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Notícias

Quarta, 06 Março 2013 18:27

Comunidades tradicionais têm apoio

Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica ajudará 25 milhões de pessoas que ocupam um quarto do território nacionalSOPHIA GEBRIM Políticas públicas de fortalecimento aos povos e comunidades tradicionais foram discutidas na manhã desta quarta-feira (06/03), na 21ª Reunião Ordinária da Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável de Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT), em Brasília. Participaram da agenda o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente (SEDR/MMA), Paulo Guilherme Cabral e o secretário-executivo adjunto do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Marcelo Cardona. A Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica foi apresentada pelo MMA no encontro como exemplo a ser seguido de política pública construída com a participação do governo e sociedade, que pode beneficiar comunidades tradicionais. “Por meio de debates e reuniões estamos conseguindo desenhar uma proposta que agrada a todos os envolvidos na produção orgânica e agroecológica, e o nosso objetivo é levar essa experiência para o fortalecimento de políticas voltadas aos povos tradicionais”, diz Paulo Cabral. Segundo ele, outro exemplo é o plano que o governo está preparando para o desenvolvimento extrativismo, agenda que também caminha em conjunto com as propostas da CNPCT. A CNPCT foi criada em 2007 com o objetivo de promover ação conjunta entre governo e sociedade para o fortalecimento social, econômico, cultural e ambiental dos povos e comunidades tradicionais. O grupo é presidido pelo MDS e secretariado pelo MMA. É constituído, ainda, por outros representantes de órgãos e entidades federais e de organizações não governamentais, que se reúnem de quatro em quatro meses para propor ideias e diretrizes de fortalecimento à agenda. SAIBA MAIS Povos e comunidades tradicionais são reconhecidos pelo Decreto 6.040, de 2007, como "grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos pela tradição." Há uma grande sociodiversidade entre os PCTs do Brasil. Segundo estimativas do professor e antropólogo Alfredo Wagner, 25 milhões de pessoas, um quarto do território nacional corresponde a povos e comunidades tradicionais, entre eles: povos indígenas, quilombolas, seringueiros, castanheiros, quebradeiras de coco-de-babaçu, comunidades de fundo de pasto, faxinalenses, pescadores artesanais, marisqueiras, ribeirinhos, varjeiros, caiçaras, praieiros, sertanejos, jangadeiros, ciganos, açorianos, campeiros, varzanteiros, pantaneiros, geraizeiros, veredeiros, vaatingueiros, retireiros do Araguaia, entre outros.
Quarta, 06 Março 2013 16:34

Xingu terá estudo socioeconômico

Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) publicaram, nesta quarta-feira (06/03), edital para contratação de pessoa jurídica para elaborar estudo socioeconômico com diagnóstico ambiental do município de São Félix do Xingu (Pará). O estudo deverá conter, ainda, a sistematização dos dados da situação socioeconômica e da ocupação e uso do solo, análise dos passivos, oportunidades e obrigações ambientais, bem como a análise das potencialidades econômicas e produtivas do município.
Terça, 05 Março 2013 17:48

Oficinas atuam na prevenção

Lideranças locais recebem treinamento sobre riscos ambientaisLUCIENE DE ASSISO Ministério de Meio Ambiente (MMA) promoverá dois eventos destinados a lideranças locais com o objetivo de prevenir riscos ambientais. As iniciativas são organizadas e realizadas em colaboração com a Associação Ecology Brasil em duas datas e cidades: dias 7 e 8 de março em Itaipava, em Petrópolis, e na semana seguinte, 11 e 12 de março, em Teresópolis, todas no estado do Rio de Janeiro.As Oficinas de Sensibilização e Intercâmbio sobre Prevenção de Riscos Ambientais para Lideranças Locais i destinam-se à análise do marco legal e institucional, e dos instrumentos de ordenamento territorial do Mosaico da Mata Atlântica Central Fluminense. Visam, também, valorizar os seus serviços ecossistêmicos na gestão de riscos ambientais em tempos de mudanças climáticas. Os objetivos das oficinas são informar sobre as opções para reduzir os riscos ambientais, com foco na conservação ambiental e no uso do solo; promover o intercâmbio de experiências e identificar medidas que auxiliem na conservação dos ecossistemas, no uso sustentável do solo e na redução dos riscos. Outros detalhes sobre o evento podem ser obtidos pelo telefone (21) 8339-5286 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. document.getElementById('cloak0aef65b114550322748b98b39c048e66').innerHTML = ''; var prefix = 'ma' + 'il' + 'to'; var path = 'hr' + 'ef' + '='; var addy0aef65b114550322748b98b39c048e66 = 'oficinasnoMCF2013' + '@'; addy0aef65b114550322748b98b39c048e66 = addy0aef65b114550322748b98b39c048e66 + 'gitec-consult' + '.' + 'com'; var addy_text0aef65b114550322748b98b39c048e66 = 'oficinasnoMCF2013' + '@' + 'gitec-consult' + '.' + 'com';document.getElementById('cloak0aef65b114550322748b98b39c048e66').innerHTML += ''+addy_text0aef65b114550322748b98b39c048e66+''; . Serviço:Evento: Oficinas de Sensibilização e Intercâmbio sobre Prevenção de Riscos Ambientais para Lideranças LocaisData: 7 e 8 de março de 2013Horário: das 9h às 17hLocal e endereço: Salão do Hotel Arcádia, Estrada União e Indústria, 10.126, Itaipava, Petrópolis/RJ.Evento: Oficinas de Sensibilização e Intercâmbio sobre Prevenção de Riscos Ambientais para Lideranças LocaisData: 11 e 12 de março de 2013Horário: das 9h às 17hLocal e endereço: Sala CTA G da Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Teresópolis (Aciat), Avenida José de Araújo Regadas, 142, salas 1 a 4, Centro, Teresópolis/RJ
Terça, 05 Março 2013 17:46

MMA apoia zoneamento no Piauí

Iniciativa objetiva propor diretrizes para a ocupação racional da terra e o uso sustentável dos recursos naturaisSOPHIA GEBRIMO Ministério do Meio Ambiente (MMA) apoiará o governo estadual na elaboração e implantação do Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) do Piauí. O Acordo de Cooperação Técnica firmado e publicado nesta segunda-feira (04/03), no Diário Oficial da União, prevê o apoio institucional e técnico por um período de 25 meses, com ações que contemplam, entre outras, o apoio à estruturação do Sistema Estadual de Informações Ambientais e a realização de atividades de capacitação de gestores públicos e privados. O ZEE é uma ferramenta de planejamento e organização do território, que identifica e analisa problemas e potencialidades com o objetivo de propor diretrizes para a ocupação racional da terra e o uso sustentável dos recursos naturais. O coordenador da Gerência de Zoneamento Ecológico-Econômico do MMA, Bruno Abe Saber Miguel, detalha como será desenvolvida a parceria, que não envolve a transferência de recursos. “Estão previstas, por exemplo, oficinas de sensibilização e cursos de capacitação para gestores estaduais e locais que trabalham na elaboração e implantação do ZEE, além de materiais didáticos que irão qualificar a formulação e a espacialização das políticas públicas”, disse. De forma complementar, representantes do MMA irão acompanhar e avaliar a elaboração de todas as etapas do zoneamento, que permitirá identificar, analisar e superar os principais problemas ambientais existentes no território piauiense, como o avanço do desmatamento e das áreas degradadas e o comprometimento da qualidade dos recursos hídricos. O ZEE abrangerá os 224 municípios, com detalhamento em dez dos 55 municípios do Cerrado Piauiense (região estratégica devido à sua rica biodiversidade). O objetivo é que, após o ZEE ser votado pela Assembleia Legislativa do Estado, sua versão final seja analisada pela Comissão Nacional do ZEE (CCZEE) e incorporada como instrumento de planejamento das ações do próprio governo federal.
Terça, 05 Março 2013 15:18

Soluções para as APAs

Gerenciamento das Áreas de Proteção Ambiental é avaliadoLUCAS TOLENTINOO Ministério do Meio Ambiente (MMA) incentivará o trabalho conjunto e a sustentabilidade na gestão das Áreas de Preservação Ambiental (APAs) do país. Durante a abertura do seminário destinado à discussão do assunto, na manhã desta terça-feira (05/03), o secretário de Biodiversidade e Florestas do MMA, Roberto Cavalcanti, destacou o desafio de gerenciar as diversas ações permitidas nas APAs. O evento será realizado até quinta-feira (07/03) e tem o objetivo de levantar soluções para a questão. Área de Proteção Ambiental é uma categoria de unidade de conservação criada com o intuito de proteger a qualidade ambiental e os recursos naturais existentes em um determinado território. O objetivo é preservar os processos naturais do bioma em que está inserida, além de direcionar o desenvolvimento e adequar as atividades de uso múltiplo às necessidades ambientais de cada área.PRIORIDADEA criação e o gerenciamento de APAs estão entre as prioridades do MMA. Para Roberto Cavalcanti, estas unidades surgem como mecanismos fundamentais para a preservação da biodiversidade. “As questões burocráticas e administrativas sempre tiveram papel secundário na gestão das APAs em função dos objetivos comuns”, declarou. O incentivo a uma economia verde baseado na preservação dos recursos naturais também é um dos objetivos. “A APA é uma classe de unidade de conservação em que o desenvolvimento sustentável é o grande ordenador da gestão”, afirmou Cavalcanti. “Um dos maiores desafios é conciliar, dentro de uma área restrita, quase todas as possibilidades de uso humano que podem existir.”Realizado pelo MMA, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e com a Agência de Cooperação Internacional Alemã (GIZ, na sigla em alemão), o seminário tem o objetivo de promover a discussão entre os gestores de APAs de todo o país e levantar recomendações ligadas à regulamentação dessa categoria de unidade de conservação. O presidente do ICMBio, Roberto Vizentin, afirmou que o diálogo entre os diversos atores é fundamental para a melhoria no trabalho desenvolvido nessas áreas. “Há um conjunto de variáveis na gestão das APAs que estão fora do nosso alcance. É preciso identificar quais são os fatores nas esferas locais e regionais que apresentam esses problemas”, explicou.
Segunda, 04 Março 2013 18:36

Tubarão: pesca proibida

Brasil propõe em seminário internacional medida drástica para permitir a preservação de espécies ameaçadasLUCIENE DE ASSIS O governo brasileiro levará aos participantes da X XVI Conferência das Partes da Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites) proposta que proíbe a pesca e comercialização de algumas espécies de tubarões e arraias em risco de extinção. O evento começou nesta segunda-feira (04/03) e vai até o próximo dia 15, em Bangkok, na Tailândia, reunindo representantes de mais de cem países de todos os continentes.O Ministério do Meio Ambiente (MMA) defende a inclusão no Anexo 2 da Cites do tubarão martelo e de outras espécies ameaçadas, que necessitam de maior controle no comércio internacional para sua conservação, inclusive em águas brasileiras. Esta convenção sobre o comércio internacional de espécies ameaçadas é considerada um dos acordos ambientais mais importantes para preservação das espécies, contando com a adesão da maioria dos países signatários da Cites. ÁGUAS TURBULENTASO Brasil aderiu à convenção ainda em 1975 e vem trabalhando internamente para melhorar a legislação que protege as espécies ameaçadas em águas brasileiras, como os tubarões martelo e as arraias. Em Bangkok, a proposta do MMA será defendida pela gerente de Biodiversidade Aquática e Recursos Pesqueiros (GBA), a analista ambiental Mônica Brick Peres. A maior parte dos países participantes da XVI Cites defende a adoção de medidas internacionais urgentes para conter o declínio global e contínuo de populações de tubarões e arraias. A Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção é um acordo realizado entre governos e seu objetivo principal é assegurar que o comércio de espécies de animais e plantas selvagens não ameace sua sobrevivência em todo o planeta.
Segunda, 04 Março 2013 16:39

Boas práticas para gerir APAs

Seminário em Brasília recebe gestores para levantar subsídios que orientarão a criação de novas áreasLUCIENE DE ASSISO aprimoramento da gestão das Áreas de Proteção Ambiental (APAs) será objeto de debate durante o I Seminário das Áreas de Proteção Ambiental do Brasil, marcado para começar nesta terça-feira (05/03), no auditório do ParlaMundi, em Brasília. O evento, com duração de três dias, está sendo organizado pela Gerência de Conservação da Biodiversidade da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Agência de Cooperação Internacional Alemã (GIZ, sigla em inglês). A APA é uma unidade de conservação destinada a proteger e conservar a qualidade ambiental e os sistemas naturais existentes no local, para melhoria da qualidade de vida da população e para proteção dos ecossistemas regionais. Seu objetivo primordial é a conservação de processos naturais e da biodiversidade, orientando o desenvolvimento e adequando as várias atividades humanas às características ambientais da área. SUBSÍDIOSO seminário terá a participação dos gestores das APAs brasileiras, com o objetivo de coletar subsídios para definir recomendações à criação e implantação de unidades semelhantes, debater recomendações destinadas à regulamentação desta categoria de área de proteção, e trocar experiências exitosas e boas práticas na gestão. Na pauta das discussões constam assuntos como a experiência histórica das APA no Brasil, tanto nos âmbito federal estadual e municipal; a base legal para gestão e implantação dessas áreas de proteção; o exemplo dos parques franceses no ordenamento territorial; o processo de elaboração do plano de manejo; a formação de parcerias para a sustentabilidade financeira da gestão de uma APA; a proteção de espécies marinhas, do mico leão; a regeneração dos mangues; o acordo de pesca no Amazonas; o manejo do pequi; e a importância das APAs da cidade de São Paulo para a proteção de mananciais, entre outros temas.Serviço:Evento: I Seminário das Áreas de Proteção Ambiental do BrasilDatas: de 5 a 7 de março de 2013Horários: das 8h30 às 18hLocal: ParlaMundiEndereço: SGAS 915, lotes 75/76, conjunto H, Asa Sul, ao lado do Templo da LBV, Brasília/DF
Segunda, 04 Março 2013 16:31

O Brasil e as florestas

Esforços no combate ao desmatamento e na promoção do desenvolvimento sustentável serão apresentados em evento globalLUCAS TOLENTINOOs esforços brasileiros no combate ao desmatamento e na promoção do desenvolvimento sustentável serão apresentados em território sueco. O secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Carlos Klink, representará o país, durante esta semana, na Cúpula Mundial de Florestas (World Forests Summit, em tradução livre), que ocorre em Estocolmo, capital da Suécia. A intenção é divulgar as políticas nacionais e conhecer experiências vivenciadas em outras localidades.A forma como o governo federal tem inserido o debate ambiental na agenda econômica será o foco dos dois discursos do secretário marcados para o evento. Na abertura do encontro, Klink explicará as iniciativas brasileiras voltadas para a preservação da Amazônia e para o incentivo à economia verde. Além disso, o secretário fará uma apresentação em que debaterá a importância da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio +20), realizada em junho de 2012, no Rio de Janeiro. Organizada pelo periódico inglês The Economist, a Cúpula Mundial de Florestas reunirá participantes de alto nível de diversas áreas com o objetivo de identificar pontos comuns e discutir mecanismos para que os responsáveis pela gestão de florestas possam integrar ações. Entre os participantes, estarão representantes dos governos da Noruega e da Suécia, de organizações não governamentais, da iniciativa privada e da Organização das Nações Unidas (ONU).
Sexta, 01 Março 2013 18:46

Em favor do bem comum

CGEN edita resolução que amplia a repartição de benefícios para a comunidade em que foi coletada a amostra de material usado em pesquisas LUCIENE DE ASSISOs integrantes do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGEN) aprovaram uma resolução que amplia a repartição de benefícios resultantes da pesquisa e desenvolvimento tecnológico de produtos a partir da biodiversidade brasileira. A Resolução nº 40/2013 do CGEN estabelece procedimentos para apresentação de projetos de repartição de benefícios, nos casos de acesso a componentes do patrimônio genético para uso comercial. A decisão vale para os casos em que as amostras forem obtidas em comércio, em áreas de propriedade da própria instituição que fará o acesso e na hipóteses de renúncia aos benefícios. O problema, de acordo com a área técnica do Departamento de Patrimônio Genético (DPG) da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), é que nem sempre a coleta do material, a partir da biodiversidade, pelas instituições, se dá no ambiente natural (in situ) onde se pode identificar claramente seu provedor.AMPLIAÇÃOPor isso mesmo, os conselheiros do CGEN entenderam que a repartição de benefícios, terceiro objetivo da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), é indispensável à conservação e uso sustentável da biodiversidade. Sendo assim, mesmo nos casos em que a amostra for obtida em área de propriedade da própria instituição que pretende realizar o acesso, assim como quando o provedor renunciar o recebimento da repartição de benefícios, persiste o interesse da sociedade brasileira de ações que estimulem a conservação e o uso sustentável da biodiversidade, esclarece a diretora do DPG, Eliana Gouveia Fontes.Segundo ela, a ocorrência geográfica da espécie, o custo de contratação de equipe para coleta e identificação do material biológico, bem como a identificação e a comprovação da titularidade da área de acesso em vista da situação fundiária brasileira acabam estimulando a obtenção de amostras em fontes cada vez mais acessíveis, como a compra de frutos, óleos e extratos em feiras e mercados, e as provenientes das amostras depositadas em coleções biológicas.AGENDA POSITIVA“A Resolução nº 40 representa um avanço na regulamentação do acesso e da repartição de benefícios no Brasil e reforça o empenho do Conselho na construção de uma Agenda de ABS (acesso e repartição de benefícios) positiva”, afirma o secretário de Biodiversidade e Florestas, Roberto Cavalcanti. Ele acredita que o dispositivo estimulará a inovação científica e tecnológica a partir da utilização da diversidade biológica brasileira, respeitando a livre iniciativa e promovendo a repartição de benefícios em prol da valorização e conservação da nossa biodiversidade.Os projetos de repartição de benefícios devem contemplar, preferencialmente, propostas que contribuam para conservação e uso sustentável da biodiversidade, incluindo a recuperação, criação e manutenção de coleções conservadas fora do lugar de origem (ex situ), o fomento à pesquisa científica, ao desenvolvimento tecnológico associado ao patrimônio genético e à capacitação de recursos humanos associados ao desenvolvimento dessas atividades, além de beneficiarem povos e comunidades tradicionais.O novo instrumento legal, que deve ser publicado nos próximos dois meses, reconhece a importância das instituições credenciadas como fiéis depositárias de patrimônio genético, pois funcionam como medida de rastreabilidade do material acessado, podendo também serem destinatárias da repartição de benefícios para aplicar na atividade de conservação do material sob sua guarda. “A Resolução 40 resolve um dos principais gargalos do CGEN, relativo à obtenção da amostra do patrimônio genético fora do seu ambiente natural”, afirma Eliana Fontes. “As novas regras são um estímulo para que instituições que realizam acesso ao patrimônio genético brasileiro em desacordo com a Medida Provisória nº 2.18616/2001, editada para regulamentar o acesso ao patrimônio genético, ao conhecimento tradicional associado e à repartição dos benefícios oriundos da sua exploração, possam buscar cada vez mais o sistema.”
Sexta, 01 Março 2013 17:32

Edital de apoio ao Xingu

SOPHIA GEBRIM Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) publicaram, nesta sexta-feira (01/03), edital de contratação de consultoria especializada para definição de parâmetros técnicos e metodológicos para recuperação de áreas degradadas no município paraense de São Félix do Xingu. A iniciativa faz parte do Pacto Municipal para Redução do Desmatamento e irá orientar a recuperação florestal no estado do Pará. Confira o edital.
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