inscrições podem ser feitas até a próxima quarta-feira (06/11) pelo endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. document.getElementById('cloak1c31184300875a125a70a8548be5d0ca').innerHTML = ''; var prefix = 'ma' + 'il' + 'to'; var path = 'hr' + 'ef' + '='; var addy1c31184300875a125a70a8548be5d0ca = 'belem' + '@'; addy1c31184300875a125a70a8548be5d0ca = addy1c31184300875a125a70a8548be5d0ca + 'iieb' + '.' + 'org' + '.' + 'br'; var addy_text1c31184300875a125a70a8548be5d0ca = 'belem' + '@' + 'iieb' + '.' + 'org' + '.' + 'br';document.getElementById('cloak1c31184300875a125a70a8548be5d0ca').innerHTML += ''+addy_text1c31184300875a125a70a8548be5d0ca+''; . O público esperado é de 120 pessoas, entre profissionais de nível médio (formação técnica) e superior nas áreas de ciências agrárias, humanas e sociais, que atuem diretamente em campo com os agricultores familiares e populações agroextrativistas na Amazônia Paraense. Para participar é preciso possuir experiência mínima de um ano com formação e/ou assessoria a agricultores familiares e populações agroextrativistas na Amazônia, bem como ter disponibilidade de tempo para participar de todas as atividades de formação e ter acesso à internet para poder receber/enviar os materiais de formação não presencial.O curso será realizado nos municípios paraenses de Belém, Santarém e Bragança, nos meses de novembro e dezembro e busca refletir sobre os processos formativos, a partir das realidades das comunidades rurais e seus territórios nas regiões abrangidas pelo Programa Bolsa Verde na Amazônia Paraense. Além de construir conhecimentos práticos das agriculturas de base ecológica, manejo sustentável dos recursos naturais, gestão e administração de estabelecimentos familiares e organização sociopolítica das comunidades.Para participar, é necessário enviar a ficha de inscrição (disponível no edital de seleção), currículo (resumido) e declaração de despensa (em caso do candidato estar vinculado a alguma organização). A etapa não presencial do curso terá início no dia 11 de novembro, já a presencial, começa no dia 21, em Belém.Mais informações nos endereços www.iieb.org.br ou www.castanhal.ifpa.edu.br
Reunião será com representantes da indústria química e discutirá o efeito estufa  TINNA OLIVEIRAO seminário “Mudanças Climáticas: em busca de soluções sustentáveis” reunirá, nesta segunda-feira (04/11), especialistas para discutir temas relacionados à gestão das emissões de gases que causam o efeito estufa em busca do fortalecimento da economia de baixo carbono. O secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental, Carlos Klink, e a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, Mariana Meirelles, participarão do evento representando o Ministério do Meio Ambiente (MMA).Promovido pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), o encontro discutirá temas como o Marco Legal Brasileiro de Mudanças Climáticas, o cenário internacional, os instrumentos econômicos voltados às mudanças climáticas e os desafios e oportunidades para os setores industriais. O seminário ocorrerá de 8h30 às 17h no auditório da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.AÇÕES DO GOVERNO O primeiro painel discutirá o Marco Legal Brasileiro de Mudanças Climáticas. O secretário Carlos Klink apresentará as ações do MMA que visam incorporar a variável clima na gestão das entidades públicas e privadas, além da relação entre a Política Nacional de Mudança do Clima (PNMC) e a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), e os seus instrumentos institucionais. A secretária Mariana Meirelles participará da abertura do evento para discutir a importância do setor químico para a produção sustentável e debater um acordo que está sendo estruturado entre o MMA e a Abiquim  A PNMC, criada em 2009, estabelece como compromisso voluntário do Brasil a redução entre 36,1% e 38,9% das emissões nacionais de Gases do Efeito Estufa (GEE) projetadas até 2020. No que diz respeito ao setor industrial, o Plano Setorial de Mitigação da Mudança Climática para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Indústria de Transformação (Plano Indústria), publicado em 2010, apresenta uma meta de redução de 5% (base 2005) da projeção de emissões para 2020.Para isso, é necessária a elaboração de leis que estejam relacionadas à redução de emissões de GEE, como, por exemplo, a Política Energética Nacional e a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Outro mecanismo para viabilizar essa redução é o estabelecimento de critérios de preferência nas licitações e concorrências públicas para propostas com maior economia de recursos e redução de emissões de GEE e resíduos, assim como o fornecimento de informações por entidades públicas e privadas para estimativas de emissões. Apesar de ser considerado um fenômeno natural, o efeito estufa tem sofrido alterações que se tornaram as causadoras do aquecimento global. As mudanças decorrem do aumento descontrolado das emissões de gases poluentes, entre eles o dióxido de carbono e o metano. A liberação dessas substâncias na atmosfera ocorre por conta de diversas atividades humanas e econômicas, entre elas o transporte urbano, o desmatamento, a agricultura e a pecuária.Também participam desse debate os representantes do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC), que tem por objetivo conscientizar e mobilizar a sociedade para a discussão e tomada de posição sobre os problemas decorrentes da mudança do clima por gases de efeito estufa.
Informamos que em razão das condições climáticas no Estado do Rio de Janeiro, o lançamento do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SICAR) foi alterado para a próxima sexta-feira, 1º de novembro, às 14h30, na sede do Instituto Estadual do Meio Ambiente (INEA). Na ocasião, o sistema será apresentado pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.O Rio de Janeiro é o terceiro Estado a receber o lançamento da ferramenta que permite o registro público dos imóveis rurais e faz parte do processo de implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) em todo o país. Na ocasião, representantes do Ministério demonstrarão o funcionamento do sistema de cadastro e anunciarão os parceiros no Estado.Serviço:Pauta: Lançamento do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR) no Rio de JaneiroData: Sexta-feira, 1º de novembro de 2013Horário: 14h30Local: Sede do INEA - Av. Venezuela 110, Praça Mauá, Rio de JaneiroPara mais informações:Assessoria de Comunicação do MMAEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. document.getElementById('cloak1360b161a5022be6a1c1bd9c368b0819').innerHTML = ''; var prefix = 'ma' + 'il' + 'to'; var path = 'hr' + 'ef' + '='; var addy1360b161a5022be6a1c1bd9c368b0819 = 'imprensa' + '@'; addy1360b161a5022be6a1c1bd9c368b0819 = addy1360b161a5022be6a1c1bd9c368b0819 + 'mma' + '.' + 'gov' + '.' + 'br'; var addy_text1360b161a5022be6a1c1bd9c368b0819 = 'imprensa' + '@' + 'mma' + '.' + 'gov' + '.' + 'br';document.getElementById('cloak1360b161a5022be6a1c1bd9c368b0819').innerHTML += ''+addy_text1360b161a5022be6a1c1bd9c368b0819+''; - (61) 2028-1227
Empresas aderem a iniciativa em defesa da sustentabilidadeTINNA OLIVEIRAJá pensou no impacto de um produto para o planeta? A partir do lançamento da Rede Empresarial Brasileira de Avaliação de Ciclo de Vida, os consumidores poderão conhecer quais são os impactos ambientais de todas as etapas do processo produtivo. Esse conhecimento permitirá que o consumidor faça escolhas mais conscientes e que as empresas tomem decisões para melhorar os processos, produtos e serviços. A avaliação de ciclo de vida permite verificar a quantificação das cargas ambientais e a ponderação dos impactos positivos e negativos que um produto, sistema ou processo tem no meio ambiente. A análise envolve todas as etapas do processo produtivo, desde a matéria-prima ao pós-consumo, chegando à destinação final dos resíduos. Para a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Mariana Meirelles, a avaliação é essencial para que o consumidor possa fazer escolhas inteligentes. Mariana, que participou do evento inaugural da Rede nesta quarta-feira (30/10), em São Paulo, também reforçou a importância da avaliação do ciclo de vida dos produtos para orientação das compras governamentais para que, de fato, sejam mais sustentáveis. EMPRESASA iniciativa é uma parceria de nove grandes empresas, juntamente com o Instituto Akatu e a Associação Brasileira de Ciclo de Vida (ABCV). Braskem, Danone, Embraer, GE, Grupo Boticário, Natura, Odebrecht, Oxiteno e Tetra Pak são exemplos de empresas que já aderiram à iniciativa, aberta a todas as companhias interessadas em debater o tema.O objetivo da Rede Empresarial Brasileira de Análise de Ciclo de Vida é discutir e pesquisar métodos para se conhecer o ciclo de vida dos produtos, serviços e sistemas, de maneira que sejam incorporados no processo produtivo. Além disso, a Rede pretende informar ao consumidor a importância de se considerar esse tipo de análise na hora de fazer escolhas de compra, uso e descarte, tornando-a determinante na avaliação socioambiental de produtos e serviços, mobilizando as empresas, educando o consumidor e incentivando a elaboração de políticas públicas. PAPEL DO CONSUMIDOR Os consumidores precisam estar atentos ao longo percurso que um produto leva até chegar ao comércio. São muitos processos que exercem vários tipos de impactos sobre o meio ambiente. A avaliação do ciclo de vida envolve o impacto da emissão de gases de efeito estufa e o consumo de recursos naturais, água e energia.Conhecer esse processo ajudará as pessoas a optar por itens que tenham mais impactos positivos que negativos para a sociedade e o planeta. Também é importante atentar que o produto não acaba ao ser descartado. Ele continua o seu processo podendo ser reciclado ou reaproveitado. Para auxiliar nesse ciclo, é importante que os consumidores façam a separação básica dos resíduos em seco e úmido.Confira aqui o vídeo explicativo sobre ciclo de vida.
Documento definirá metas de redução do desmatamento e queimadas a serem alcançadas até 2020LUCIENE DE ASSISRepresentantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA), de outros dez ministérios, incluindo o Gabinete Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, reúnem-se, no dia 8 de novembro, na sede do MMA, em Brasília, para planejar a elaboração da nova versão do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado (PPCerrado). O documento definirá objetivos, metas e resultados a serem alcançados até 2020. A decisão de ampliar o horizonte temporal até 2020 deve-se à Lei 12.114/2009, que instituiu a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) e estabelece que o Brasil deverá reduzir suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) entre 36,1% e 38,9% no período. Para isso, é preciso haver uma redução de 40% nas emissões decorrentes do desmatamento desordenado no Cerrado e de 80% na Amazônia. A gerente de projetos do MMA, Juliana Simões, calcula que a proposta para o PPCerrado estará concluída até março de 2014.CONSULTA PÚBLICAA nova versão será colocada em consulta pública para que os governos estaduais e entidades da sociedade civil também apresentem sugestões, que devem ser incorporadas ao plano. Concluída esta etapa, a versão final será entregue, em maio do ano que vem, à ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. "Como o PPCerrado é um dos instrumentos da lei queinstitui a Política Nacional sobre Mudança do Clima, será possível pactuar, no âmbito do governo federal, resultados mensuráveis para o alcance da redução dos gases de efeito estuda prevista, com metas a serem alcançadas até 2020", avalia Juliana Simões. Criada em 2010, a Comissão Executiva do PPCerrado tem a atribuição de monitorar, acompanhar e propor medidas capazes de superar eventuais dificuldades na implantação do plano.O PPCerrado é um plano tático operacional, com ações, responsabilidades e metas claramente definidas. O principal objetivo é promover a redução contínua da taxa do desmatamento e da degradação florestal, bem como da incidência de queimadas e incêndios florestais no bioma Cerrado, por meio da articulação de ações e parcerias entre União, Estados, municípios, sociedade civil organizada, setor empresarial e universidades.Trata-se de um esforço governamental coordenado, que visa abandonar o atual modelo de crescimento predatório, considerando-se a importância de manter os remanescentes da vegetação nativa do Cerrado, bem como dos recursos naturais associados e da promoção de meios econômicos e sociais em benefício das populações do Cerrado. A primeira fase do PPCerrado contou com ações de todo o governo federal, entre 2010 e 2011, em consonância com o Plano Plurianual vigente na época.
Tudo será feito assegurando a integridade do patrimônio indígena SOPHIA GEBRIM  O Comitê Gestor da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI) foi instalado na manhã desta quarta-feira (30/10), no Centro de Formação em Política Indigenista da Fundação Nacional do Índio (Funai), em Sobradinho (DF). O grupo foi criado para articular, acompanhar e monitorar ações e programas de apoio à implantação da Política, instituída por meio do Decreto nº 7.747, de 2012. O objetivo da PNGATI é promover e garantir a proteção, recuperação, conservação e o uso sustentável dos recursos naturais das terras e territórios indígenas, assegurando a integridade do patrimônio indígena, a melhoria da qualidade de vida e as condições plenas de reprodução física e cultural das atuais e futuras gerações dos povos indígenas, respeitando sua autonomia sociocultural.   Representantes da Funai, da Comissão Nacional de Política Indigenista (CNPI), dos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Justiça, além de povos indígenas e sociedade civil, fazem parte do Comitê Gestor da PNGATI. Segundo o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Paulo Cabral, a PNGATI foi construída com grande participação dos povos indígenas e está baseada em sete eixos: proteção territorial e dos recursos naturais; governança e participação indígena; áreas protegidas, unidades de conservação e terras indígenas; prevenção e recuperação de danos ambientais; uso sustentável de recursos naturais e iniciativas produtivas indígenas; propriedade intelectual e patrimônio genético; capacitação, formação, intercâmbio e educação ambiental.PLANOS DE GESTÃO Dentro do contexto e atuação da PNGATI, o secretário reforçou qual o papel e ações do MMA, por meio da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEDR). “Hoje estamos apoiando 16 Planos de Gestão Territorial e Ambiental para a Amazônia Legal, no âmbito do Programa Demonstrativo dos Povos Indígenas, no valor de quatro milhões de reais”, disse. Segundo ele, os projetos já foram selecionados e em breve acontecerá uma capacitação inicial para os representantes das entidades em dois grupos distintos. “O primeiro grupo abriga dez projetos e o curso de capacitação será de 4 a 8 de novembro e o segundo será de 11 a 15 de novembro”, detalhou. “Para o primeiro grupo todas as passagens aéreas já estão emitidas e as diárias pagas.”PLANOS Cabral lembrou, ainda, que o MMA, por meio SEDR, está trabalhando na articulação para captação de três milhões de reais no Fundo Clima para elaboração de Planos de Gestão Territorial e Ambiental nos Bioma Caatinga e Cerrado. “O Conselho Deliberativo do Fundo Clima aprovou a proposta e a ideia é aportar este recurso no Projeto que a Funai está negociando com o Programa das Nações para o Desenvolvimento (PNUD) e a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), para que a Funai faça a execução”, explicou. E uma articulação com o Fundo Amazônia para captar 55 milhões de reais para apoiar propostas de elaboração e implantação dos Planos de Gestão Territorial e Ambiental em Terras Indígenas na Amazônia. O secretário citou como ação do MMA os cursos de Formação Continuada em PNGATI, organizados em parceria com a Funai, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB). “Estão sendo organizados quatro cursos”, revelou. “Três deles por iniciativa do IEB, com recursos internacionais, na Amazônia”. Além disso, a SEDR/MMA e o ICMBio, com os outros parceiros (Funai e IEB), estão realizando o Curso de Formação do Bioma Mata Atlântica para o Sudeste e Sul do país. “A oficina de mobilização aconteceu em agosto e a 1ª Etapa do Curso vai acontecer na segunda quinzena de novembro”, informou. “A Funai, em 2014, vai organizar os Cursos de Formação em PNGATI nos biomas Cerrado e Caatinga”.  A 1ª Reunião do Comitê Gestor da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI) será encerrada nesta quinta-feira (31), segundo e último dia do encontro, quando será discutida a minuta de Regimento Interno do Comitê e a Proposta de Diretrizes Gerais para Plano de Trabalho do Comitê Gestor.
Objetivo é adaptar documento à Política Nacional sobre Mudança do Clima LUCAS TOLENTINO A consulta pública para atualização do Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima) foi prorrogada. Os interessados terão até o dia 8 de novembro para enviar contribuições para a versão final. O objetivo é receber propostas que possam contribuir para o aperfeiçoamento do programa em consonância com a Política Nacional sobre Mudança do Clima. Além disso, em 12 de dezembro, haverá reunião presencial, em Brasília, para integrar os representantes da sociedade civil e do governo envolvidos no processo. Com a conclusão da consulta, as contribuições recebidas passarão por avaliação do Grupo Executivo (GEx) do Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima (CIM). Coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, o GEx analisará o material enviado e fará uma proposta de atualização do Plano, que será submetida ao CIM, coordenado pela Casa Civil, e à alta administração do governo federal. A previsão é que o processo termine até o primeiro semestre do próximo ano. A consulta é aberta a todos os públicos. Clique aqui para acessar o formulário para envio de contribuições, a versão em atualização do Plano Clima e outros documentos.
Construções sustentáveis, consumo de energia e água estão em debate  LUCAS TOLENTINO O governo federal discute medidas de sustentabilidade nos órgãos da administração do país. Entre esta quarta (30/10) e quinta-feira (31/10), ocorre o 1o Diálogo Finanças e Meio Ambiente: Seminário Internacional Gastos Sustentáveis e Eficiência Energética. Realizado em Brasília, o evento tem o objetivo de levantar soluções e debater experiências na aplicação de políticas ligadas ao tema, além de identificar desafios e estratégias para formular programas de eficiência de energia em prédios públicos. Organizado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Escola de Administração Fazendária (Esaf), o seminário tem apoio de programas de cooperação internacional com países como Alemanha, França e Estados Unidos. Entre os assuntos que serão discutidos, estão o fomento a construções sustentáveis, as inovações nos prédios pelo mundo afora e a integração do uso da água e dos resíduos nas edificações. Formas de economizar energia e custos também estão em pauta.CLIMAAs medidas de eficiência energética apresentam, entre outras, soluções para a redução das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera. O diretor de Mudanças Climáticas do MMA, Adriano Santhiago, destacou a necessidade de evitar a polarização. “Não dá para considerar como uma questão entre ambientalistas e desenvolvimentistas”, afirmou. “As mudanças climáticas fazem parte de um diálogo em que a variável ambiental é determinante, mas não pode ser encarada como a única”. A união de esforços entre os órgãos de caráter ambiental com os destinados à política financeira é essencial para a promoção da sustentabilidade no país. “Fóruns como esse permitem o fluxo de informações, trazem novos proposta para a área econômica e encontram alternativas para que os gastos públicos contemplem a questão ambiental”, afirmou o subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração do Ministério da Fazenda, Paulo de Tarso Campolina. “É possível almejar um mundo onde floresçam economias mais verdes.”
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