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Segunda, 09 Abril 2018 17:07
Consumo de Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio
IndicadorConsumo de Substâncias que Destroem a Camada de OzônioDescriçãoO indicador permite verificar a evolução do consumo brasileiro de Substâncias que Destroem o Ozônio (SDO), apoiando a tomada de decisão voltadas para ações de proteção da camada de ozônio, em especial, verificando o nível de cumprimento dos compromissos assumidos pelo Brasil, perante o Protocolo de Montreal, com relação à redução do consumo das substâncias que destroem a camada de ozônio. TemaMudança do ClimaObjetivo ODSObjetivo 12. Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.Meta ODSMeta 12.4 até 2020, alcançar o manejo ambientalmente adequado dos produtos químicos e de todos os resíduos, ao longo de todo o ciclo de vida destes, de acordo com os marcos internacionalmente acordados, e reduzir significativamente a liberação destes para o ar, água e solo, para minimizar seus impactos negativos sobre a saúde humana e o meio ambiente. GráficoGráficoAnáliseO indicador demonstra a tendência de redução do consumo das substâncias que destroem a camada de ozônio conforme compromissos assumidos pelo Brasil perante o Protocolo de Montreal e que faz parte do esforço global para recuperação da camada de ozônio aos níveis existentes na década de oitenta.DesafioO principal desafio é manter o controle da importação e exportação das substâncias que destroem a camada de ozônio, considerando que estas são as variáveis necessárias para o cálculo do consumo destas substâncias conforme fórmula definida pelo Protocolo de Montreal.Uniade de medidaToneladas de PDO – potencial de destruição do ozônio (t PDO).AbrangênciaNacional.DesagragaçãoNão se aplica.Fonte física• IBAMA• Ministério do Meio Ambiente;• Banco de dados do Protocolo de Montreal (Data Access Centre).PeriodicidadeAnual.ElaboraçãoSecretaria de Mudança do Clima e Florestas - SMCFDepartamento de Monitoramento, Apoio e Fomento em Ações de Mudança do Clima – DMAFCoordenação-Geral de Proteção da Camada de Ozônio.Coordenação/RevisãoMagna Leite Luduvice.Última atualização19/03/2018.Análise do IndicadorNão se aplicaMetadadosFolha metodológica Folha Síntese Banco de Dados
Segunda, 09 Abril 2018 16:34
Número de participantes alcançados por ações e iniciativas de informação e formação com conteúdo de desenvolvimento sustentável
IndicadorNúmero de participantes alcançados por ações e iniciativas de informação e formação com conteúdo de desenvolvimento sustentávelDescriçãoNúmero de participantes em cursos, seminários e outras iniciativas de formação em meio ambiente e desenvolvimento sustentável oferecidos pelo Ministério do Meio Ambiente e seus parceiros e vinculadas.TemaQualidade ambientalObjetivo ODSODS 4. Assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.Meta ODSMeta 4.7 Até 2030, garantir que todos os alunos adquiram conhecimentos e habilidades necessárias para promover o desenvolvimento sustentável, inclusive, entre outros, por meio da educação para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida sustentáveis, direitos humanos, igualdade de gênero, promoção de uma cultura de paz e não violência, cidadania global e valorização da diversidade cultural e da contribuição da cultura para o desenvolvimento sustentável.GráficoAnáliseO gráfico apresentado traz as informações sobre a quantidade de pessoas formadas tanto nos momentos presenciais quanto em EAD. Percebe-se um avanço considerável no número de formados em 2016. No ano de 2017 devido a problemas de ordem financeira e executiva, o MMA ficou sem poder realizar cursos EAD o que fez com que o número decrescesse e os nossos esforços foram ampliados para os momentos presenciais.DesafioA Plataforma de Educação à Distância do Ministério do Meio Ambiente é alimentada pelos responsáveis pelos cursos e é administrada pelo Departamento de Educação Ambiental da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente. A contagem dos participantes será feita automaticamente pelos mecanismos das bases de dados.Uniade de medidaNumérica.AbrangênciaNacional.DesagragaçãoPossível desagregar por temas, carga horária e modalidade de realização.Fonte físicaNão se aplica.PeriodicidadeAnual.ElaboraçãoSecretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental – SAICDepartamento de Educação Ambiental – DEA.Coordenação/RevisãoCoordenação-Geral de Gestão de Informações sobre Meio Ambiente – CGGI/MMA.Última atualização19/03/2018.Análise do IndicadorIndicadores Estratégicos do Ministério do Meio Ambiente – Educação Ambiental.MetadadosFolha metodológica Folha Síntese Banco de Dados
Quinta, 14 Setembro 2017 17:22
Concentração de Dióxido de Nitrogênio (NO2), na Região Metropolitana de São Paulo
Indicador Concentração de Dióxido de Nitrogênio (NO2), na Região Metropolitana (RM) de São Paulo.Entidade Responsável Secretaria de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental - SRHQDescriçãoMédia anual da concentração de material particulado com diâmetro menor que 10 micrômetros (MP10) em três estações de monitoramento pré-definidas na RM de São Paulo (Marginal Tietê-Ponte, Cerqueira César e Osasco).RelevânciaO dióxido de nitrogênio é um gás poluente com ação altamente oxidante, sua presença na atmosfera é fator chave na formação do ozônio troposférico.As fontes de emissão antropogênicas deste poluente são os processos de combustão, por fontes móveis e fixas. Altas concentrações de NO2 podem levar ao aumento de internações hospitalares decorrente de problemas respiratórios, problemas pulmonares e agravamento à resposta das pessoas sensíveis a alérgenos. No ambiente pode levar a formação de smog fotoquímico e de chuvas ácidas.Este indicador retrata as condições atmosféricas, relativas a presença do poluente dióxido de nitrogênio.Unidade de Medidaμg/m³.Periodicidade de Atualização do IndicadorAnualFonte de DadosCompanhia Ambiental do Estado de São Paulo – CETESB.Fonte URLhttp://qualar.cetesb.sp.gov.br/qualar/home.doObjetivo/Meta ODS RelacionadosODS 11 – Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.Meta 11.6 - Até 2030, reduzir o impacto ambiental negativo per capita das cidades, inclusive prestando especial atenção à qualidade do ar, gestão de resíduos municipais e outros.Gráfico do IndicadorFonte: Gráfico baseado em dados do sistema de informações da qualidade do ar (Qualar), da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo – CETESB.Análise do IndicadorNas estações de monitoramento consideradas há tendência positiva neste indicador, com diminuição nos valores encontrados. Entre 2012 e 2016 a redução observada foi de 17,8%, passando de 56 para 46 μg/m³. MetadadosFolha Metodológica Folha Ficha Síntese Banco de Dados
Quinta, 14 Setembro 2017 17:21
Concentração de Material Particulado com Diâmetro Menor que 10 micrômetros (MP10), na Região Metropolitana (RM) de São Paulo
Indicador Concentração de material particulado com diâmetro menor que 10 micrômetros (MP10), na região metropolitana (RM) de São Paulo.Entidade ResponsávelSecretaria de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental - SRHQDescriçãoMédia anual da concentração de material particulado com diâmetro menor que 10 micrômetros (MP10) em três estações de monitoramento pré-definidas na RM de São Paulo (Marginal Tietê-Ponte, Cerqueira César e Osasco).RelevânciaO material particulado é um poluente atmosférico que ao ser inalado pode trazer efeitos negativos à saúde humana, como: câncer respiratório, arteriosclerose, inflamação de pulmão, agravamento de sintomas de asma, aumento de internações hospitalares e óbito. As fontes principais de material particulado são a queima de combustíveis fósseis, queima de biomassa vegetal, emissões de amônia na agricultura e emissões decorrentes de obras e pavimentação de vias.Este indicador retrata as condições atmosféricas, relativas a presença do poluente material particulado com diâmetro menor que 10 micrômetros (MP10).Unidade de Medidaμg/m³.Periodicidade de Atualização do IndicadorAnualObjetivo/Meta ODS RelacionadosODS 11 – Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.Meta 11.6 - Até 2030, reduzir o impacto ambiental negativo per capita das cidades, inclusive prestando especial atenção à qualidade do ar, gestão de resíduos municipais e outros.Gráfico do IndicadorFonte: Gráfico baseado em dados do sistema de informações da qualidade do ar (Qualar), da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo – CETESB.Análise do IndicadorNota-se uma tendência positiva para este indicador, representando melhoria na qualidade do ar na RM de São Paulo, com diminuição nos valores encontrados. Entre 2012 e 2016 a redução observada foi de 19,5%, passando de 41 para 33 μg/m³.Fonte de DadosCompanhia Ambiental do Estado de São Paulo – CETESB.Fonte URLhttp://qualar.cetesb.sp.gov.br/qualar/home.doMetadadosFolha Metodológica Folha Ficha Síntese Banco de Dados
Quarta, 06 Setembro 2017 08:27
Percentual de Espécies da Fauna/Flora Ameaçadas de Extinção com Planos de Ação ou outros Instrumentos para Recuperação e Conservação
IndicadorPercentual de Espécies da Fauna/Flora Ameaçadas de Extinção com Planos de Ação ou outros Instrumentos para Recuperação e Conservação O15_M15.5_I01Entidade ResponsávelSecretaria de Biodiversidade - SBioDescriçãoEspécies da fauna/flora nativa brasileira ameaçadas de extinção contempladas em Planos de Ação ou outros instrumentos para recuperação e conservação.RelevânciaA manutenção da biodiversidade é importante para suportar a vida na Terra e garantir o fornecimento dos múltiplos meios de subsistência. Conforme estabelecido junto à Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), foram definidas as metas nacionais para reduzir as pressões diretas sobre a biodiversidade e promover seu uso sustentável (metas 5-10), bem como melhorar a situação da biodiversidade protegendo ecossistemas, espécies e diversidade genética (metas 11-13). Dentre estas metas destaca-se a de nº 12, que visa reduzir significativamente o risco de extinção de espécies ameaçadas.Como a meta é “Tomar medidas urgentes e significativas para reduzir a degradação de habitat naturais, estancar a perda de biodiversidade e, até 2020, proteger e evitar a extinção de espécies ameaçadas”, entende-se que o indicador é extremamente relevante, pois mensura o número de espécies que possuem medidas para evitar sua extinção. Este indicador trata de todas as espécies da fauna e flora ameaçadas de extinção no país e também contempla todos os instrumentos possíveis para recuperação e conservação dessas espécies.Unidade de MedidaPercentagem (%).Periodicidade de Atualização do IndicadorAnualFonte de DadosDepartamento de Conservação e Manejo de Espécies – DESP/SBio/MMA. Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio. Jardim Botânico do Rio de Janeiro – JBRJ.Objetivo/Meta ODS RelacionadosODS 15 - Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade.Meta 15.5 - Tomar medidas urgentes e significativas para reduzir a degradação de habitat naturais, estancar a perda de biodiversidade e, até 2020, proteger e evitar a extinção de espécies ameaçadas.Gráfico do IndicadorAnálise do IndicadorO gráfico demonstra que a tendência do indicador é de aumento. Considerando a meta do Brasil de que, até 2020, 100% das espécies ameaçadas de extinção estejam sob algum instrumento de conservação, a tendência desejada é de que aumente ainda mais o número de instrumentos para recuperação e conservação nos próximos anos.MetadadosFolha Metodológica Ficha Síntese Banco de Dados
Quinta, 24 Agosto 2017 10:05
Área de Florestas Públicas
Área de Florestas Públicas Entidade ResponsávelServiço Florestal Brasileiro - SFBDescriçãoEste indicador descreve o quantitativo do território Brasileiro de terras públicas com floresta. As florestas públicas são destinadas para garantir o acesso seguro aos bens derivados das florestas à população, bem como assegurar a garantia de ambiente saudável para as futuras gerações. Florestas públicas são florestas, naturais ou plantadas, localizadas nos diversos biomas brasileiros, em bens sob o domínio da União, dos Estados, dos Municípios ou do Distrito Federal. O Cadastro Nacional de Florestas Públicas (CNFP) agrega informações das florestas públicas em formato georreferenciado com informações sobre o tipo de uso, órgão gestor e dominialidade.RelevânciaAcompanhamento da situação dos reservatórios do Brasil em termos de armazenamento de água para subsidiar o processo de gestão dos recursos hídricos.Unidade de Medida Hectare (ha). Periodicidade de Atualização do Indicador Anual Fonte de Dadoshttp://geo.florestal.gov.br/ftp/ http://mapas.mma.gov.br/i3geo/datadownload.htmhttp://http://www.funai.gov.br/index.php/servicos/geoprocessamentohttp://acervofundiario.incra.gov.br/i3geo/interface/incra.html ftp://geoftp.ibge.gov.br/ Fonte URLhttp://www.florestal.gov.br/cadastro-nacional-de-florestas-publicas Objetivo/Meta ODS Relacionados ODS 15. Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade. Meta 15.1. Até 2020, assegurar a conservação, recuperação e uso sustentável de ecossistemas terrestres e de água doce interiores e seus serviços, em especial, florestas, zonas úmidas, montanhas e terras áridas, em conformidade com as obrigações decorrentes dos acordos internacionais.Gráfico do IndicadorAnálise do IndicadorDesde o início da série histórica até o ano de 2010 ocorreu um grande aumento na quantidade de Florestas Públicas, em decorrência da identificação das terras publicas pelo Programa Terra Legal e efetiva destinação destas terras. A partir de então não ocorreram aumentos significativos na área total com tendência de estabilização, isto se deve ao amadurecimento no processo de identificação das terras públicas e posterior destinação. MetadadosFolha Metodológica Ficha Síntese Banco de Dados
Quinta, 24 Agosto 2017 10:04
Número de Ações de Fiscalização Executadas nas Unidades de Conservação Federais
Indicador Número de Ações de Fiscalização Executadas nas Unidades de Conservação FederaisEntidade ResponsávelInstituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade – ICMBioDescriçãoO indicador visa mensurar a quantidade de ações de fiscalização executadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio, demonstrando o esforço da instituição para a conservação da biodiversidade nas unidades de conservação - UC federais sob gestão direta.RelevânciaO indicador é relevante ao registrar os esforços para a gestão na contenção dos ilícitos cometidos contra a biodiversidade e os recursos naturais inseridos nas unidades de conservação federais e seu entorno.Unidade de MedidaNúmero.Periodicidade de Atualização do IndicadorAnual.Fonte de DadosRelatórios de Gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e Relatório do PLANAF – Planejamento Anual de Fiscalização.Fonte URLhttp://www.icmbio.gov.br/acessoainformacao/relatorios-de-gestao.htmlObjetivo/Meta ODS RelacionadosODS 15. Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade.Meta 15.5 - tomar medidas urgentes e significativas para reduzir a degradação de habitat naturais, estancar a perda de biodiversidade e, até 2020, proteger e evitar a extinção de espécies ameaçadas.Gráfico do IndicadorAnálise do IndicadorO Gráfico demonstra um leve incremento nas ações de fiscalização, mesmo considerando a estabilidade nas ações planejadas, que decorre de uma calibração ao planejamento das ações implantadas pelo Planejamento Anual de Fiscalização – PLANAF.MetadadosFolha Metodológica Ficha Síntese Banco de Dados
Quinta, 24 Agosto 2017 10:01
Proporção da Área Marinha Brasileira Coberta por Unidades de Conservação da Natureza
IndicadorProporção da Área Marinha Brasileira Coberta por Unidades de Conservação da Natureza O14_M14.5_I01Entidade ResponsávelSecretaria de Biodiversidade - SBioDescriçãoPercentual da área marinha brasileira coberta por Unidades de Conservação constantes no Cadastro Nacional de Unidades de Conservação.RelevânciaConsiderando que a Meta ODS é conservar pelo menos 10% das zonas costeiras e marinhas, o melhor instrumento para esta proteção são as Unidades de Conservação. Portanto, ao mensurar a porcentagem da área marinha coberta por Unidades de Conservação estamos aferindo exatamente se, e quanto, estamos cumprindo da Meta ODS. Uma das metas nacionais para a conservação da biodiversidade é ter 10% de áreas marinhas e costeiras protegidas até 2020, conforme estabelecido junto à Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB, Meta 11 de Aichi).Unidade de MedidaPercentagem (%).Periodicidade de Atualização do IndicadorAnual.Fonte de DadosDepartamento de Áreas Protegidas – DAP/SBio/MMA, com base em dados do CNUC.Fonte URLwww.mma.gov.br/areas-protegidas/cadastro-nacional-de-ucs/dados-consolidados Objetivo/Meta ODS RelacionadosODS 14: Conservar e usar sustentavelmente os oceanos, os mares e os recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.Meta 14.5: Até 2020, conservar pelo menos 10% das zonas costeiras e marinhas, de acordo com a legislação nacional e internacional, e com base na melhor informação científica disponívelGráfico do IndicadorAnálise do IndicadorA tendência do indicador considerando a série histórica de 2013 é de estabilização.MetadadosFolha Metodológica Folha Síntese Banco de Dados
Quinta, 24 Agosto 2017 09:59
Quantidade de Agrotóxico Comercializado por Classe de Periculosidade Ambiental
Indicador Quantidade de Agrotóxico Comercializado por Classe de Periculosidade Ambiental O12_M12.4_I03Entidade ResponsávelInstituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IbamaDescriçãoDescreve a quantidade anual comercializada de agrotóxicos por classe de periculosidade ambiental, em toneladas de ingrediente ativo (IA). Informa a quantidade anual comercializada de agrotóxicos no Brasil e nas cinco regiões brasileiras (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste, Sul).RelevânciaAtualmente o Brasil é o maior consumidor mundial de agrotóxicos, em valores absolutos, o que pode acarretar problemas de contaminação ambiental e para saúde humana, seja pela contaminação dos alimentos, seja pela exposição direta de trabalhadores aos produtos. Os agrotóxicos podem ser muito tóxicos, além de persistentes e móveis no solo, na água e no ar, tendendo a acumular-se no solo e na biota, e seus resíduos podem chegar às águas superficiais por escoamento, e às subterrâneas, por lixiviação. A avaliação do potencial de periculosidade ambiental é baseada nas características intrínsecas de cada produto bem como no seu comportamento e destino ambiental, além dos efeitos sobre organismos não-alvo. Quando o produto não apresenta características proibitivas à concessão de registro, a avaliação do potencial de periculosidade ambiental, fundamentada em um conjunto de estudos, dados e informações técnicas, resulta na classificação destes produtos em uma das seguintes quatro classes: Classe I – produto altamente perigoso ao meio ambiente; Classe II - produto muito perigoso ao meio ambiente; Classe III - produto perigoso ao meio ambiente; e Classe IV - produto pouco perigoso ao meio ambiente. Assim, as informações fornecidas neste Indicador são de grande importância ambiental por poderem expressar a evolução da quantidade comercializada de agrotóxicos, de forma a auxiliar nas tomadas de decisões regulatórias; na gestão de políticas públicas; no aumento da fiscalização em regiões de maior concentração de uso e na definição de prioridades no emprego de recursos para estudos e pesquisas, entre outras.Unidade de MedidaTonelada de ingrediente ativo (I.A.).Periodicidade de Atualização do IndicadorAnual.Fonte de DadosRelatórios semestrais auto declaratórios de empresas titulares de registro de produtos agrotóxicos e afins, em atendimento, ao Art. 41, do Decreto nº4.074/02. Objetivo/Meta ODS RelacionadosODS 12. Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.Meta 12.4: até 2020, alcançar o manejo ambientalmente adequado dos produtos químicos e de todos os resíduos, ao longo de todo o ciclo de vida destes, de acordo com os marcos internacionalmente acordados, e reduzir significativamente a liberação destes para o ar, água e solo, para minimizar seus impactos negativos sobre a saúde humana e o meio ambiente.Gráfico do IndicadorAnálise do IndicadorA séria histórica apresenta uma tendência de crescimento do consumo de agrotóxicos em todas as regiões brasileiras. Dessa forma aponta a necessidade de ações específicas para o controle do seu uso tendo em vista os riscos de contaminação ambiental e para a saúde humana. Quanto às classes de periculosidade ambiental, ao longo do período de 2009 a 2014, observa-se uma tendência de crescimento do consumo aparente de agrotóxicos das classes II e III maior que das demais, sendo que as classes I (a de maior periculosidade) e IV apresentam uma tendência de estabilidade ao longo do tempo. A classe I apresenta pouca participação no total e com tendência de decréscimo, passando de 1,6% em 2009 para 0,9% em 2014. Em termos percentuais, a participação de agrotóxicos da classe II teve o maior crescimento em relação ao total de produtos comercializados, passando de 23,6% em 2009 para 32,4% em 2014. A classe III, apesar do decréscimo em termo percentuais, partindo de 63,8% em 2009, ainda representa 60,5% do total 2014. Esse cenário também aponta para a necessidade de maiores estudos para adoção de políticas públicas com vistas ao controle e à diminuição do uso dos agrotóxicos, com ênfase nas classes de maior periculosidade (classes I e II), e de incentivos ao desenvolvimento, oferta e consumo de agrotóxicos de menor periculosidade.Fonte URLhttp://ibama.gov.br/agrotoxicos/relatorios-de-comercializacao-de-agrotoxicosMetadadosFolha Metodológica Ficha Síntese Banco de Dados
Quinta, 24 Agosto 2017 09:58
Percentual de Alcance da Meta Estabelecida de Coleta de Óleos Lubrificantes Usados ou Contaminados (OLUC) no Brasil
IndicadorPercentual de Alcance da Meta estabelecida de Coleta de Óleos Lubrificantes Usados ou Contaminados (OLUC) no Brasil O12_M12.4_I01Entidade ResponsávelInstituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IbamaDescriçãoO indicador demonstra o percentual de alcance da meta de coleta de óleos lubrificantes usados ou contaminados, estabelecida pela Resolução CONAMA nº 362/2005.RelevânciaEsse indicador é importante para gestão dos possíveis impactos sobre a saúde humana e o meio ambiente decorrente da disposição inadequada de resíduos perigosos. Também dá suporte à tomada de decisão para implementação e aperfeiçoamento da Política Nacional de Resíduos Sólidos.Unidade de MedidaPercentagem.Periodicidade de Atualização do IndicadorAnual.Fonte de DadosRelatório de coleta de óleo lubrificante usado ou contaminado do MMA.Fonte URLhttp://mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-perigosos/logistica-reversa/sistemas-implantados http://www.anp.gov.br/wwwanp/publicacoes/boletins-anp/3551-boletim-de-lubrificantes Objetivo/Meta ODS RelacionadosODS 12. Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.Meta 12.4: até 2020, alcançar o manejo ambientalmente adequado dos produtos químicos e de todos os resíduos, ao longo de todo o ciclo de vida destes, de acordo com os marcos internacionalmente acordados, e reduzir significativamente a liberação destes para o ar, água e solo, para minimizar seus impactos negativos sobre a saúde humana e o meio ambiente.Gráfico do IndicadorMetadadosFolha Metodológica Folha Síntese Banco de Dados
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