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Produção de Consumo Sustentáveis

Produção de Consumo Sustentáveis (35)

Estudo sobre o estado da arte em construções sustentáveis: Diagnóstico Análise Soluções Iniciativas Brasil Iniciativas Mundo Sistemas de Gestão Relatórios de sustentabilidade: Avaliação sobre Políticas Públicas Nacionais sobre Relatórios Corporativos de Sustentabilidade Grupo de Trabalho sobre Relatos Corporativos de Sustentabilidade  Relatório do 1º ciclo de implementação do plano de ação para produção e consumo sustentável (2011 - 2014): Versão Português         English version Compras públicas sustentáveis: Livro sobre Compras Públicas Sustentáveis & Grandes Eventos   Cadernos e Consumo Sustentável: Criança e Consumo Sustentável Consumir sem desperdício - Reciclagem Moradias Sustentáveis - Construções Sustentabilidade Aqui e Agora: Versão Português English version
Quinta, 20 Dezembro 2012 13:57

GT Sacolas Plásticas

Grupo de Trabalho Sacolas PlásticasInstituído pela Portaria MMA no. 404, de 13 de dezembro de 2012, o GT Sacolas Plásticas tem como objetivo estudar o consumo sustentável de sacolas plásticas e propor o disciplinamento normativo da matéria. São atribuições do GT Sacolas Plásticas:•    identificar as tecnologias disponíveis no Brasil e avaliar os seus reais impactos no meio ambiente, natural e urbano, levando em conta os diferentes cenários de uso das sacolas plásticas;•    analisar a possibilidade de criação de certificações para os diferentes tipos de sacolas plásticas descartáveis e reutilizáveis, com o intuito de orientar o consumidor;•    selecionar tópicos e conteúdos a serem abordados em campanhas de conscientização sobre os problemas advindos do uso e descarte inadequados de sacolas plásticas;•    discutir os padrões de consumo sustentável de sacolas plásticas descartáveis e o papel das sacolas reutilizáveis na política de redução preconizada pelo Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis; e•    identificar e avaliar instrumentos normativos, bem como propostas em tramitação, no Brasil e no mundo, com a finalidade de obter subsídios para o disciplinamento normativo objeto do GT Sacolas Plásticas.O GT Sacolas Plásticas será constituído por integrantes, titular e suplente, das seguintes Secretarias do Ministério do Meio Ambiente:•    Secretaria-Executiva;•    Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental;•    Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano; e•    Secretaria de Qualidade Ambiental e Mudanças Climáticas.O Ministério do Meio Ambiente convidará para também compor o GT Sacolas Plásticas:•    Secretaria Nacional do Consumidor-SENACON, do Ministério da Justiça;•    Instituto Nacional de Metrologia-INMETRO; e•    Instituições de defesa do consumidor da sociedade civil;•    Entidades sem fins lucrativos do terceiro setor que atuem no campo do consumo sustentável e da sustentabilidade;•    Instituições representativas do setor supermercadista;•    Instituições representativas do setor da reciclagem;•    Instituições representativas do setor de embalagens plásticas;•    Instituições representativas do setor de fornecedores de resina para a produção de sacolas plásticas; e•    Instituições representativas do setor acadêmico que atuem no desenvolvimento tecnológico ou em laudos científicos na cadeia dos plásticos.Os representantes dos órgãos e das entidades serão indicados formalmente por seus respectivos dirigentes e designados por ato da Ministra de Estado do Meio Ambiente.Caberá à Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente a Coordenação das atividades do GT Sacolas Plásticas e à Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental - SAIC a Secretaria Executiva.A atuação do GT Sacolas Plásticas consistirá em:•    Reuniões de trabalho para a promoção do diálogo entre as partes interessadas;•    Convite a instituições ou pessoas com atuação relevante no tema objeto da competência do GT Sacolas Plásticas; e•    Discussão e aprovação de propostas de ato normativo sobre a matéria.As reuniões a que se refere o inciso I constarão de calendário de atividades aprovado pelo próprio GT Sacolas Plásticas.O GT terá duração de 6 (seis) meses contados a partir de sua primeira reunião formal, a ser convocada por sua Coordenação, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período.Acompanhe aqui as datas das reuniões do GT e suas atas. Instituições que compõem o GT Sacolas Plásticas Nota Técnica MMA de criação do GT Sacolas PlásticasRelatório Final - GT Sacolas Plásticas
Sexta, 11 Maio 2012 17:04

Fotos da Exposição

    Fotos da Exposição   Vista geral da Exposição, na praça central do Pátio Brasil   Visita da Ministra Marina Silva à Exposição de Boas Práticas e Inovações em Embalagens     Stand do Wal-Mart: cobertores de PET reciclado   Stand Wal-Mart: ecobags, embalagens de papel de madeira certificada, produtos concentrados, bandejas de biopolímeros   Stand Coca-Cola: circuito de reciclagem de PET bottle-to-bottle   Stand Coca-Cola: reciclagem artesanal com latinhas de alumínio   Stand do Grupo Pão de Açúcar: ecobags e estação de reciclagem    Stand Transvoll: carrinho de compras Transvoll    Stand ABIVIDRO: embalagens reutilizáveis de vidro   Stand Biomater: sacolas de bioplástico   Stand O Boticário: recolhimento de embalagens de vidro   Stand Surya: embalagens de bioplástico e de papel de madeira certificada   Stand Novel: ecobags e ecocar Stand MMA Consumo Consciente de Embalagens    
Sexta, 11 Maio 2012 17:02

Inovações

A Exposição trouxe representantes da indústria do bioplásticos, mostrando seus produtos e explicando ao público como funciona esta nova tecnologia, e duas inovações para o acondicionamento de compras em supermercados.   Biomater A Biomater vem desenvolvendo uma série de produtos feitos de bioplástico: plásticos produzidos a partir de fontes renováveis como o amido de milho e de mandioca, podendo ou não ser biodegradáveis e compostáveis. Dentre os produtos a serem disponibilizados em breve pela Biomater estão a linha de itens para agricultura (tubetes, potes e filmes de solo), além de embalagens, sacos plásticos, sacolas, bandejas, e descartáveis como canudos, talheres e pratos de bioplástico, que poderão ser enviados para a compostagem juntamente com os resíduos orgânicos. Mais informações: www.biomater.com.br  Biocycle O Biocycle é um plástico feito a partir de fonte renovável - o açúcar da cana-de-açúcar - e é totalmente biodegradável, atendendo normas nacionais e internacionais de biodegradabilidade e compostagem. Biodegradável é todo o material que em contato com o meio ambiente e sob determinadas condições degrada e transforma-se nos elementos naturais que o compõem (água e gás carbônico), fechando assim o ciclo natural.  O Biocycle é a matéria-prima para a substituição de plásticos através de diversas técnicas. Suas principais aplicações são baseadas nas técnicas de injeção e termoformagem, podendo ser aplicada na produção de dezenas de artefatos, tais como descartáveis de uso rápido, tubetes para reflorestamento, canetas, cartões de crédito, peças automotivas.  Mais informações: www.biocycle.com.br        Sistema Transvoll O carrinho Transvoll significa transportador de volumes, é um carrinho de compras diferenciado com bandejas aramadas para a acomodação de caixas de papelão. As caixas de papelão são biodegradáveis e recicláveis, dando a possibilidade de separar a compra de maneira correta, evitando a contaminação cruzada dos alimentos.  As caixas vão direto para a esteira do check-out, para que o operador de caixa possa registrar e transferir as compras para uma outra caixa reserva, não havendo necessidade de acondicionamento em sacolas plásticas. As caixas organizam as compras no porta-malas e depois podem ser colocadas diretamente na despensa.  Os consumidores que usam o Sistema Transvoll poderão utilizar suas caixas de papelão para separar seus materiais recicláveis (lixo seco) e encaminhá-los para a reciclagem.  Mais informações: www.sistematransvoll.com.br           Ecocar Novel A Novel lançará em breve o Ecocar, uma versão diferenciada do carrinhos de compras, que traz acopladas cestas de plástico rígido que podem ser retiradas da estrutura metálica para o transporte das compras do supermercado para casa, sem a necessidade de uso de sacolas plásticas. Mais informações: www.novel.com.br  
Sexta, 11 Maio 2012 17:00

Boas Práticas

A Exposição convidou empresas que já implementaram ações que diminuem o impacto da produção e descarte das embalagens para mostrarem suas boas práticas.    Wal-Mart A rede de supermercados Wal-Mart trouxe inúmeras experiências: O lançamento do sabão em pó Ariel Concentrado - mais produto em embalagens menores; Cereais embalados em caixas de papelão feito a partir de madeira certificada pelo FSC; Bandejas de biopolímero expandido CBPak (que substituem as bandejas de isopor e podem ser compostadas); e Ecobags vendidas em suas lojas. O Wal-Mart trouxe também o circuito demonstrando a reciclagem do PET e transformação em fibras que podem ser utilizadas nas fabricação de cobertores. Mais informações: www.wal-martbrasil.com.br    Pão de Açúcar O Grupo Pão de Açúcar trouxe duas experiências-modelo para a Exposição.   Lançadas há seis anos, as Estações de Reciclagem Pão de Açúcar, em parceria com a Unilever, já estão presentes em 89 lojas Pão de Açúcar e tornaram-se referências por sua eficiência, sustentabilidade e responsabilidade sócio-ambiental com a coleta de embalagens pós-consumo. Desde 2001, já foram recolhidas 14.800 toneladas de plásticos, papéis, metais, alumínios e vidros, o que representa a impressionante média mensal de 322 toneladas.     O Pão de Açúcar, em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, oferece uma alternativa prática e ecologicamente correta para os consumidores embalarem suas compras: as sacolas retornáveis. Levando sua sacola retornável sempre que for às compras, o consumidor contribui com a redução do lixo gerado diariamente com sacolas descartáveis e, como consequência, com a diminuição da demanda pela produção de materiais plásticos.   Mais informações: www.grupopaodeacucar.com.br  Coca-Cola do Brasil A Coca-Cola trouxe para a Exposição o circuito bottle-to-bottle de reciclagem de garrafas PET, aprovada pela ANVISA em 2007, que pretende implementar no Brasil em breve. A tecnologia bottle-to-bottle permite 100% de reciclagem das garrafas PET, tranformando uma garrafa PET descartada em uma nova em curto período de tempo. A empresa prevê um aumento de 15% na reciclagem de PET no Brasil. Além da reciclagem industrial, a Coca-Cola trouxe também a reciclagem artesanal: o artesão Sérgio Luiz apresentou sua arte com latinhas de alumínio em vários momentos durante a Exposição, produzindo bijouterias, chaveiros e peças artísticas como motos e carros em miniatura. Mais informações: www.cocacolabrasil.com.br       Surya Cosméticos A Surya Cosméticos do Brasil é uma empresa que utiliza ativos da natureza em seus produtos, e não poderia ser menos preocupada então com suas embalagens. A Surya trouxe para a Exposição as caixas de sua linha de tintura de henna, todas feitas em papelão feito a partir de madeira certificada pelo FSC, e também a nova linha de tintura com potes feitos do bioplástico da Biomater. Mais informações: www.suryabrasil.com.br       O Boticário O Boticário lançou o Bioconsciência, um projeto que estimula a devolução das embalagens pós-consumo nas lojas da marca. Estes materiais são encaminhados para empresas recicladoras, que transformam as embalagens em matéria-prima para outros ciclos produtivos. O projeto ocorre, atualmente, nas cidades de Curitiba, Recife, Belo Horizonte e Campinas, e tem como prioridade ser um instrumento de educação ambiental e um canal para o consumidor exercer sua cidadania, evitando a degradação da natureza e o desperdício de recursos. Buscar soluções que permitam o desenvolvimento com o menor impacto ao meio ambiente é um compromisso constante do Boticário. Mais informações: www.oboticario.com.br           
Quarta, 09 Maio 2012 09:04

Rede América Latina e Caribe

A Rede de Informação em Produção e Consumo Sustentáveis para a América Latina e Caribe - RedPyCS foi criada em setembro de 2009 pelo PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), em apoio ao Conselho de Especialistas de Governo em Produção e Consumo Sustentáveis da América Latina e Caribe. Este Conselho, que é o órgão técnico assessor do Fórum de Ministros de Meio Ambiente daquela região, é formado por profissionais e técnicos dos governos que trabalham no tema em cada país. A Rede é um instrumento para facilitar a busca e o acesso à informação de temas vinculados ao consumo e à produção sustentáveis. Constitui-se num ambiente virtual que nasce com o objetivo de disseminar informações sobre PCS, viabilizando o intercâmbio de experiências, aproximando atores, fomentando a cooperação e constituição de parcerias, compartilhando desafios a serem enfrentados, publicitando resultados alcançados e disseminando soluções exitosas na busca de novos padrões de produção e consumo.
Quarta, 09 Maio 2012 09:02

Ações

  Ações no âmbito do PPCS devem idealmente incorporar a (e beneficiar-se da) influência recíproca que existe entre produção e consumo, levando em conta os limites físicos e biológicos que a natureza impõe e os valores éticos parte da cultura da sustentabilidade. Comporão o Plano Pactos Setoriais, Ações Governamentais, Iniciativas Voluntárias, Ações de Parceria, e Forças-Tarefa. Estes serão os instrumentos para implementação deste novo modelo de desenvolvimento que se propõe através do PPCS, abarcando ações públicas e privadas, individuais ou em parceria. Devem ser consideradas tanto ações que enfoquem o sistema produtivo em si, quanto as que enfoquem o sistema institucional-regulatório que o sustenta: infra-estrutura, tecnologia, instrumentos econômicos e regulatórios.Devem ser igualmente consideradas ações que tenham impacto no sistema cultural e educacional visando à mudança de comportamentos. Para fazer oficialmente parte do Plano, a ação/iniciativa deve observar os critérios de transparência que incluem relatórios anuais e metas monitoradas - por agente externo à empresa ou organização. As ações/iniciativas do PPCS devem ser inovadoras e inspiradoras, provocando, através da exemplaridade, mudanças nos padrões de produção e consumo no País. Devem apresentar um salto em direção à maior sustentabilidade de processos e produtos, no consumo e pós-consumo dos mesmos. Critérios para inclusão de ações e iniciativas no PPCS: Atender os objetivos de ao menos uma das seis prioridades do 1º ciclo do PPCS Ter impacto relevante na promoção da produção e consumo sustentáveis Ter metas estabelecidas para o período entre 2012-2014 Ser passível de monitoramento e verificação periodicamente Ter caráter inovador e gerar exemplaridade Promover mudanças de hábito Promover reduções significativas de impacto ambiental Para inclusão de ações governamentais, iniciativas voluntárias e pactos setoriais no PPCS, que será lançado em outubro de 2011, é necessário preencher os formulários disponíveis neste site. As iniciativas encaminhadas serão analisadas segundo os critérios acima. Serão aceitas indicações de ações e iniciativas até o dia 16 de setembro de 2011.    
Quarta, 09 Maio 2012 09:01

Processo de Marrakesh

Em 2002, na Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, quando se fez um balanço da Rio 92, foi aprovado o Plano de Johanesburgo, que propôs a elaboração de um conjunto de programas, com duração de dez anos (10 Years Framework Program), que apóiem e fortaleçam iniciativas regionais e nacionais para promoção de mudanças nos padrões de consumo e produção. O Processo de Marrakesh, assim chamado por ter resultado de importante reunião na cidade do Marrocos, teve início em 2003, como resposta àquele mandato. Foi concebido para dar aplicabilidade e expressão concreta ao conceito de Produção e Consumo Sustentáveis (PCS). Ele solicita e estimula que cada país membro das Nações Unidas, e participante do processo, desenvolva seu plano de ação, o qual será compartilhado com os demais países, em nível regional e mundial, gerando subsídios para a construção do "Global Framework for Action on SCP" (1). Sob a coordenação do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) e da UNDESA (Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas), o Processo conta também com a essencial participação de governos nacionais, agências de desenvolvimento, setor privado, sociedade civil e outros atores.      Fonte: http://www.unep.fr/scp/marrakech/pdf/FAQ-UNEP-marrakech-brochure FINAL.pdf A adesão ao Processo de Marrakesh cria a obrigação de desenvolver um programa de atividades que leve à elaboração de um Plano de Ação. Para ajudar nesta tarefa, o PNUMA e seus parceiros criaram o "10-Year Framework of Programmes on SCP - 10YFP", que incluiu manuais metodológicos, a criação de forças-tarefas e de grupos de trabalho que buscaram identificar as experiências mais avançadas de PCS nos países para poder disseminá-las. Os resultados deste primeiro marco de programa serão submetidos à Comissão de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da ONU em 2011. Nesta etapa inicial do Processo de Marrakesh, foram previstas quatro fases: Fonte: http://www.unep.fr/scp/marrakech/pdf/FAQ-UNEP-marrakech-brochure FINAL.pdf Para apoiar a implementação de programas e projetos-piloto em PCS foram criados os Grupos de Trabalho de Marrakesh (Task Forces) com a participação de especialistas de países desenvolvidos e em desenvolvimento. Estes Grupos são iniciativas voluntárias, coordenadas pelos governos que, em cooperação com outros países, se propõem a realizar um conjunto de atividades em nível nacional, ou regional, relatando avanços em relação aos objetivos traçados. Até o momento, foram formados sete Grupos de Trabalho (2). Fonte: http://www.unep.fr/scp/marrakech/pdf/FAQ-UNEP-marrakech-brochure FINAL.pdf Reuniões periódicas do Processo de Marrakesh têm sido realizadas em nível global (International Expert Meetings), nível regional (Regional Expert Meetings), como também em nível nacional (mesas-redondas, seminários), além dos encontros periódicos promovidos pelos Grupos de Trabalho. O Brasil aderiu ao Processo de Marrakesh em 2007. No ano seguinte, a Portaria nº 44 de 13 de fevereiro instituiu o Comitê Gestor Nacional de Produção e Consumo Sustentável, articulando vários ministérios e parceiros tanto do setor privado quanto da sociedade civil, com a finalidade de elaborar o Plano de Ação para a Produção e Consumo Sustentáveis. Apesar de haver certo grau de superposição entre essas fases, pode-se dizer que as atividades no Brasil hoje encontram-se predominantemente na fase 3, mas também com ações em andamento nas demais, especialmente nas fases 2 e 4 do Processo de Marrakesh. (1) Marco Global para Ação em PCS.(2) Grupos de Trabalho ou Forças-Tarefa: 1.Cooperação com a África (liderado pela Alemanha); 2.Produtos Sustentáveis (Reino Unido); 3.Estilos de Vida Sustentáveis (Suécia); 4.Compras Públicas Sustentáveis (Suíça); 5.Turismo Sustentável (França); 6.Edifícios e Construções Sustentáveis (Finlândia); 7.Educação para o Consumo Sustentável (Itália).  
Quarta, 09 Maio 2012 09:00

Forças-Tarefa

  Ações ainda em estágio de debate ou planejamento, dentro das prioridades do PPCS, que necessitam de um esforço concentrado para se concretizarem podem ser objeto de forças-tarefa. O objetivo das FTs é criar as condições para que essas iniciativas se desenvolvam no período de um ano de modo a se converter em ações concretas. Temas que necessitam de FTs incluem a rotulagem ambiental e a certificação, por exemplo.  
Quarta, 09 Maio 2012 08:58

Ações de Parceria

  São iniciativas conjuntas entre o setor público e o setor privado e/ou sociedade civil organizada, com recursos mistos (aportes públicos e privados) sob coordenação ou monitoramento também conjuntos. Embora guardem certa autonomia de execução ou desempenho em relação ao Governo, para fazer parte oficial do PPCS, estas ações devem conter mecanismos de monitoramento público – como relatórios anuais e outros cabíveis, de acordo com a característica da iniciativa.
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