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Segunda, 16 Dezembro 2013 19:17
Sistema de Cadastro Ambiental Rural chega esta semana a quatro Estados
Santa Catarina, Amapá, Amazonas e Acre oferecem mais segurança para o produtorLETÍCIA VERDIO Ministério do Meio Ambiente (MMA) lança, esta semana, o Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR) nos Estados de Santa Catarina, Amapá, Amazonas e Acre. Nesta terça-feira (17/12), é a vez de Santa Catarina e Amapá. Na quarta-feira (18), o lançamento acontece no Amazonas. E, na quinta (19), é a vez do Acre receber o sistema. O SiCAR é a ferramenta eletrônica nacional para inscrição no CAR, que garante a regularização ambiental de imóveis rurais.O secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, Paulo Guilherme Cabral, destaca a importância do CAR nos estados da Amazônia, dada a complexidade fundiária da região. “O cadastro tem uma importância estratégica para a ocupação e o uso sustentável da Amazônia, em especial pela grande biodiversidade e pela necessidade de controle do desmatamento”, diz Cabral, que representa o MMA nas cerimônias de lançamento na Região Norte. Participam também os secretários de meio ambiente locais e presidentes de institutos vinculados ao tema, além de órgãos federais e estaduais vinculados ao desenvolvimento rural. EXPERIÊNCIAEstados amazônicos como Mato Grosso, Pará e Rondônia já tinham instrumentos de cadastro ambiental rural antes da Lei Florestal (12.651), como estratégia de regularização ambiental associada ao combate ao desmatamento na Amazônia. Experiências como essa foram iniciadas também nos estados do Acre e Amazonas. Esses estados agora devem adequar seus sistemas de cadastro às exigências da nova lei e integrar-se ao sistema nacional.Já Santa Catarina possui um caso emblemático de envolvimento dos municípios na realização do CAR. A Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi) reúne 28 municípios caracterizados principalmente por pequenas propriedades rurais. O projeto desenvolvido pela Amavi foi motivado pela situação de irregularidade ambiental de imóveis rurais de agricultores e pecuaristas da região.SAIBA MAISO Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um dos desdobramentos da Nova Lei Florestal e garante a regularização ambiental de imóveis rurais. Instituído pela Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, e regulamentado pelo Decreto nº 7.830, de 17 de outubro de 2012, seus benefícios são a comprovação de regularidade ambiental, segurança jurídica para produtores rurais, acesso a crédito rural, acesso aos programas de regularização ambiental e instrumento para planejamento do imóvel rural.O SiCAR irá integrar os dados do CAR de todos os Estados. Por meio de site da internet www.car.gov.br, será possível cadastrar as informações dos imóveis rurais, indicando localização, perímetro, áreas de vegetação nativa, Áreas de Preservação Permanente (APP), de Reserva Legal (RL), e de uso restrito. O CAR opera como uma base de dados que integra informações ambientais das propriedades e posses, e tem também diversas aplicações, seja para o controle e monitoramento do desmatamento, como para planejamento ambiental e econômico dos imóveis rurais.Serviço:Lançamento do SiCAR no Amapá:Data: Terça-feira, 17 de dezembro de 2013Horário: 9h30Local: Auditório do Palácio do SetentriãoEndereço: Rua General Rondon, 259, Centro - Macapá (AP)Lançamento do SiCAR em Santa Catarina:Data: Terça-feira, 17 de dezembro de 2013Horário: 10hLocal: Sede do Sebrae – Parque Tecnológico AlfaEndereço: SC 401, Km 02, Lote 02, Bairro João Paulo - Florianópolis (SC)Lançamento do SiCAR no Amazonas:Data: Quarta-feira, 18 de dezembro de 2013Horário: 14hLocal: Auditório da Universidade do Estado do Estado doAmazonas – Escola Superior de Tecnologia (EST/UEA)Endereço: Av. Darcy Vargas, 1200 – Bairro do Parque Dez deNovembro – Manaus (AM)Lançamento do SiCAR no Acre:Data: Quinta-feira, 19 de dezembro de 2013Horário: 15hLocal: Teatro Hélio MeloEndereço: Memorial dos Autonomistas, Av. GetúlioVargas – Rio Branco (AC)
Segunda, 16 Dezembro 2013 17:33
Brasil e 114 países se unem pela biodiversidade e ecossistemas
Acordo é um marco importante no longo processo de criação de novo mecanismo internacionalLUCIENE DE ASSISRepresentantes de 115 países de todos os continentes aprovaram o primeiro programa de trabalho da Plataforma Intergovernamental sobre a Biodiversidade e os Serviços Ecossistêmicos (IPBES-2) para o período de 2014-2018. O chamado “Consenso de Antália”” é o resultado das deliberações da Segunda Sessão Plenária da Plataforma IPBES-2, que terminou nesse sábado (14/12), em Antália, Turquia, e foi considerado um marco importante no longo processo de criação desse novo mecanismo internacional. De acordo com o diretor do Departamento de Conservação da Biodiversidade (DCBio) do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Carlos Alberto Scaramuzza, há novos obstáculos a superar. “Apesar de o conhecimento científico sobre a perda da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos avançar a passos largos, a resposta política ao problema continua a representar um desafio relevante”, afirma. Scaramuzza acredita que a criação de uma plataforma internacional dedicada à interface entre ciência e política atenderá a este desafio.PROGRAMA DE TRABALHOO Brasil ofereceu recursos equivalentes a R$ 233 mil para o ano de 2014 com a finalidade de contribuir para a implantação do recém-aprovado programa de trabalho do IPBES. Serão realizadas, no Brasil, reuniões de trabalho regionais ou de suporte técnico com base nas atividades programadas, em cooperação com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), nas competências relacionadas a pesquisa e desenvolvimento.“Nosso desafio maior será promover, internamente, um forte engajamento nas diferentes instâncias da implementação da IPBES, da comunidade técnica e científica, autoridades regionais, ministérios e agências federais, além de partes interessadas em conservação de biodiversidade, desenvolvimento sustentável, comunidades locais e indígenas”, explica. A implantação dessa plataforma, defende, poderá se constituir em um instrumento efetivo para estabelecer e fortalecer as conexões entre a ciência da conservação da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos e as políticas públicas. O Consenso de Antália, segundo o diretor do DCBio, permitirá a elaboração de relatórios temáticos, regionais, sub-regionais e globais, sobre biodiversidade e serviços ecossistêmicos, a partir do envolvimento das comunidades científicas nacionais e internacionais. Ficou decidido, durante a plenária na Turquia, que a IPBES também promoverá atividades de capacitação, geração de conhecimento e o desenvolvimento de metodologias e ferramentas de apoio à adoção de políticas públicas para conservação e uso sust entável da biodiversidade.O programa de trabalho aprovado prevê a realização de relatórios temáticos sobre temas importantes para o Brasil, tais como polinização e polinizadores associados com produção agrícola; e avaliação dos métodos para formulação de cenários e modelagem de biodiversidade e serviços ecossistêmicos. Foram aprovados, ainda, termos de referência para a criação de três forças tarefas destinadas à capacitação; geração de conhecimento e dados; e conhecimentos tradicionais e indígenas.
Segunda, 16 Dezembro 2013 17:27
AVISO DE PAUTA - MMA lança SiCAR em Santa Catarina e Amapá nesta terça-feira
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lança, nesta terça-feira (17/12), o Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR) nos estados de Santa Catarina e Amapá.O Cadastro Ambiental Rural (CAR) faz parte do processo de implantação do novo Código Florestal. Entre os seus objetivos está a regularização ambiental dos imóveis rurais. Esse cadastro eletrônico permitirá ao proprietário ou possuidor do imóvel rural exercer suas atividades de forma legal, com segurança jurídica e sustentabilidade ambiental. Lançamento do SiCAR em Santa Catarina:Data: Terça-feira, 17 de dezembro de 2013Horário: 10hLocal: Sede do SEBRAE – Parque Tecnológico AlfaEndereço: SC 401, Km 02, Lote 02, Bairro João Paulo – Florianópolis (SC) Lançamento do SiCAR no Amapá:Data: Terça-feira, 17 de dezembro de 2013Horário: 9h30Local: Auditório do Palácio do SetentriãoEndereço: Rua General Rondon, 259, Centro, Macapá (AP) Para mais informações:Assessoria de Comunicação do MMAE-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
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Telefones: (61) 2028-1227 / 1165Site: www.mma.gov.br
Sexta, 13 Dezembro 2013 10:38
Roraima já possui o Sistema de Cadastro Ambiental Rural
Registro público eletrônico das informações ambientais dos imóveis está à disposição dos produtoresLETÍCIA VERDIO Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama), em parceria com a Fundação Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (FEMARH) de Roraima, lançaram nesta manhã (13/12) o Sistema de Cadastro Ambiental Rural (CAR) no Estado. Durante o evento, os governos estadual e federal apresentaram suas estratégias de implantação do CAR. “A participação dos produtores rurais será fundamental no cadastramento dos imóveis rurais", destacou o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, Paulo Guilherme Cabral.O CAR é o registro público eletrônico das informações ambientais dos imóveis rurais. O objetivo do cadastro é promover a identificação e a integração das informações ambientais das propriedades e posses rurais, visando o planejamento ambiental, monitoramento, combate ao desmatamento e regularização ambiental. A inscrição no CAR é obrigatória para todos os imóveis rurais, inclusive para posses. Criado pela Lei nº 12.651, de 2012, o CAR faz parte do Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente (SINIMA).Roraima tem 224.300,506 Km², 15 municípios e está todo no bioma Amazônia. Possui 10.082 estabelecimentos agropecuários, 8.908 de agricultura familiar e 1.402 de agricultura não familiar, segundo o Censo Agropecuário de 2006. Doze municípios possuem projetos de assentamentos rurais, abrangendo aproximadamente 12 mil imóveis em 65 projetos de assentamentos. Mais da metade do estado é área indígena. “O governo vai trabalhar para evitar sobreposições de imóveis rurais com terras indígenas já demarcadas”, explicou Cabral.
Quinta, 12 Dezembro 2013 20:04
Reunião presencial marca fim da consulta pública do Plano Clima
Plano revisado deve ser apresentado no primeiro trimestre de 2014TINNA OLIVEIRAA sociedade civil contribuiu, por meio de consulta pública, para a atualização do Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima), o principal instrumento para a implantação da Política Nacional sobre Mudança do Clima. A consulta pública eletrônica ficou aberta de 25 de setembro a 8 de novembro. Nesta quinta-feira (12/12) aconteceu a última reunião presencial. Durante o período, qualquer cidadão brasileiro pode oferecer suas contribuições, por meio do formulário disponível na internet. Do total de 27 formulários enviados, foram totalizadas 111 contribuições da consulta pública eletrônica. A versão final do plano revisado deve ser apresentada no primeiro trimestre de 2014.O Ministério do Meio Ambiente (MMA) é o coordenador do Grupo Executivo (GEx) do Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima (CIM). Apresentado em 2008 pelo governo federal, o Plano Clima visa incentivar o desenvolvimento e o aprimoramento das ações de mitigação no Brasil, colaborando com o esforço mundial de redução das emissões de gases de efeito estufa, bem como objetiva a criação das condições internas para lidar com os impactos da mudança global do clima (adaptação). AVALIAÇÃOO secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA, Carlos Klink, destacou que a consulta pública permitiu incorporar os avanços que aconteceram no Brasil na questão de mudanças do clima e a suas articulações com a negociação internacional. “Isso mostra o tamanho da ambição que o tema mudanças do clima tem dentro do país, pois não é só uma questão internacional, mas também a sociedade brasileira está muito engajada”, enfatizou.Klink lembra que existem nove planos para mitigação e já está sendo construído o Plano Nacional de Adaptação, previsto para ser concluído até 2015. O tema de mudanças do clima está em destaque no País. "Estamos nos tornando um exemplo internacionalmente e, aqui no Brasil, está criando raízes muito fortes em todos os setores da sociedade”, explicou. Para o secretário, a governança permite um diálogo para construção e elaboração de todos esses planos, com envolvimento de todos os setores dentro e fora do governo. “O documento reflete esse avanço e mostra de maneira sintética esse tremendo trabalho de coordenação”, salientou.ETAPASA atualização do Plano Clima passou por várias etapas. Desde janeiro, foram realizadas 17 reuniões do Grupo Executivo e sete reuniões do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC). “O fórum é o canal entre a sociedade e o governo sobre mudança do clima, por isso o governo sempre estimulou que a sociedade usasse o Fórum nas discussões”, explicou o diretor de Mudanças Climáticas do MMA, Adriano Santhiago. Segundo ele, vários setores trouxeram contribuições que foram incorporadas no texto apresentado durante a consulta eletrônica. A contribuição da população foi encerrada nesta reunião presencial, na qual participaram representantes do governo, da academia, do setor produtivo e da sociedade civil. O próximo passo é uma discussão governamental para fechar o documento final. Em 2009, o Congresso Nacional aprovou a Política Nacional sobre Mudança do Clima, com o ineditismo da adoção de vários compromissos nacionais voluntários de redução de emissões. Além disso, foi criado o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima e lançados diversos planos setoriais. Outros pontos que merecem destaque são a redução substancial do desmatamento no país, a mudança do perfil das emissões nacionais de gases de efeito estufa e a transformação substantiva da forma como diversos setores, governamentais ou não, se engajaram no esforço para enfrentar a mudança do clima.
Quinta, 12 Dezembro 2013 19:19
Brasil e 182 países discutem como repartir financiamentos ambientais
Recursos destinam-se a apoiar as iniciativas de desenvolvimento sustentável LUCIENE DE ASSIS Representantes de 183 países, doadores e beneficiários, em parceria com instituições internacionais, organizações da sociedade civil e do setor privado, estão reunidos, em Paris, para definir como será feita a sexta reposição dos recursos do Fundo Fiduciário do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (Global Environment Facility - GEF) para o período 2014-2017. Os recursos destinam-se a apoiar as iniciativas nacionais de desenvolvimento sustentável e relacionadas a questões ambientais globais. Esta é a terceira reunião destinada a definir o montante da reposição. Desde 1992, o GEF já investiu R$ 26,8 bilhões (US$ 11,5 bilhões) para subsidiar projetos sobre meio ambiente e clima em países em desenvolvimento e com economias em transição, financiando mais de 3.215 projetos em mais de 165 nações, entre outros investimentos. FINALIDADES O GEF é uma agência internacional e foi criado após a Conferência do Rio de Janeiro, em 1992, para prover verbas e fundos de concessão, para beneficiar projetos ambientais nas áreas de mudanças climáticas, diversidade biológica, águas internacionais, poluentes orgânicos persistentes e destruição da camada de ozônio. Também apoia os acordos globais destinados a combater a desertificação. O secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Roberto Cavalcanti, que está na reunião do GEF em Paris, confirmou que os recursos para o Fundo Fiduciário do GEF são reabastecidos a cada quatro anos. Durante as sessões de negociação, os participantes definem, ainda, o conjunto de reformas políticas a serem desenvolvidas, compiladas em um documento que orienta a programação de recursos (o documento de programação), e o volume de recursos que o GEF vai alocar aos países beneficiários, durante o período de reabastecimento. Como parte do processo de reposição, os participantes do encontro analisam os "Estudos da Performance geral" do GEF”, que são avaliações independentes das operações do Fundo no período de reposição anterior. Cavalcanti explicou como o Brasil participa das negociações. “Apoiamos as partes na busca dos resultados esperados pelo Plano Estratégico 2011-2020 da Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD), pois queremos um acordo abrangente sobre as questões pendentes relacionadas à estratégia e orientações da programação”, explicou. MEIO AMBIENTE Segundo Cavalcanti, estão sendo debatidas ideias para a elaboração de uma estratégia de longo prazo para o GEF, levando-se em consideração a evolução do mecanismo e da arquitetura financeira global para o meio ambiente. A primeira reunião de negociações para a sexta reposição ocorreu também em Paris, entre 3 e 4 de abril passado, com a participação de representantes de 29 países doadores, quatro representantes dos países beneficiários não doadores, dois representantes da sociedade civil, agências do GEF curador, Secretaria STAP e gabinete de avaliação. E o segundo encontro ocorreu em Nova Deli, Índia, em 10 e 11 de setembro. O fundo também serve como mecanismo financeiro para a CBD, a Convenção de Estocolmo sobre Poluentes Orgânicos (POPs), e a Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD). Embora o fundo não esteja, formalmente, ligado ao Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio (MP), apoia a sua implantação em países com economias de transição. FORTALECIMENTO O secretário chama atenção para o fato de muitos países emergentes, além de beneficiários, estão se tornando, igualmente, doadores do fundo, apesar de que há certa resistência dos países emergentes em deixarem de ser beneficiários, porque muitos desses recursos não são para ajudar o país, mas direcionados a questões ambientais de impacto global e há uma abertura para considerar o aumento das contrapartidas e participar dos projetos estratégicos. As doações, que são recursos a fundo perdido, são destinadas a ações de capacitação, fortalecimento, arranjos locais, consolidação de Unidades de Conservação (UC), e recuperação florestal. No Brasil, os recursos doados pelo GEF apoiam as ações do Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa); o GEF Mar, que é um programa de expansão do sistema de UC marinha e de pesquisa biológica marinha; o GEF Cerrado, o qual investe na expansão dos sistemas de UC e no fortalecimento dos arranjos produtivos locais no cerrado; o Projeto GEF Polinizadores, que reuniu uma série de informações sobre as causas de declínio dos polinizadores. PARCERIAS “O Brasil tem posição de destaque no GEF porque, ao lado da Indonésia, o país é o número um em biodiversidade inclusive em relação aos ecossistemas marinhos, e, por isso, recebe recursos vultosos do Fundo, além de ser, também, um doador”, lembrou Cavalcanti. Para ele, a posição do Brasil influencia muito a disponibilidade e alocação de recursos, porque com outros países, como a China, a própria Indonésia e várias nações amazônicas, os investimentos em biodiversidade têm um impacto regional e, em muitos casos, global. O GEF opera com um sistema de rodadas de financiamentos. E, em 2013, será encerrada a linha do tempo da quinta rodada. Na mesa de negociações estão em debate, entre outros itens, o valor total dos recursos para a sexta rodada (cada ciclo dura em torno de quatro anos), ainda não definido e para quem vai o dinheiro.
Quinta, 12 Dezembro 2013 17:18
AVISO DE PAUTA - MMA lança CAR em Roraima
O Secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável, Paulo Guilherme Cabral, lança, nesta sexta-feira (13), às 10h, o Cadastro Ambiental Rural (CAR) no estado de Roraima. O CAR consiste no registro eletrônico obrigatório, de abrangência nacional, para todos os imóveis rurais. Ele substitui, entre outros instrumentos, a averbação obrigatória da Reserva Legal que constava no Código Florestal de 1965. Os dados fornecidos ao CAR são de caráter declaratório e de responsabilidade do proprietário rural, e devem ser atualizados sempre que houver alterações de domínio ou características do imóvel. O CAR foi criado pela Lei nº 12.651/2012 e regulamentado pelo Decreto nº 7.830/2012. Faz parte do Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente (SINIMA).Pauta: Lançamento do CAR em RoraimaData: Sexta-feira, 13 de dezembro de 2013Horário: 10hLocal: Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Avenida General Penha Brasil 1123, São Francisco, Boa Vista- Roraima (RR) Para mais informações:Assessoria de Comunicação do MMAE-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
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Quinta, 12 Dezembro 2013 16:37
Seminário em Belém busca restauração florestal
Pará poderá ser o primeiro Estado a ter o Programa de Regularização Ambiental elaboradoLETÍCIA VERDINesta sexta-feira (13/12), o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará (Sema/PA) realizam o seminário “Construção do Programa de Regularização Ambiental do Pará”. Gestores, pesquisadores e técnicos envolvidos na gestão ambiental estarão presentes para discutir o assunto e oferecer contribuições ao programa. O seminário conta com 200 inscritos, entre os quais estão todos os secretários municipais de Meio Ambiente do Estado e mais de 50 prefeitos.“O objetivo do seminário é ampliar a discussão sobre a estratégia que o Pará irá adotar e colher subsídios para os ajustes finais antes da publicação do decreto municipal que normatiza o Programa de Regularização Ambiental (PRA)”, afirma a gerente de projetos do Departamento de Zoneamento Territorial do MMA, Nazaré Soares.DESMATAMAENTOO apoio ao PRA no Estado foi realizado pelo MMA, por meio do projeto do Pacto Municipal para a Redução do Desmatamento em São Félix do Xingu (Pacto Xingu), em parceria com a Comissão Europeia e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). O município de São Félix do Xingu era o campeão de desmatamento até 2010 e, com as ações do governo federal, o desmatamento vem caindo. O projeto de São Félix, agora, está sendo usado como piloto para outros municípios.Segundo a gerente, o Pará poderá ser o primeiro estado a ter sua estratégia de restauração florestal elaborada. “A estratégia não é só legal”, destaca. “Elaboramos indicativos técnicos e metodológicos, além do normativo jurídico (decreto)”.O evento conta ainda com a Organização Não Governamental The Nature Conservancy (TNC) e será realizado no Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém. É resultado das discussões sobre os parâmetros, procedimentos e critérios para a restauração das Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Áreas de Reserva Legal (ARLs), de acordo com o Novo Código Florestal Brasileiro (Lei n º 12.651/2012).PRAO PRA é considerado um dos mais importantes instrumentos da nova lei, já que permitirá a solução de vários passivos ambientais dos produtores rurais. Além disso, será um fator a ser considerado no acesso aos incentivos financeiros dos serviços ambientais, como a Cota de Reserva Ambiental (CRA), que valoriza os ativos florestais.O programa tem como objetivo a adequação ambiental das propriedades e posses rurais a partir da recuperação de Áreas de Reserva Legal e Áreas de Preservação Permanente degradadas. A inscrição do imóvel rural no Cadastro Ambiental Rural (CAR) é condição obrigatória para adesão ao Programa de Regularização Ambiental.ServiçoData: Sexta-feira (13/12)Horário: Das 9h às 18hLocal: Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia – Belém do ParáEndereço: Avenida Doutor Freitas, s/n. Esquina com a Travessa Brigadeiro Protásio de Oliveira. Bairro Marco
Quinta, 12 Dezembro 2013 16:25
Conselho Deliberativo do FNMA inicia processo eleitoral
Instituições inseridas no Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas poderão concorrer e votar TINNA OLIVEIRAInstituições ambientalistas poderão concorrer a cinco vagas no Conselho Deliberativo do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA). O edital de convocação está previsto para ser publicado em janeiro. Podem participar organizações não governamentais inseridas no Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas (CNEA). O Conselho Deliberativo é um órgão colegiado do Ministério do Meio Ambiente que tem, entre suas atribuições, definir prioridades e diretrizes para atuação do FNMA. Ele tem como função julgar os projetos apresentados. É integrado por 17 membros, sendo nove do governo e oito da sociedade civil. Do total da sociedade civil, cinco representantes são eleitos a cada dois anos, um por região geográfica.O conselheiro Raul Torrico foi eleito o presidente da Comissão Eleitoral, na primeira reunião realizada nesta semana. Ele reforça a importância da participação da sociedade civil nesse processo que é democrático, transparente e sem burocracia. “A mobilização e participação da sociedade civil é de extrema importância, pois no Conselho nós conseguimos decidir políticas públicas e alocar recursos públicos”, enfatiza.O Conselho Deliberativo garante a transparência e o controle social na execução de recursos públicos destinados a projetos socioambientais em todo o território nacional. Torrico reforça que a mobilização da sociedade civil ajuda a fortalecer a política ambiental no país.ENTENDA O PROCESSOCom o edital de convocação, as instituições do CNEA poderão se candidatar, enviando ofício ao fundo, assinado pelo representante legal. Após o período de candidaturas, previsto para encerrar no dia 17 de fevereiro, será aberto o período de votação, que terá duração de 60 dias. A votação será por meio eletrônico, por meio de um sistema próprio do MMA. Todas as orientações sobre como acontecerá a votação serão enviadas, por ofício, às instituições do CNEA, a partir da publicação do edital de convocação. O FNMA tem a missão de contribuir, como agente financiador, por meio da participação e controle social, para a implantação da Política Nacional do Meio Ambiente. Criado há 24 anos, é o mais antigo fundo ambiental da América Latina, sendo referência pelo processo transparente e democrático na seleção de projetos. Mais informações aqui.
Sexta, 13 Dezembro 2013 00:00
MMA abre prazo para selecionar espaços exibidores do Tela Verde
Cadastramento pode ser feito pela internet até 30 de janeiroTINNA OLIVEIRAEstá aberto, até 30 de janeiro, o prazo para cadastramento de instituições que tenham interesse em ser espaços exibidores de vídeos socioambientais da 5ª Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente - Circuito Tela Verde. Atualmente, existem mais de 1,5 mil espaços espalhados em todo País. Para se cadastrar, basta acessar o link e preencher o formulário.“Com o aumento do número de espaços, esperamos ampliar o número de expectadores e, assim, promover mais debates socioambientais no Brasil motivados pelos vídeos”, reforça o diretor do Departamento de Educação Ambiental (DEA) da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental (SAIC), do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Nilo Diniz.Os espaços cadastrados receberão kit para exibição dos filmes. Neste mês, ainda está aberto o prazo para envio dos vídeos socioambientais que, após seleção, farão parte da quinta edição. Os filmes comporão o kit formado também por cartazes e orientações para realização da Mostra. Essa iniciativa atende à demanda por materiais pedagógicos multimídias sobre a temática socioambiental.INICIATIVA INOVADORAO Circuito Tela Verde é uma iniciativa dos ministérios do Meio Ambiente e da Cultura, por intermédio da Secretaria do Audiovisual. A 5ª Mostra está prevista para acontecer no primeiro semestre do ano que vem. O objetivo é divulgar e estimular atividades de educação ambiental, participação e mobilização social por meio da produção independente audiovisual, no contexto da educomunicação.Os vídeos trazem temas como separação do lixo, reciclagem, consumo sustentável e biodiversidade, conservação de parques nacionais. Os filmes podem ser curtas, vinhetas, animações, produzidos a partir de filmadoras, câmeras de celular, digitais ou qualquer outro equipamento que capture imagem e som.As edições anteriores já exibiram mais de 190 filmes para quase 400 mil pessoas. O público do circuito é formado, em geral, por estudantes de todos os níveis - fundamental, médio e superior - professores, ambientalistas, servidores públicos, representantes de movimentos sociais, técnicos e funcionários de instituições ou empresas privadas.Faça aqui a inscrição.