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Notícias

Sophia Gebrim  A experiência na produção de biocombustíveis, gestão ambiental rural e ações governamentais de regularização territorial foram apresentadas nesta sexta-feira (13/04), a uma comitiva de parlamentares finlandeses e integrantes da Embaixada da Finlândia no Brasil. Participaram do encontro representantes da Assessoria Internacional e das secretarias de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável (Sedr) e Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental (Smcq) do Ministério do Meio Ambiente (MMA). "Conhecer o êxito e sucesso recente do nosso país na produção de alimentos e energia limpa e a perspectiva em continuar ampliando a produção com a preservação ambiental foram os objetivos da visita da delegação finlandesa", disse o gerente de Sustentabilidade Ambiental do Agronegócio do MMA, Moisés Savian. Ele informou que a comitiva está interessada também em questões pontuais das politicas ligadas à agricultura e silvicultura. No encontro foi apresentado um panorama da situação ambiental no Brasil, com informações recentes do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o modelo de produção de biocombustíveis que preserva a matriz energética limpa e renovável. O grupo conheceu, ainda, o Programa de Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE), ferramenta de orientação e gestão territorial e ambiental que busca integrar aspectos sociais e ambientais na gestão do território, com formas adequadas de uso dos recursos naturais.
Luciene de Assis Representantes do governo, da iniciativa privada e de outros setores da sociedade civil organizada participam, na segunda-feira, 16 de abril, durante todo o dia, do Encontro Latino-Americano do Green Economies Dialogue, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. O objetivo do evento é debater e facilitar a compreensão do setor empresarial sobre os marcos regulatórios voltados para a sustentabilidade, no que se refere à economia verde inclusiva. O secretário da Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Roberto Cavalcanti, participará do evento, patrocinado por três instituições americanas, o United States Council Foundation, o United States Council for International Business e o Business and Industry Advisory Commitee. O tema envolve governo, iniciativa privada e outras partes interessadas em discutir o chamado crescimento verde, um dos principais itens que pautarão os posicionamentos da área industrial na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio +20), em junho deste ano
Quinta, 12 Abril 2012 16:16

Oficina orienta cadastro ambiental

Sophia Gebrim O Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceira com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) - gestor do Fundo Amazônia -, está desenvolvendo um programa específico de apoio à projetos de Cadastro Ambiental Rural (CAR) na região. A ação busca fomentar propostas de regularização ambiental nos estados e municípios que fazem parte da Amazônia Legal, por meio da capacitação de representantes dos setores públicos e privados. Com o objetivo de orientar os envolvidos no processo a elaborar propostas à carteira de projetos de apoio ao CAR aberta no Fundo Amazônia, o MMA, em parceira com BNDES e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), está promovendo uma série de oficinas regionais. Nesta quinta e sexta-feira (12 e 13/04), acontece em Brasília, a última etapa dos encontros, com a participação de representantes dos estados do Maranhão e Amapá. A primeira oficina foi realizada em Manaus, nos dias 22 e 23 de março e atendeu os estados do Amazonas e Roraima. A segunda, nos dias 9 e 10 de abril, em Porto Velho, com a participação de representantes de Rondônia, Acre e Mato Grosso.  APERFEIÇOAMENTO Para o gerente de Projetos do Departamento de Desenvolvimento Rural Sustentável da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Allan Milhomens, as oficinas ampliam as estratégias do MMA de apoio ao fortalecimento e aperfeiçoamento da capacidade dos estados de implementar o Cadastro Ambiental Rural (CAR), de forma descentralizada e eficiente. "Estamos orientando os estados na captação de recursos a serem direcionados eficientemente para elaborarem políticas ou reforçar suas estruturas de gestão dos processos de regularização ambiental rural", destaca o gerente do MMA. Exemplos reais já podem ser vistos nas iniciativas de implantação do CAR no Mato Grosso, Pará e Rondônia, em andamento, e que precisam ganhar escala e ser replicadas para outros estados. Milhomens destaca, também, que o Ministério do Meio Ambiente está atuando fortemente em parceria com o Ibama para oferecer aos estados um sistema robusto e integrado de informações geoespaciais, que permitam dar escala ao cadastramento dos imóveis.   ATÉ DEZEMBRO   A expectativa é que o CAR seja implantado em todos os estados  ainda em 2012. Para isso, o representante do MMA explica que um conjunto de ações estratégicas está sendo implementadas para fortalecer a capacidade dos estados. Entre elas, o apoio à estruturação e adaptação e integração de sistemas de informação, aquisição de equipamentos de Tecnologia da Informação (TI) e de imagens de satélite de alta resolução para a geolocalização dos imóveis e identificação de Áreas de Proteção Permanente (APP), além das reservas legais e remanescentes florestais. Há, ainda, ações cooperadas com atores públicos e entidades representativas do setor, visando a mobilização produtores rurais para o cadastramento. Outro aspecto enfatizado para o alcance dos objetivos do governo, segundo o gerente do MMA, para avançar na implementação de uma política de regularização ambiental rural, tem foco na geração e ampliação de capacidade técnica e operacional dos estados. Tanto na fase de implantação do cadastro e da gestão de suas informações, como nas etapas subsequentes de apoio e monitoramento dos processos de recuperação dos passivos ambientais dos imóveis declarados no CAR. ASCOM
Quinta, 12 Abril 2012 16:14

Por um serviço público verde

ICMBio Workshop internacional debate compras públicas e construções sustentáveis no Brasil. Experiências de sucesso na Europa e na Ásia serão apresentadas em Brasília nos dias 26 e 27. Letícia Verdi   O Estado é um grande consumidor e deve seguir uma série de procedimentos licitatórios que levem em conta critérios de sustentabilidade ao adquirir qualquer produto ou serviço. Para debater e aprofundar esse tema, acontece, nos dias 26 e 27 de abril, em Brasília, o I Encontro Internacional sobre Compras Públicas Sustentáveis, com o lema "fortalecer o desenvolvimento sustentável e a transição para uma economia verde". "Faremos um levantamento do que está sendo feito, nessa área, no Brasil e no mundo. Vamos levantar desafios e soluções para entraves que ainda existem", explicou a diretora do Departamento de Produção e Consumo Sustentáveis da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental (SAIC) do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ana Maria Neto. Participam do evento, além do Brasil, especialistas de mais cinco países: Suíça, Holanda, Reino Unido, Coreia e Argentina. A programação completa pode ser acessada no seguinte link: http://hotsite.mma.gov.br/cps/pagina-exemplo/ IMPACTO   O encontro reflete a principal meta do Plano Nacional de Produção e Consumo Sustentável (PPCS), elaborado pelo MMA: dobrar, num prazo de três anos, o número de consumidores conscientes no Brasil. Em números, passar de 5 pra 10% do total da população brasileira. Já as compras públicas representam de 16 a 20% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Portanto, incorporar a sustentabilidade nos procedimentos de compra dos governos significa modificar quase um quarto do padrão de consumo do país. "Recentemente, a Lei nº 12.187/2009, adotou o uso de poder de compra do Estado como importante instrumento para implementar a política de mudanças climáticas", lembrou a diretora da SAIC/MMA, ao destacar a importância dessa mudança de paradigmas dentro do governo. Ao contratar uma empresa para prestar serviços de limpeza, por exemplo, o órgão público deverá levar em conta critérios de correção social e ambiental e elaborar um edital que exija o uso de produtos biodegradáveis e o respeito aos direitos dos trabalhadores. Já ao reformar ou construir um prédio, a luz solar e a ventilação natural devem ser aproveitadas, a energia elétrica usada da forma mais econômica, os resíduos descartados corretamente e a reciclagem incentivada. Exemplos vindos da Europa e da Ásia serão compartilhados nos dois dias de debates em Brasília. O encontro é fruto de parceria entre o MMA, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e o Ministério da Educação (MEC), por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). As inscrições já estão esgotadas. CURSO   Além do workshop internacional, o MMA e o MEC promovem um curso presencial sobre contratações públicas sustentáveis destinado a gestores que de alguma forma participam do ciclo de compra: unidades requisitantes, pregoeiros e membros de comissões de licitação e assessorias jurídicas que exercem atividades no MMA e entidades vinculadas. O curso acontece nos dias 22 e 23 de maio, no Centro de Formação e Aperfeiçoamento do MEC. Terá duração de oito horas e serão oferecidas duas turmas, uma pela manhã e outra à tarde. Ainda há vagas e as inscrições devem ser enviadas para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. document.getElementById('cloakcf16681760d9b619deb3f798eccd0f68').innerHTML = ''; var prefix = 'ma' + 'il' + 'to'; var path = 'hr' + 'ef' + '='; var addycf16681760d9b619deb3f798eccd0f68 = 'gicelia.santos' + '@'; addycf16681760d9b619deb3f798eccd0f68 = addycf16681760d9b619deb3f798eccd0f68 + 'mma' + '.' + 'gov' + '.' + 'br'; var addy_textcf16681760d9b619deb3f798eccd0f68 = 'gicelia.santos' + '@' + 'mma' + '.' + 'gov' + '.' + 'br';document.getElementById('cloakcf16681760d9b619deb3f798eccd0f68').innerHTML += ''+addy_textcf16681760d9b619deb3f798eccd0f68+''; ASCOM
Quarta, 11 Abril 2012 16:13

Qualidade do mar será mapeada

Sophia Gebrim O desenvolvimento de ações de acompanhamento e monitoramento da qualidade do ambiente marinho foi discutido nesta quarta-feira (11/04), em Brasília, na 42ª Reunião Ordinária do Grupo de Integração do Gerenciamento Costeiro (Gi-Gerco), ligado à Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (Cirm). Para o presidente do grupo e diretor de Zoneamento Territorial do Ministério do Meio Ambiente, Adalberto Eberhard, o Brasil está inserido em um estágio onde é necessária a elaboração de programas específicos de acompanhamento da origem, tipo e localização dos resíduos que causam a poluição ambiental costeira. "Com base em estudos e pesquisas internacionais, podemos apontar que as principais fontes de poluição marinha, hoje, são os restos de nutrientes, o esgoto e o lixo marinho", explica o representante do MMA. Ele destaca que o mapeamento desses resíduos também deve ocorrer desde o continente, com controles feitos em terra, já que grande parte da poluição marinha é resultado das ações de degradação no continente. Por fim, de forma a integrar as ações de monitoramento a serem desenvolvidas, Eberhard destaca a importância do trabalho em conjunto com ações governamentais já existentes, como o Plano Nacional de Resíduos Sólidos. A ideia é adaptar os pontos do plano e fazer o seu direcionamento para a poluição marinha. "A meta do Ministério do Meio Ambiente e do grupo como um todo é desenvolver de forma integrada, com todos os agentes envolvidos, tanto governo e setor privado, ações de combate ao processo difuso de poluição do mar", destaca.   GESTÃO INTEGRADA Na reunião também foi feita uma breve apresentação sobre o Projeto de Gestão Integrada da Orla Marítima (Projeto Orla), ação conjunta entre o Ministério do Meio Ambiente e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Com isso, busca-se o ordenamento dos espaços litorâneos sob domínio da União, aproximando as políticas ambiental e patrimonial, com ampla articulação entre as três esferas de governo e a sociedade. Os objetivos do Projeto Orla estão baseados no fortalecimento da capacidade de atuação e articulação de diferentes atores do setor público e privado na gestão integrada da orla e desenvolvimento de mecanismos de participação e controle social para sua gestão integrada. Além de buscar a valorização de ações inovadoras de gestão voltadas ao uso sustentável dos recursos naturais e da ocupação dos espaços litorâneos. ASCOM
Terça, 10 Abril 2012 16:11

MMA tem novos dirigentes

Paulo de Araújo/MMA "Sejam mais ambiciosos e façam muito mais do que estamos propondo", pediu a ministra Izabella Teixeira na solenidade de posse. Trabalho deve se desenvolver de forma articulada, considerando os princípios da transparência. Luciene de Assis A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, empossou, nesta terça-feira (10/04) três novos integrantes de sua equipe. Na Secretaria de Biodiversidade e Florestas (SBF), o biólogo e professor da Universidade de Brasília Roberto Brandão Cavalcanti; na Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental (SMCQ), Carlos Augusto Klink, também biólogo de formação e ex-funcionário do Banco Mundial, e no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), o engenheiro agrônomo Roberto Ricardo Vizentin. A ministra lembrou que a posse confere um salto de qualidade na agenda ambiental, reforçando a posição de protagonista do Brasil nesta questão. Ao secretário Roberto Cavalcanti, pediu o estabelecimento de planos de manejo mais simplificados. Ela quer de Carlos Klink, da SMCQ, no âmbito do licenciamento ambiental, a convergência das ações entre diversidade biológica e mudanças climáticas, que conferem ao Brasil reconhecimento internacional. TRANSPARÊNCIA   Ao novo presidente do ICMBIO, Roberto Vizentin, determinou transparência nas decisões do órgão, por meio de uma diretoria colegiada; a construção de uma proposta para levar energia elétrica às comunidades que vivem dentro das unidades de conservação e o fortalecimentos dos centros de pesquisa científica, entre outros aspectos. "Sejam mais ambiciosos e façam muito mais do que estamos propondo", pediu Izabella Teixeira. Com longa experiência na área ambiental, Roberto Cavalcanti assume a Secretaria de Biodiversidade e Florestas com a missão de propor e definir políticas de conservação para florestas e para os biomas costeiros e marinhos, em atuação conjunta com a secretaria de Carlos Klink e com o ICMBIO, de Vizentin. "Trabalhem de forma articulada", recomendou a ministra. ASCOM
Sophia Gebrim Aumentar o consumo de alimentos saudáveis, a partir do uso sustentável dos recursos naturais, é o principal objetivo do Governo Federal com a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. A iniciativa, que está sendo elaborada por um Grupo de Trabalho Interministerial em conjunto com a sociedade civil, foi discutida nesta terça-feira (10/04), em Luziânia (GO), com representantes do governo e associações públicas e privadas. "Esse seminário encerra um ciclo de eventos regionais que o Ministério do Meio Ambiente promoveu para auxiliar a elaboração da política em prol da agroecologia e produção orgânica no país", destaca o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Paulo Cabral. Participaram do encontro representantes de associações ligadas à agroecologia, a pequenos agricultores e movimentos de mulheres no campo, voltados para e agricultura familiar orgânica, agroecológica e agroextrativista. O secretário ressalta, ainda, a importância da construção conjunta da política e do processo de interlocução na preparação de uma base sólida de subsídios para as diretrizes futuras. Para ele, o objetivo do governo neste momento é envolver outros ministérios e órgãos fundamentais no processo, assim como buscar diagnosticar instrumentos e mecanismos para a política. "Com isso, estamos cumprindo o importante papel de ouvir a sociedade e todos os envolvidos com o tema para listar as prioridades e necessidades", diz o representante do MMA.   OBJETIVOS O Grupo de Trabalho Interministerial responsável pela elaboração da política é coordenado pela Casa Civil. Dele fazem parte representantes dos ministérios do Meio Ambiente; Desenvolvimento Agrário; Desenvolvimento Social e Combate à Fome; Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Saúde; Educação; Planejamento, Orçamento de Gestão; e Fazenda. Além da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). São objetivos propostos pela política ampliar a produção, oferta e o consumo de produtos orgânicos e agroecológicos; assegurar assistência técnica e extensão rural e recursos financeiros para o desenvolvimento do beneficiamento, da comercialização e da produção orgânica e agroecológica; promover a produção agrícola e extrativista com a conservação dos recursos naturais e genéticos ampliando a ge ração de renda aos produtores por meio do acesso e desenvolvimento de mercados; estruturar um sistema de informações sobre os produtores e a produção orgânica e de base agroecológica; consolidar e fortalecer os mecanismos de controle para a garantia da qualidade orgânica; e reconhecer e retribuir os serviços ambientais prestados pelos agricultores agroecológicos e orgânicos. ASCOM
Quinta, 05 Abril 2012 15:30

Os números do desmatamento

Martim Garcia/MMA Situação atípica no Mato Grosso está sendo investigada. Ibama e outros órgãos federais estão em campo desde o início do ano. Em três meses, foram embargados 7 mil hectares e aplicados R$ 49,5 milhões em multas.   Mariana Branco  O desmatamento na Amazônia Legal, identificado pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), caiu 48,2% em março deste ano frente ao mesmo mês de 2011, de 116 para 60 quilômetros quadrados. Na comparação do período de agosto a março 2010/2011 com agosto a março de 2011/2012, o total da área desmatada ficou estável. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (05/04), em Brasília, pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Os números apontaram um pico de desmatamento no estado de Mato Grosso em fevereiro. De acordo com Izabella Teixeira, isso aconteceu porque a região ficou encoberta por nuvens de outubro de 2011 a janeiro de 2012. Com a redução da cobertura de nuvens em fevereiro, foi possível detectar os desmatamentos acumulados no período, que somaram 307 quilômetros quadrados. "Estamos pedindo à Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso para verificar legalidade desses desmatamentos", afirmou a ministra.   MIGRAÇÃOO Ministério do Meio Ambiente (MMA) também verificará os motivos da elevação do desmatamento em Roraima. Segundo Izabella Teixeira, o aumento do desmatamento de 12 para 56 quilômetros quadrados no período de agosto/2011 a março de 2012 frente a igual intervalo em 2010/2011 pode estar relacionado à migração de atividade madeireira ou outras atividades econômicas  para o Sul do Estado. Nos demais estados da Amazônia Legal, ainda não é possível avaliar o desmatamento em virtude da grande cobertura de nuvens. Os dados do Deter são fornecidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para fins de fiscalização. Esses dados são disponibilizados mensalmente no site do INPE. A ministra destacou que agentes do Ibama em conjunto com Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Instituto Chico Mendes, estão em campo desde 1º de janeiro intensificando a fiscalização. "Estamos mudando a estratégia, sem esperar virem dados do Deter para agir", disse. Do início de 2012 até 16 de março, o Ibama embargou 7 mil hectares e aplicou R$ 49,5 milhões em multas por desmatamento ilegal. Confira os dados apresentados durante a coletiva.  ASCOM
Quinta, 05 Abril 2012 15:29

Ministra inaugura laboratório florestal

Sophia Gebrim A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, inaugurou na tarde desta quinta-feira (05/04), as áreas de secagem e de preservação do Laboratório de Produtos Florestais do Serviço Florestal Brasileiro SFB), ligado ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama). O prédio de dois pavimentos possui área total de 428m2, onde serão instalados equipamentos de testes, estufas de secagem de madeira, câmaras de climatização, planta para impregnação com produtos preservantes, balanças e instrumentos de medição.  "A importância dessa estrutura vai além dos campos da pesquisa e capacitação científica pois, a partir do conhecimento das madeiras aqui analisadas é que aprimoramos a chave de identificação de espécies cadastradas on line em base de informação", explica a ministra. A partir daí, o fiscal do Ibama no campo pode identificar que tipo de madeira é aquela que está sendo objeto de desmatamento e se ela esta protegida na lista de espécies ameaçadas de extinção. O outro importante ganho com a inauguração do laboratório é aumentar o conhecimento técnico e científico a respeito da biodiversidade brasileira e o aproveitamento e possíveis usos daquilo que são os recursos madeireiros no Brasil. "Com isso, conseguimos um espaço laboratorial que testa, com equipamentos e recursos de pesquisa, toda a parte de compostos da madeira seca, qual o tipo de madeira analisado e a sua efetiva durabilidade", destaca Izabella Teixeira.  QUALIDADE Por fim, a ministra ressaltou a importância de conhecer a biodiversidade não só para protegê-la, mas para os usos sustentáveis daquilo que é o avanço do domínio tecnológico, buscando sempre proteger o homem e o meio ambiente. "Esse é mais um avanço naquilo que o Ministério do Meio Ambiente faz e mostra, ainda, que trabalhamos com pesquisa e conhecimento, oferecendo benefícios para aprimoramento da gestão ambiental no Brasil". Os estudos em secagem da madeira têm impacto na indústria madeireira, uma vez que por se tratar de uma etapa crítica do processamento desse produto, as indústrias do setor madeireiro e moveleiro necessitam de informações sobre as madeiras que processam, tal como o seu comportamento na secagem e o programa de secagem adequado para que se possa garantir a qualidade do produto final, evitando-se defeitos como rachaduras e empenamentos, resultantes de uma secagem deficiente ASCOM
Quarta, 04 Abril 2012 15:27

Brasil discute estratégia para a Rio+20

Márcia Kalume/Senado Acesso à água e produção de alimentos estarão na ordem do dia da reunião, segundo Dilma Rousseff. Brasil faz revisão Plano Nacional de Mudanças Climáticas. Mudanças serão apresentadas em novembro, durante reunião no Qatar.  Mariana Branco O debate sobre mudança do clima passa necessariamente por questões de geopolítica, sociais e econômicas, afirmou nesta quarta-feira (04/04) a presidenta Dilma Rousseff. Ela participou, no Palácio do Planalto, de reunião ordinária do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas. Na agenda do encontro, a revisão do Plano Nacional de Mudanças Climáticas (PNMC) e a preparação do Brasil para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) no que diz respeito ao tema. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, divulgou a agenda para consolidação dos planos setoriais do PNMC. De acordo com ela, de maio a julho deste ano haverá uma consulta pública pela internet a respeito das práticas e estratégias para mitigar as mudanças climáticas em setores como indústria, saúde, mineração e transportes. Em julho, haverá a análise dos resultados e, de agosto a novembro, o plano passará por revisão. A previsão é de que o texto revisto seja apresentado em novembro, no Qatar, durante a Conferência das Partes (COP) da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Ficou acertado ainda que o Ministério do Meio Ambiente e o Ministério das Relações Exteriores organizarão um encontro extraordinário do FMCB para discutir os principais pontos sobre mudanças climáticas a serem tratados na Rio+20. DEBAIXO DA MESA A presidenta da República destacou que a conferência sobre desenvolvimento sustentável, que acontece de 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro, será importante por ser a primeira a tratar oficialmente da relação existente entre questões ambientais, pobreza e crescimento. "Nós vamos explicitar uma discussão que estava embaixo da mesa", afirmou."Vários desafios se conjugam para os países que lá estarão, como acesso à água e produção de alimentos". O Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas tem como finalidade conscientizar e mobilizar a sociedade para a discussão e tomada de posição sobre os problemas decorrentes da mudança do clima por gases de efeito estufa. O FBMC é presidido por Dilma e integrado por 12 ministros de Estado, pelo diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), pesquisadores, acadêmicos e representantes da sociedade civil. ASCOM
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