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Quinta, 19 Setembro 2013 14:46
Política ambiental é tema no Curso Superior de Política e Estratégia
Migração para as áreas urbanas será um dos problemas a serem enfrentados nas próximas décadasRAFAELA RIBEIROO secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ney Maranhão, destacou a importância da política ambiental brasileira durante palestra, nesta quinta-feira (19/09), em Brasília, para alunos da Escola Superior de Guerra (ESG). “É muito importante termos uma política ambiental para prevenirmos, anteciparmos e até evitarmos grandes desastres ambientais e situações de risco para a população”, salientou.Política Ambiental, Sustentabilidade e Desenvolvimento foi o tema da palestra do secretário, que representou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, no Curso Superior de Política e Estratégia da ESG. Maranhão ressaltou que o MMA trata com muita seriedade a questão ambiental urbana, levando em conta estudos que mostram que até 2030, mais de 50% da população mundial estarão vivendo nas cidades. “O Brasil hoje já tem 84,4% da sua população em área urbana, o que coloca a questão como um dos grandes problemas a serem enfrentados nas próximas décadas”, afirmou.COMMODITIESO secretário abordou outro ponto estratégico envolvido no tema - a distribuição irregular de água pelo planeta e seus reflexos na economia global. Lembrou que alguns países sofrem com escassez de água e encontram dificuldades até mesmo para a produção de alimentos. “Quando a seca é mais austera em determinadas regiões, as commodities mundiais de alimentos aumentam e países produtores que não tiveram problemas com a safra acabam conseguindo melhores preços”, explicou.
Quinta, 19 Setembro 2013 09:57
Ministra Izabella Teixeira dedica prêmio da ONU aos brasileiros
Redução do desmatamento na Amazônia e atuação internacional em defesa do meio ambiente foram os motivos da homenagemDA REDAÇÃOA ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, recebeu, na noite desta quarta-feira (18/09), o Prêmio Campeões da Terra 2013, principal homenagem na área ambiental oferecida pela Organização das Nações Unidas (ONU). Durante a cerimônia, que aconteceu no Museu Americano de História Natural, em Nova York, a ministra destacou o protagonismo do Brasil na agenda ambiental. "Dedico este prêmio a todos os brasileiros que lutam pela preservação do meio ambiente", afirmou.O prêmio é destinado a líderes de governo, da sociedade civil e do setor privado que se destacam na atuação pelo meio ambiente. Izabella foi premiada na categoria Liderança Política por, entre outras conquistas, ter desempenhado papel importante na redução do desmatamento na Amazônia e por sua atuação internacional em defesa do meio ambiente.A ministra declarou estar honrada com a premiação, destacando o fato de ser analista ambiental e funcionária de carreira do governo brasileiro. "Este é um prêmio que reconhece e determina que a gente faça mais porque a sociedade brasileira tem condições de alcançar o desenvolvimento sustentável mais rápido do que qualquer país no mundo, não só pelas riquezas ambientais que nós temos, mas também pela união do povo", acrescentou.Clique aqui e confira o vídeo da ministra Izabella Teixeira, gravado pelo PNUMA, sobre os avanços e desafios da política ambiental.
Quarta, 18 Setembro 2013 19:31
Brasil é referência em combustíveis de base biológica
Sucesso da indústria brasileira transforma o país em grande balcão de negóciosLUCIENE DE ASSIS A produção brasileira de combustíveis de base biológica está avançando na conquista de potenciais mercados internacionais. A evolução foi tema de seminário, terça e quarta-feira (18 e 19/09), no Grand Hyatt São Paulo, no evento “World bio markets Brazil - fuels, chemicals, products, energy, feedstocks”, que tratou da entrada dos biocombustíveis brasileiros nos mercados mundiais, incluindo produtos químicos, energia e matérias-primas. Convidada como oradora do encontro, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, foi representada pelo secretário de Biodiversidade e Florestas, Roberto Cavalcanti. Mais de 400 pessoas participaram desta terceira conferência sobre biocombustíveis. O sucesso da indústria brasileira de base biológica apresenta o Brasil como um grande balcão de negócios, atraindo investidores internacionais interessados em conhecer esse novo e promissor mercado.
Quarta, 18 Setembro 2013 17:26
Brasil mostra na Namíbia propostas para o combate à desertificação
Pragmatismo brasileiro foi citado como referência para o secretariado da UNCCD SOPHIA GEBRIM A estratégia brasileira de combate à desertificação foi apresentada na manhã desta quarta-feira (18/09), durante a 11ª Conferência das Partes (COP-11) da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), que acontece até o próximo dia 27 de setembro, na cidade de Windhoek, capital da Namíbia. No seminário “Estratégia Brasileira para Implantação das Ações de Combate à Desertificação e das Boas Práticas de Convivência Sustentável para o Combate à Desertificação”, que faz parte da programação paralela à conferência, o diretor do Departamento de Combate à Desertificação do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Francisco Campello, mostrou como um país federativo, com o maior semiárido do mundo e o mais populoso, vem definindo uma estratégia de implantação de forma efetiva e harmônica nos três níveis de governo. Pontualmente, Campello citou o que vem sendo feito em favor da agenda no Brasil, como as ações de comunicação para a formulação dos planos nacional, estaduais e municipais e o fortalecimento da Comissão Nacional de Combate à Desertificação (CNCD) e o marco legal para o tema, que é a Política Nacional de Combate à Desertificação, para assegurar a institucionalização das estratégias. Além disso, destacou as estratégias financeiras articuladas com os instrumentos de fomento e de crédito para apoiar o financiamento dos planos estaduais (por meio do Fundo Clima e Caixa Econômica Federal) e ações para o pacto de sustentabilidade da matriz energética e estudos para base técnica do Sistema de Alerta Precoce de Seca e Desertificação. MANEJO FLORESTAL “Também estamos trabalhando na promoção do manejo florestal integrado de uso múltiplo comunitário e a reestruturação da cooperação técnica com outros países, para fortalecer o papel do Brasil nas ações de capacitação, estudos estratégicos para a elaboração e qualificação dos planos e das ações de fomento e a superação da miséria”, disse Campello. Segundo ele, com a participação no Seminário paralelo à COP 11, foi possível reforçar a importância da implantação da UNCCD por meio de ações estruturantes e efetivas de campo e estabelecer estratégias para fortalecer a cooperação Sul – Sul no âmbito dos países lusofônicos (CPLP) e do Mercosul por meio de ações de formação, capacitação e intercâmbio de boas práticas. Ao término dos debates, o Brasil foi convidado a participar da Rede de Boas Práticas para o tema, a fim de exemplificar como o país trabalha a favor da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD). “O pragmatismo brasileiro foi citado como referência para o secretariado da UNCCD e o seminário foi muito elogiado, teve uma boa participação, com todos os membros da CPLP e possibilitou uma visão crítica sobre a implementação da UNCCD – sua efetiva implementação se dá por meio do fazer”, acrescentou. Participaram, ainda, representantes de países da CPLP e América Latina, além do diretor de Política da UNCCD. “A nossa mensagem é que o Brasil defende na COP a promoção das potencialidades dos espaços semiáridos, a manutenção do marco da convenção, a qualificação dos instrumentos financeiros, o foco do CST na qualificação das boas práticas”, salientou Campello. SAIBA MAIS A COP é uma instância de decisão de 194 países. No Brasil a Comissão Nacional de Combate à Desertificação (CNCD), órgão colegiado, deliberativo, criado por decreto presidencial, foi estabelecida em 1992 para acompanhar a implementação da UNCCD e articular meios para promover as ações de combate à desertificação no Brasil. A desertificação é definida, segundo a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, como a degradação da terra, nas zonas áridas, semiáridas e subúmidas secas, resultante de vários fatores e vetores, incluindo as variações climáticas e as atividades humanas. Assim, a desertificação é um processo induzido por práticas inadequadas de gestão dos recursos naturais, para o atendimento às demandas socioeconômicas da região. Diferente das secas, que são fenômenos naturais, a desertificação pode ser evitada, por meio de ações de convivência sustentável com a semiaridez.
Quarta, 18 Setembro 2013 14:38
Conferência do Pará debate resíduos sólidos na Amazônia
Penúltima reunião estadual traz o tema de resíduos sólidos aliado à realidade local TINNA OLIVEIRA Com o lema “Vamos cuidar da Amazônia e do Brasil” e voltada ao tema Pará e os resíduos sólidos, foi aberta, nesta quarta-feira (18/09), em Belém, a IV Conferência Estadual de Meio Ambiente. O presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Roberto Vizentin, representando o Ministério do Meio Ambiente, falou sobre o momento vivido pelo país, de debate e mobilização. “Só teremos a chance de enfrentar o desafio de dar um tratamento adequado aos resíduos sólidos com o envolvimento ativo de todas as partes”, afirmou. Com esta reunião, praticamente fechou-se o ciclo das etapas preparatórias para a Conferência Nacional de Meio Ambiente (CNMA), que será realizada em Brasília, de 24 a 27 de outubro – resta apenas a definição de São Paulo. O evento discutirá a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que se propõe a buscar alternativas para dar uma destinação correta para o lixo urbano. “A CNMA representa um espaço democrático para definir as ações a serem realizadas, para que, de fato, a PNRS se torne uma ação de inclusão social e transformação, melhorando a qualidade de vida nas cidades e nas zonas rurais”, acrescentou Vizentin. REALIDADE LOCAL Sobre as peculiaridades do Pará, Vizentin lembrou que o Estado tem características climáticas e geográficas específicas, como lençol freático que influencia na escolha do local para a construção do aterro sanitário, que deve ser construído em substituição aos lixões a céu aberto, onde ocorrerá o tratamento adequado aos resíduos que não podem ser reaproveitados. “A conferência, embora seja para discutir concretamente os problemas, desafios e soluções do tema dos resíduos sólidos, tem a ver também com o debate sobre desenvolvimento que nós queremos”, explicou o presidente do ICMBio. E propôs a reflexão de como o reaproveitamento do lixo pode ser transformado em riqueza, beneficiando os que ainda vivem numa situação de precariedade, em trodos os Estados. INCLUSÃO SOCIAL Os catadores de material reciclável também fazem parte do debate, já que a atuação deles está diretamente relacionada ao recolhimento e separação dos resíduos. A catadora Maria Fátima Pascoa Gomes Pinto, 85 anos, presente à abertura do evento, disse que a atividade garantiu seu sustento e da sua família, depois que ficou viúva e mudou-se para Belém. Débora Daiane, da Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis, situada no bairro da Terra Firme, em Belém, disse que a expectativa é que a conferência seja uma porta de entrada que vai dar viabilidade e visibilidade ao trabalho dela e de seus colegas. Ela atua tanto na coleta na rua, quanto na parte administrativa da cooperativa. A conferência está debatendo quatro eixos prioritários, dentre eles está a geração de emprego, trabalho e renda, que permite a inclusão social dos catadores na gestão integrada dos resíduos sólidos. Os outros eixos são: produção e consumo sustentável, impactos ambientais e educação ambiental.
Quarta, 18 Setembro 2013 12:23
AVISO DE PAUTA - Ministra Izabella Teixeira recebe hoje o Prêmio Campeões da Terra em Nova York
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, recebe, na noite desta quarta-feira (18/09), no Museu Americano de História Natural, em Nova York, o Prêmio Campeões da Terra 2013. A homenagem, oferecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), é destinada ao líderes de governo, da sociedade civil e do setor privado que se destacam na atuação pelo meio ambiente.A ministra será premiada na categoria Liderança Política por, entre outras conquistas, ter desempenhado papel importante na redução do desmatamento na Amazônia e por sua atuação internacional em defesa do meio ambiente.Antes da solenidade de premiação, a ministra Izabella Teixeira participa de uma coletiva de imprensa que acontecerá no local do evento, às 17h (horário de Nova York). Prêmio Campeões da TerraO Campeões da Terra, que foi lançado em 2005, é o principal prêmio ambiental da ONU. Até os dias de hoje, 59 indivíduos e organizações foram premiados por sua liderança, visão, inspiração e ação com o meio ambiente. Visite www.unep.org/champions para saber mais e consulte a programação: português - inglês. Serviço:Coletiva de ImprensaData: quarta-feira, 18 de setembro de 2013Horário: às 17h (18h horário de Brasília)Local: Museu Americano de História Natural, em Nova YorkSolenidade de PremiaçãoData: quarta-feira, 18 de setembro de 2013Horário: às 19h50 (20h50 horário de Brasília)Local: Museu Americano de História Natural, em Nova YorkPara mais informações:Assessoria de Comunicação do MMAEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
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- (61) 2028-1227Contato em Nova York:Nick Nuttall, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
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Terça, 17 Setembro 2013 17:31
Brasil, África do Sul, China e Índia divulgam resultado de reunião
Países torcem pelo êxito da Conferência do Clima de VarsóviaDA REDAÇÃOO documento final da 16ª Reunião Ministerial sobre Mudança do Clima do Grupo Basic – formado por Brasil, África do Sul, China e Índia – realizada em Foz do Iguaçu (PR), nos dias 15 e 16 de setembro, foi divulgado nesta terça-feira (17/09). Durante o encontro, as ministras do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, e da África do Sul, Edna Molewa, assinaram acordo de cooperação entre os dois países para promover iniciativas conjuntas de conservação ambiental e promoção do desenvolvimento sustentável. Também participou da reunião o secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA, Carlos Klink.Confira a íntegra do documento:“1. A 16ª Reunião Ministerial sobre Mudança do Clima foi realizada em Foz do Iguaçu, Brasil, nos dias 15 e 16 de dezembro de 2013. A reunião contou com a participação de Sua Excelência a Senhora Izabella Teixeira, Ministra de Meio Ambiente do Brasil; Sua Excelência o Senhor Eduardo dos Santos, Ministro Adjunto de Relações Exteriores do Brasil; Sua Excelência o Senhor Xie Zhenhua, Vice-Presidente da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China; Sua Excelência a Senhora Edna Molewa, Ministra de Águas e Assuntos Ambientais da África do Sul; Sua Excelência o Doutor V. Rajagopalan, Secretário do Ministro de Meio Ambiente e Florestas da Índia. Em conformidade com a abordagem “BASIC-plus”, Argentina, Fiji (Presidente do G-77 & China), Paraguai, Peru e Venezuela também estiveram representados na reunião.2. Os Ministros declararam seu pleno comprometimento com um resultado exitoso da Conferência do Clima de Varsóvia e empenharam seu apoio ao Governo da Polônia para a consecução de um resultado abrangente e equilibrado em Varsóvia, em um processo aberto e transparente, inclusivo e conduzido pelas Partes.3. Os Ministros reafirmaram que o processo e resultado da Plataforma de Durban para Ação Aprimorada (Durban Platform for Enhanced Action - ADP) deveriam ser orientados pelos princípios e dispositivos da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), e com eles concordar.4. Os Ministros ressaltaram a necessidade de uma abordagem equilibrada entre todos os pilares da Plataforma de Durban – mitigação, adaptação, financiamento, qualificação, desenvolvimento e transferência de tecnologia, transparência nas ações e apoio. Nesse sentido, enfatizaram que um resultado ambicioso da Plataforma de Durban dever se calcado não apenas em mitigação, mas deveria abordar também os outros pilares de maneira equilibrada e abrangente.5. Os Ministros comprometeram-se a contribuir com um resultado justo e eficiente do Grupo de Trabalho 1 da Plataforma de Durban. Consideraram que justiça e eficiência só podem ser atingidas ao se assegurar os princípios de igualdade e responsabilidades comuns, mas diferenciadas, e suas respectivas capacidades, como consolidado no Artigo 3.1 da Convenção. Nesse contexto, enfatizaram a necessidade de comprometimento de todos os países, e uma ação aprimorada em todos os pilares da Plataforma de Durban. Os Ministros relembraram que a responsabilidade pela mudança do clima, como contemplada pela Convenção, é de todos os países, diferenciada de acordo com sua contribuição histórica ao problema urgente que agora enfrentamos, levando-se em conta as circunstâncias, capacidades, populações e necessidades de desenvolvimento nacionais, no contexto do acesso equitativo e desenvolvimento sustentável.6. Os Ministros concordaram que as negociações da Plataforma de Durban deveriam se concentrar nos dispositivos a serem incluídos em um protocolo, outro instrumento legal ou resultado acordado com força de lei dentro da Convenção. Os Ministros consideraram que tais dispositivos deveriam estar em plena observância com os princípios e estrutura da Convenção.7. Os Ministros consideraram que é importante para a Conferência do Clima de Varsóvia incentivar as Partes a realizar consultas e preparativos domésticos no contexto das negociações da Plataforma de Durban.8. Os Ministros consideraram que uma ambição maior por parte dos países do Anexo-I não deve se limitar à adoção ou reconhecimento de quaisquer abordagens baseadas em mercado.9. Em relação ao Grupo de Trabalho 2 da Plataforma de Durban, os Ministros reforçaram que a lacuna nas ambições pré-2020 deve ser tratada principalmente por meio da implementação do segundo período de compromissos do Protocolo de Kyoto e do resultado do Plano de Ação de Bali. Os Ministros reiteraram sua preocupação com a inadequação dos compromissos atuais de países desenvolvidos em termos de redução das emissões e oferta de apoio financeiro e tecnológico. Os Ministros observaram que garantir maior apoio financeiro, tecnológico, e de qualificação para ações de mitigação e adaptação por parte dos países desenvolvidos para as Partes de fora do Anexo I é essencial para aumentar a capacidade de curto prazo dos países em desenvolvimento de contribuir com a luta global contra a mudança do clima. 10. Os Ministros apelaram pela rápida ratificação das emendas do Protocolo de Kyoto que estabelecem o segundo período de compromissos, enfatizando a importância de se revisar e aumentar a ambição dos Objetivos Quantificados de Limitação e Redução das Emissões (QELROs) em 2014, além de aumentar a ambição de compromissos análogos dentro do mesmo prazo pelas Partes do Anexo I que não estiverem participando desse período.11. Os Ministros reiteraram a necessidade da plena implementação de decisões prévias da COP/CMP, inclusive por meio da abordagem da lacuna de financiamento pré -2020 e da definição de um caminho claro para a consecução do objetivo de financiar US$ 100 bilhões por ano até 2020. Os Ministros também enfatizaram a importância de uma operacionalização e capitalização precoce e substantiva do Fundo Verde do Clima.12. Os Ministros ressaltaram a questão crítica da oferta de apoio adequado e previsível, por parte dos países desenvolvidos, à implementação das atividades de REDD-plus (parágrafos 70 e 71, decisão 1/ CP. 16), incluindo uma coordenação melhor do apoio financeiro. Eles apelaram a todas as Partes da UNFCCC que cheguem a um acordo durante a COP-19 sobre os pagamentos com base em resultados aos países em desenvolvimento que estão implementando atividades de REDD-plus, incluindo a conservação e aumento dos estoques de carbono. Os Ministros enfatizaram a necessidade imperiosa de que o REDD-plus garanta integridade ambiental, e nesse sentido, salientaram que os pagamentos com base em resultados não devem ser usados para compensar os compromissos com mitigação dos países do Anexo I.13. Os Ministros reafirmaram a importância do multilateralismo, ciência e equidade na abordagem da mudança do clima de acordo com os princípios e dispositivos da Convenção, e expressaram sua preocupação com medidas que tentem contornar o princípio de responsabilidades comuns, mas diferenciadas e suas respectivas capacidades. Nesse sentido, eles reiteraram que a discussão sobre Medidas com Base nos Mercados, da Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO), incluindo medidas tomadas em jurisdições nacionais, devem ser totalmente compatíveis com os princípios consolidados na UNFCCC e seu Protocolo de Kyoto, e devem se calcar em acordo mútuo e participação voluntária. Os Ministros ainda reiteraram sua forte oposição a quaisquer medidas unilaterais na área da aviação civil, bem como quaisquer intenções semelhantes em outros setores.14. Os Ministros concordaram que os hidrofluorcarbonetos (HFC) devem ser tratados fóruns multilaterais relevantes, orientados pelos princípios e dispositivos da UNFCCC e seu Protocolo de Kyoto. A disponibilidade de alternativas seguras e tecnica e economicamente viáveis e a oferta de recursos financeiros adicionais por parte de países desenvolvidos também deve ser levada em consideração.15. Os Ministros reafirmaram o compromisso dos países do BASIC à unidade do G-77 e China e manifestaram seu apoio ao fortalecimento das posições de países em desenvolvimento nas negociações da UNFCCC por meio do G-77 e China.16. Os Ministros acolheram a oferta da China para sediar a 17a Reunião Ministerial do BASIC no quarto trimestre de 2013.”
Terça, 17 Setembro 2013 15:41
Site “Coleciona” volta para oferecer apoio aos educadores ambientais
"Educação Ambiental e Agricultura Familiar" é o tema da Oficina Estadual do AcreRAFAELA RIBEIROO Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançará, nesta quarta-feira (18/09), durante Oficina Estadual do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (PEAAF), em Brasiléia, no Acre, o website Coleciona - Fichário d@ EducadorAmbiental, que volta a ser acessado em apoio ao trabalho de milhares de pessoas que atuam na área em todo o Brasil. É uma iniciativa do Departamento de Educação Ambiental, da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental (SAIC). Com quatro anos de vida e um período inativo, o site chega a sua 13a edição com cara nova, corpo remodelado e novas possibilidades.O lançamento acontecerá na oficina porque, nesta edição, o Coleciona aborda o tema "Educação Ambiental e Agricultura Familiar", com foco nos dilemas e iniciativas dos setores agrário e rural brasileiro. Por meio dessa iniciativa, busca a reflexão e o posicionamento crítico e participativo que possam motivar o intercâmbio e a discussão sobre as experiências do saber técnico, acadêmico e popular acerca da educação ambiental e seu papel transformador na sociedade.FAZER PENSAR“Esta é mais uma iniciativa do MMA que procura contribuir com educadoras e educadores de todo o país, disponibilizando textos para se pensar e fazer educação ambiental. Se a sociobiodiversidade e a democracia são valores essenciais para um Brasil mais justo e sustentável, a educação ambiental é meio e mensagem relevante nesse avanço rumo às mudanças necessárias”, explicou o diretor do Departamento de Educação Ambiental do MMA, Nilo Diniz.O Coleciona pretende ser um fichário prático com textos que trazem reflexão e auxiliem na Educação Ambiental. É um veículo de comunicação e educação. Traz textos atualizados e é organizado em seções, possibilitando, assim, a formação de um banco de informações sobre esta temática, aberto a consulta e uso público.Como a acessibilidade da internet é maior, e é importante incentivar o menor consumo de papel, o Coleciona foi transformado em portal, sítio ou página eletrônica. A opção de impressão permanece porque os textos estão oferecidos no formato PDF. Mas a intenção também é tornar esse fichário mais dinâmico, com vídeos, spots, imagens, links. Acesse coleciona.mma.gov.br e confira textos, entrevistas, links, vídeos, fotos e publicações.As oficinas estaduais têm o papel de trazer para este debate os diferentes atores (instituições e representações da sociedade civil e públicas), com a finalidade de iniciar o processo de construção de um Plano Político Pedagógico (PPP) para o PEAAF no Estado, no intuito de implantar um processo permanente de ações educativas alinhadas com este programa ao PEAAF e com interface com as nas diferentes políticas, programas e ações de cunho socioambiental para o meio rural existentes no Estado.
Terça, 17 Setembro 2013 15:13
Ministra do Meio Ambiente recebe premiação da ONU em Nova York
Redução do desmatamento na Amazônia e atuação internacional foram aspectos decisivos DA REDAÇÃO A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, recebe, nesta quarta-feira (18/09), no Museu Americano de História Natural, em Nova York, o Prêmio Campeões da Terra 2013. A homenagem, oferecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), é destinada a líderes de governo, da sociedade civil e do setor privado que se destacam na atuação pelo meio ambiente. A ministra, uma das vencedoras de edição 2013, será premiada na categoria Liderança Política por, entre outras conquistas, ter desempenhado papel importante na redução do desmatamento na Amazônia e por sua atuação internacional em defesa do meio ambiente.Ao ser comunicada sobre o prêmio, a ministra declarou estar honrada e surpresa com a indicação, destacando o fato de ser analista ambiental e funcionária de carreira do governo brasileiro. “Este é um prêmio que reconhece e determina que a gente faça mais”, disse. “Um prêmio que chama a atenção de que o Brasil é uma sociedade que tem condições de alcançar o desenvolvimento sustentável mais rápido do que qualquer país no mundo, não só pelas características ambientais que nós temos, mas também pelas características de um povo pacífico e de um país que todo mundo se junta. Temos condições de fazer essa transição numa velocidade mais rápida e com menos barreiras”. COMPROMISSOO subsecretário-geral da ONU e diretor executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner, parabenizou a ministra, afirmando que o compromisso dela com o meio ambiente tem sido foco de sua carreira. “A ministra Izabella Teixeira tem estado no centro de alguns dos assuntos mais debatidos e transformadores do momento, desde a Rio+20 [Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável] até a reforma da política florestal brasileira. Izabella tem feito uma abordagem baseada em princípios e pragmatismo e, ao mesmo tempo, construindo pontes para outras questões”, assinalou.A ministra foi convidada pela Secretaria-Geral da ONU a fazer parte, entre 2010 e 2012, do Painel de Alto Nível sobre Sustentabilidade Global, que apresentou uma nova visão sobre crescimento econômico e prosperidade. Após o Brasil ter sediado a Rio+20, em 2012, com destacada atuação na preparação da conferência e na articulação para o seu documento final, foi nomeada para participar do Painel de Alto Nível do Secretariado Geral da ONU de Pessoas Eminentes para a Agenda de Desenvolvimento Pós-2015. O painel aconselha a organização na definição dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e no modelo de desenvolvimento para após 2015.O Campeões da Terra é organizado pela ONU desde 2005 e promovido pelo PNUMA. A lista de homenageados inclui o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, o ex-líder soviético Mikhail Gorbatchev, e o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Jacques Rogge, entre outros. Até hoje, 59 pessoas e organizações foram premiados por sua liderança, visão, inspiração e ação com o meio ambiente.Veja mais informações sobre o prêmio aqui.
Terça, 17 Setembro 2013 14:40
Brasil e Congo assinam convênio visando defender a biodiversidade
Cooperação permite troca de experiências no monitoramento de florestasCRISTINA ÁVILAOs Ministérios do Meio Ambiente do Brasil e da República Democrática do Congo assinaram, nesta terça-feira (17/09), em Brasília, acordo de cooperação para a conservação da biodiversidade e uso sustentável de florestas. A parceria será destinada à troca de experiências entre os dois países e contará de recursos do Fundo Amazônia, criado em 2008 com a finalidade de proteção do bioma. O acordo se destina à conservação ambiental e fortalecimento dos estoques de carbono, por meio de parcerias com Ministério das Relações Exteriores, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). O Congo se assemelha ao Brasil em relação às riquezas naturais.ALÉM FRONTEIRAS“O país tem uma agenda ambiental global que vai além de suas fronteiras”, comentou o ministro interino do Meio Ambiente do Brasil, Francisco Gaetani, ao apresentar o colega congolês, Bavon N´sa Mputu Elima. Citou a importância da experiência brasileira na redução do desmatamento da Amazônia, com ênfase para a tecnologia de monitoramento desenvolvida pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), por meio de satélites, que é hoje imprescindível para a contenção do desmatamento e proteção ambiental. Durante a assinatura do acordo, o ministro Bavon N´sa Mputu Elima ressaltou que o Congo, como o Brasil, é um dos maiores massivos de florestas tropicais do mundo, com diversidade abundante em flora, fauna e recursos hídricos. “Congo e Brasil coincidem ainda em sua posição internacional frente a luta global contra as mudanças climáticas”, acentuou. Gaetani explicou que o Fundo Amazônia é constituído por doadores internacionais, com a previsão da destinação de recursos para acordos externos como o que foi assinado hoje com o Congo. Acrescentou, ainda, que as cooperações do Brasil com países do Hemisfério Sul são políticas de governo desde a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e continuam entre as prioridades da presidenta Dilma Rousseff.