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Quarta, 09 Maio 2012 08:55

Ações Governamentais

  Ações Governamentais são iniciativas desenvolvidas pelo governo nos temas de produção e consumo sustentáveis (PCS). Por PCS entende-se processos de produção, serviços e consumo que priorizam a eficiência na utilização de insumos e recursos, a redução de desperdício, a minimização de riscos à saúde e ao bem estar humanos, entre outras medidas de qualidade no gerenciamento dos recursos naturais e humanos, gerando com isso efeitos econômicos e sociais positivos, além de proteger o meio ambiente para todos. Governos são indutores de mudanças nos padrões de produção e consumo, seja no papel de formuladores de políticas, reguladores ou consumidores de grande escala. Assim, as ações de governo que contribuem para melhorar a eficiência dos sistemas produtivos e dos processos de gerenciamento de insumos têm grande impacto, por sua escala e alcance. Existem informações esparsas sobre iniciativas e ações pontuais que merecem detalhamento e comunicação ampla, de forma a contribuir para acelerar o desenvolvimento sustentável como política de governo. Para tanto, é importante obter dados quantitativos e qualitativos, como os investimentos, os atores envolvidos, as metas e os resultados obtidos com as iniciativas. O preenchimento do formulário abaixo será fundamental para que possamos sistematizar as informações relevantes e mapear a situação do governo na implementação de políticas e medidas no tema de produção e consumo sustentáveis, facilitando sua compreensão e comunicação à sociedade, desse modo cumprindo melhor o papel de liderança na transformação rumo à sustentabilidade.  
Quarta, 09 Maio 2012 08:55

Pactos Setoriais

Os Pactos Setoriais são efetuados entre associações representativas de diferentes cadeias do setor produtivo e o Ministério do Meio Ambiente, estabelecendo compromissos voluntários ou vinculantes entre o setor e a sociedade. Os pactos visam promover a produção e o consumo sustentáveis e o descarte correto de produtos ou serviços específicos - claramente significativos na redução, mitigação ou prevenção de impacto socioambiental já detectado. São compromissos construídos de maneira participativa e transparente, estabelecendo medidas práticas e metas, bem como seus instrumentos de monitoramento. Nesses pactos ou acordos, o governo é necessariamente parte integrante e constitutiva, participando ativamente do monitoramento.   Características de um Pacto Setorial: 1. Atender aos objetivos de ao menos uma das prioridades do PPCS, principalmente àquelas relativas ao 1º ciclo do PPCS; 2. Ter impacto relevante no setor na promoção da produção e consumo sustentáveis, 3. Permitir que os impactos sejam mensurados por meio de indicadores quantitativos e/ou qualitativos, a serem elencados pelo próprio setor 4. Ter metas estabelecidas para o período entre 2012 - 2014 5. Ser passível de monitoramento e verificação periodicamente 6. Ter caráter inovador e gerar exemplaridade 7. Promover mudanças de hábito 8. Promover reduções significativas de impacto ambiental
Quarta, 09 Maio 2012 08:52

Plano Nacional

    O Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS), lançado em 23 de novembro de 2011, é o documento "vertebrador" das ações de governo, do setor produtivo e da sociedade que direcionam o Brasil para padrões mais sustentáveis de produção e consumo. O Plano articula as principais políticas ambientais e de desenvolvimento do País, em especial as Políticas Nacionais de Mudança do Clima e de Resíduos Sólidos e o plano Brasil Maior, auxiliando no alcance de suas metas por meio de práticas produtivas sustentáveis e da adesão do consumidor a este movimento. O PPCS é um plano dinâmico, vivo, e que deve ser apropriado pela sociedade em geral. Sua implementação será progressiva, refletindo os avanços em outras políticas públicas e o amadurecimento da sociedade brasileira. A Economia Verde, segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), é o modelo que trará maior bem-estar e equidade social, enquanto reduz significativamente os riscos ambientais e a escassez de recursos naturais. O debate mundial sobre Economia Verde está refletido no Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis, que se torna um instrumento da transição para este novo modelo. Para orientar sua implementação, o PPCS contempla uma série de ações com enfoque participativo e de comunicação. Assim, todos têm a oportunidade de se engajar nesse processo como agentes de transformação, seja fortalecendo e conferindo escala às ações em curso, ou desenvolvendo novas iniciativas voltadas à produção mais limpa e o consumo sustentável. Utilizar lideranças como exemplo para estimular a replicação e ganho de escala que afete a cadeia produtiva como um todo também é parte da estratégia. Em seu primeiro ciclo, de 2011 a 2014, o PPCS teve seus esforços focados em seis áreas principais: Educação para o Consumo Sustentável Varejo e Consumo Sustentável Aumento da reciclagem Compras Públicas Sustentáveis Construções Sustentáveis Agenda Ambiental na Administração Pública – A3P A escolha destas áreas é estratégica para o alcance das metas, pois, articuladas, promovem um rápido avanço em direção à práticas mais sustentáveis de produção e consumo. Não significa que outras práticas não possam ser contempladas, basta que estejam estruturadas e prontas para um maior investimento. Dentro do Plano estão elencados Pactos Setoriais, Ações Governamentais, Iniciativas Voluntárias, Ações de Parceria, e Forças-Tarefa. Estes são os instrumentos para implementação deste novo modelo de desenvolvimento que se propõe através do PPCS, abarcando ações públicas e privadas, individuais ou em parceria. Veja também: Sumário Executivo Subsídios para Elaboração Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis no Brasil Relatório do Primeiro Ciclo de Implementação do Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis  
Quarta, 09 Maio 2012 08:49

Vamos tirar o planeta do sufoco

VAMOS TIRAR O PLANETA DO SUFOCO!     Depois de três anos de sensibilização do consumidor a respeito dos impactos ambientais negativos do consumo exagerado de sacolas plásticas, o Ministério do Meio Ambiente lança a segunda fase da campanha “Saco é um Saco”, agora falando sobre as alternativas reutilizáveis às sacolinhas. Em parceria com a ABRAS e a APAS – Associações Brasileira e Paulista de Supermercados – o MMA lança nacionalmente a campanha “Vamos tirar o planeta do sufoco”.A nova campanha fala da alternativa às sacolas descartáveis: as embalagens reutilizáveis. É reutilizável toda embalagem, recipiente, sacola, caixa, que possa ser utilizada várias vezes – é, portanto, feita de material durável. São sacolas de pano ou plástico resistente, caixas de papelão, engradados plásticos, carrinhos de feira, etc. “O Ministério entende que a sensibilização dos consumidores sobre a tragédia ambiental causada pelo excesso de sacolas plásticas e seu descarte incorreto, foi exitosa. O próximo passo é apresentar soluções para seu dia a dia”, coloca Samyra Crespo, Secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente. “Saem os descartáveis, entram os duráveis. O importante é reutilizar ao máximo, diminuindo a pressão por matéria-prima e a geração de resíduos”, completa.A campanha “Vamos tirar o planeta do sufoco”, iniciada em São Paulo, será levada aos demais estados do país, para mobilizar cidadãos e empresários locais. Mais de 100 municípios paulistas aderiram à campanha, o que abrange 75% da população do estado. O grande benefício da campanha é a preparação da comunidade para a redução da oferta de sacolas plásticas, seja por política interna das redes supermercadistas seja por legislação.FilmePara dar o pontapé inicial da campanha em nível nacional, foi produzido um filme de 30 segundos para veiculação nas TVs e mídias digitais, chamando a população a diminuir o uso de sacolas descartáveis durante as compras de Natal. O filme pode ser visto através do link: http://youtu.be/D112guXYTZ0.O filme lembra que Papai Noel sempre usou uma sacola reutilizável e que não importa o tamanho do presente para fazer o mesmo: presentinho ou presentão, sacola reutilizável na mão!
Quarta, 09 Maio 2012 08:47

Separe o Lixo e Acerte na Lata

Quarta, 09 Maio 2012 08:39

O papel de cada um

  Soluções   O papel de cada um   Consumidor A geração de lixo cresce no mesmo ritmo em que aumenta o consumo. Quanto mais mercadorias adquirimos, mais embalagens vêm junto, mais recursos naturais consumimos e mais lixo geramos. Hoje já sabemos que poderemos chegar, em um curto espaço de tempo, a um esgotamento dos recursos naturais e a níveis altíssimos de contaminação e geração de resíduos. O desafio impõe-se a todos: consumir de forma sustentável implica poupar os recursos naturais, conter o desperdício, diminuir a geração de resíduos, reutilizar e reciclar a maior quantidade possível de produtos e embalagens. Só assim conseguiremos harmonizar nossa relação com o planeta e não comprometer sua capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É papel do consumidor, de cada um de nós, no que diz respeito ao nosso consumo de embalagens: I. Reduzir o consumo desnecessário Recusar embalagens desnecessárias, incluindo as sacolas plásticas. Evitar produtos "superembalados". II. Procurar alternativas ambientalmente amigáveis Dar preferência a produtos com refis e produtos com embalagens que possam ser reutilizadas ou recicladas. Comprar apenas produtos que não tenham embalagens em excesso e que sejam recicláveis. Reduzir a quantidade de sacolas plásticas nas compras, utilizando sacola retornável ou caixas plásticas reutilizáveis para compras maiores. III. Demandar soluções e racionalização de embalagens Ligar para o Serviço de Atendimento ao Consumidor ou enviar um e-mail e demandar das empresas que fabricam as marcas que costumamos comprar a eliminação de embalagens desnecessárias, a oferta de embalagens retornáveis ou recicláveis, e a utilização de novas tecnologias como os bioplásticos e materiais reciclados. IV. Reutilizar o que for possível Escolher produtos com embalagens que possam ser reutilizadas: ao reutilizar embalagens, estaremos diminuindo a geração de resíduos. V. Separar o lixo e encaminhar para reciclagem A reciclagem é uma das alternativas de tratamento de resíduos sólidos mais vantajosa, tanto do ponto de vista ambiental como do social. Ela reduz o consumo de recursos naturais, poupa energia e água e ainda diminui o volume de lixo e a poluição. Além disso, quando há um sistema de coleta seletiva bem estruturado, a reciclagem pode ser uma atividade econômica rentável. Pode gerar emprego e renda para as famílias de catadores de materiais recicláveis, que devem ser os parceiros prioritários na coleta seletiva. Para atrair mais investimentos para o setor, é preciso uma união de esforços entre o governo, o segmento privado e a sociedade no sentido de desenvolver políticas adequadas. VI. Prestigiar empresas que ofereçam soluções sustentáveis em embalagens Empresas preocupadas com o meio ambiente merecem nosso prestígio: é através do sucesso do exemplo delas que outras procurarão se adaptar e passarão a oferecer aos consumidores alternativas ambientalmente amigáveis em embalagens. Além disso, quanto maior a demanda por produtos mais sustentáveis, menor tenderá a ser o preço que pagamos por eles. VII. Demandar do governo local a implementação de sistemas de coleta seletiva É competência de municípios e do Distrito Federal a gestão dos resíduos sólidos produzidos em seu território. Demandemos de nossas prefeituras a instalação de sistemas de coleta seletiva e compostagem.     Varejo Os varejistas podem contribuir para o consumo consciente de embalagens de diversas formas: I. Minimizar o uso de embalagens O varejista deve, sempre que possível, diminuir o uso de embalagens. Esta medida além de colaborar para a preservação do meio ambiente contribui para a redução das despesas. Portanto, sempre que for preparar alimentos para exposição (frios fatiados e produtos embalados em pequenas porções) pense em formas de reduzir a quantidade de embalagens. II. Oferecer alternativas de embalagens para o transporte das compras O varejo tem o importante papel de demonstrar aos consumidores que existem embalagens reutilizáveis e formas de transportar as compras que substituem as tradicionais sacolas plásticas. Ter diferentes tipos de embalagens (sacolas de papel ou de pano, caixas e outros) à disposição no checkout ou carrinhos adaptados pode levar o consumidor a mudar seus hábitos. Conheça outras opções de embalagem aqui. III. Incentivar o consumidor a adotar embalagens reutilizáveis Mudar hábitos não é fácil! As lojas podem ajudar seus consumidores a adotar novas formas de embalar suas compras com iniciativas muito simples e baratas, confira:   Oferecer caixas exclusivos para consumidores conscientes que levem suas próprias sacolas; Oferecer vantagens para os que reutilizam sacolas e embalagens; Realizar campanhas, na loja, que incentivem o uso de sacolas reutilizáveis; Cobrar pelo uso da sacola descartável; Empréstimo de sacolas. IV. Treinar os funcionários para empacotar e informar os consumidores como eles podem economizar recursos do planeta ao escolher as embalagens Os funcionários são importantes tanto para provocar mudanças na utilização de embalagens como para explicar aos consumidores a importância de suas escolhas na conservação do planeta. É fundamental treiná-los e incentivar que apliquem em suas casas ações como redução do uso de embalagens, coleta seletiva e redução do consumo de luz e água. V. Demandar aos fornecedores que utilizem as embalagens de maneira racional e eliminem os desperdícios Todos os varejistas, independente do tamanho, podem partilhar com seus fornecedores o desafio de eliminar os desperdícios. Essas questões podem ser discutidas em reuniões anuais ou, informalmente, no momento da compra ou entrega dos produtos.     Mercado / Indústria I. Estar atentos às demandas dos consumidores conscientes; II. Desenvolver alternativas (utilizar material reciclado e bioplásticos quando possível, oferecer produtos com refil e concentrados); III. Racionalizar suas embalagens, levando em conta critérios ambientais como a redução do consumo de recursos naturais, utilização de materiais reciclados, facilidade de transporte e reciclabilidade; IV. Incluir a análise de ciclo de vida no desenvolvimento de produtos e embalagens; V. Desenvolver programas de reciclagem de suas embalagens no pós-consumo.     Governo I. É competência dos municípios e Distrito Federal oferecer sistemas de coleta de resíduos sólidos - a coleta seletiva deve fazer parte deste plano; II. Aprovar e implementar a Política Nacional de Resíduos Sólidos, construída de maneira participativa com diversos setores da sociedade e que atualmente encontra-se para apreciação da Câmara dos Deputados.           Repensando o consumo - A escolha é sua!  Alternativas  Uso de materiais menos agressivos ao meio ambiente na fabricação das embalagens  Ecodesign  Racionalização de embalagens  Compostagem  Reciclagem  O papel de cada um  
Quarta, 09 Maio 2012 08:38

Reciclagem

  Soluções   Reciclagem A reciclagem é um conjunto de técnicas de reaproveitamento de materiais descartados, reintroduzindo-os no ciclo produtivo. É uma das alternativas de tratamento de resíduos sólidos (lixo) mais vantajosas, tanto do ponto de vista ambiental quanto do social: ela reduz o consumo de recursos naturais, poupa energia e água, diminui o volume de lixo e dá emprego a milhares de pessoas. É um processo industrial que começa em casa. A correta separação desses materiais em nossas casas e o encaminhamento para catadores ou empresas recicladoras permite que eles retornem para o processo produtivo e diminui o volume de lixo acumulado em aterros e lixões. É uma questão de hábito e de percepção: precisamos modificar nosso olhar sobre o que chamamos de "lixo". Cerca de 30% de todo o "lixo" é composto de materiais recicláveis como papel, vidro, plástico e latas, e todos esses materiais têm valor de mercado, pois são reaproveitados como matéria-prima no processo de fabricação de novos produtos. Para reciclar seus resíduos, o consumidor deve: 1 - Separar o material reciclável Embalagens de papelão, plástico, isopor, metal (aço, alumínio), embalagens longa-vida, vidro, etc; 2 - Lavar o material As embalagens que serão encaminhadas para a reciclagem devem ser limpas, pois resíduos podem contaminar o material, inviabilizando sua reciclagem. Apenas passar uma água nas embalagens, retirando o grosso dos resíduos, já é suficiente; 3 - Encaminhar o material para a coleta seletiva, cooperativas de catadores ou centrais de recebimento de recicláveis Se sua cidade não tiver coleta seletiva, procure saber onde estão as cooperativas de catadores ou centrais de recebimento de recicláveis - alguns supermercados e escolas disponibilizam contêineres e têm parcerias com cooperativas e empresas recicladoras, para as quais encaminham o material coletado. Demande de sua prefeitura a estruturação de um sistema de coleta seletiva.           E o que dá para reciclar e o que não é reciclável?   Papel Dá para reciclar: papéis de escritório, papelão, caixas em geral, jornais, revistas, livros, listas telefônicas, cadernos, papel cartão, cartolinas, embalagens longa-vida, listas telefônicas, livros Não é reciclável: carbono, celofane, papel vegetal, termofax, papéis encerados ou plastificados, papel higiênico, lenços de papel, guardanapos, fotografias, fitas ou etiquetas adesivas   Plástico Dá para reciclar: sacos, CDs, disquetes, embalagens de produtos de limpeza, PET (como garrafas de refrigerante), canos e tubos, plásticos em geral. Não é reciclável: plásticos termofixos (usados na indústria eletro-eletrônica e na produção de alguns computadores, telefones e eletrodomésticos), embalagens plásticas metalizadas (como as de salgadinhos), isopor.   Vidro Dá para reciclar: garrafas de bebida, frascos em geral, potes de produtos alimentícios, copos. Não é reciclável: espelhos, cristais, vidros de janelas, vidros de automóveis, lâmpadas, ampolas de medicamentos, cerâmicas, porcelanas, tubos de TV e de computadores.   Metal Dá para reciclar: latas de alumínio (refrigerante, cerveja, suco), latas de produtos alimentícios (óleo, leite em pó, conservas), tampas de garrafa, embalagens metálicas de congelados, folha-de-flandres. Não é reciclável: clips, grampos, esponjas de aço, tachinhas, pregos e canos. Onde deixar meus recicláveis? O CEMPRE montou o "Mapa da Reciclagem no Brasil" - um banco de dados onde reuniu cooperativas e empresas recicladoras em todo o país. Encontre a mais próxima de você: http://www.cempre.org.br/serv_pesquisa.php?codeps=fHx8fHx8fHwx             Repensando o consumo - A escolha é sua!  Alternativas  Uso de materiais menos agressivos ao meio ambiente na fabricação das embalagens  Ecodesign  Racionalização de embalagens  Compostagem  Reciclagem  O papel de cada um  
Quarta, 09 Maio 2012 08:37

Racionalização de embalagens

  Soluções   Racionalização de embalagens A racionalização é uma das ações mais completas para ganhos reais para o meio ambiente, pois disponibiliza ao consumidor exatamente o que ele necessita com menor consumo de matéria-prima e, possivelmente, menor emissão de gases do efeito estufa. A tecnologia nas indústrias está em constante evolução, buscando através das embalagens, novas concepções de formas, materiais mais leves e com reduções de medidas sem perder suas propriedades físico-mecânicas de eficácia em proteção e preservação. A logística tem uma grande participação nestes estudos, pois redimensionamentos causam grandes reduções de custos, otimizam volume de transportes e riscos de avaria. Passa transversalmente pela engenharia de embalagem, custos de produção e logística, contribuindo na economia de recursos naturais e descartando menos passivos ao ambiente. A racionalização das embalagens nada mais é que o somatório de diversos fatores a serem repensados como: super dimensionamentos; recipientes com excesso de proteção; diversidade de materiais que dificultam a reciclagem; excessivos recursos e pigmentos gráficos; entre outros. É importante neste processo idealizar a embalagem como item agregador de valor e segurança ao produto, e ainda permitir seu reuso ou minimizar o impacto em seu descarte. Um exemplo de sucesso deste pensamento racional de embalagem foi uma indústria alimentícia que produzia bombons finos de chocolates. Designers e engenheiros idealizaram uma embalagem comestível, que acondicionava e protegia os delicados bombons e ainda agregava valor ao seu produto. Esta idéia enalteceu a imagem da empresa com requisitos de sustentabilidade (pois seu produto não gerava resíduos) e ofereceu algo mais aos clientes (além do bombom, a embalagem também poderia ser comida).           Repensando o consumo - A escolha é sua!  Alternativas  Uso de materiais menos agressivos ao meio ambiente na fabricação das embalagens  Ecodesign  Racionalização de embalagens  Compostagem  Reciclagem  O papel de cada um
Quarta, 09 Maio 2012 08:34

Ecodesign

  Soluções   Ecodesign É todo o processo que contempla os aspectos ambientais onde o objetivo principal é projetar ambientes, desenvolver produtos e executar serviços que de alguma maneira irão reduzir o uso dos recursos não-renováveis ou ainda minimizar o impacto ambiental dos mesmos durante seu ciclo de vida. Isto significa reduzir a geração de resíduo e economizar custos de disposição final. Ecodesign é uma ferramenta de competitividade utilizada pelas empresas nas áreas de arquitetura, engenharia e design, tanto no mercado interno quanto externo, atendendo novos modelos de produção e consumo, contribuindo para o desenvolvimento sustentável através da substituição de produtos e processos por outros menos nocivos ao meio ambiente. Segundo Ezio Manzini, ecodesign é a "atividade que, ligando o tecnicamente possível com o ecologicamente necessário, faz nascer novas propostas que sejam social e culturalmente aceitáveis." Alguns princípios de ecodesign já estão sedo incorporados pela indústria, como: Escolha de materiais de baixo impacto ambiental: menos poluentes, não tóxicos, de produção sustentável ou reciclados, ou ainda que requeiram menos energia na fabricação; Eficiência energética: minimização do consumo de energia para os processos de fabricação; Qualidade e durabilidade: produtos mais duráveis e que funcionem melhor, a fim de gerar menos lixo; Modularidade: objetos com peças intercambiáveis, que possam ser trocadas em caso de defeito, evitando a troca de todo o produto, o que também gera menos lixo; Reutilização/Reaproveitamento: projetar produtos para sobreviver ao seu ciclo de vida, podendo ser reutilizados ou reaproveitados para outras funções após seu primeiro uso.         Repensando o consumo - A escolha é sua!  Alternativas  Uso de materiais menos agressivos ao meio ambiente na fabricação das embalagens  Ecodesign  Racionalização de embalagens  Compostagem  Reciclagem  O papel de cada um  
  Soluções   Uso de materiais menos agressivos ao meio ambiente na fabricação das embalagens Cada produto exige embalagens apropriadas para sua boa conservação e transporte (como é o caso de alimentos, que têm toda uma legislação específica para garantir que não haja contaminação pelo material utilizado na fabricação da embalagem). Contudo, várias podem ser as fontes de matérias-primas para a fabricação de embalagens, tendo crescido o número de tecnologias que permitem a utilização de material reciclado e uso de fontes renováveis em seu desenvolvimento. Embalagens inteligentes pensadas levando em conta o meio ambiente, têm a característica de serem feitas de materiais com menor impacto ambiental em sua produção ou descarte (biodegradáveis ou recicláveis). Além disso, é importante lembrar que quando se trata de embalagem, quanto mais simples ela for, melhor: embalagens que envolvem diversos materiais são mais difíceis de reciclar. Listamos alguns materiais ambientalmente interessantes que podem ser utilizados para o desenvolvimento das embalagens:     Bioplásticos (BIOPOLÍMEROS) Uma nova tecnologia - e que vem sendo desenvolvida no Brasil - é a dos biopolímeros (ou bioplásticos, como são popularmente conhecidos), produzidos a partir de fontes renováveis de matéria-prima. O chamado bioplástico é um material similar ao plástico convencional (cuja fonte é o petróleo) e que apresenta como principal vantagem o fato de ser feito a partir de fontes renováveis (biomassa) como a cana de açúcar, a mandioca, a batata ou o milho, o que garante que a maioria dos produtos produzidos a partir deles sejam biodegradáveis e compostáveis. Os biopolímeros se degradam em poucos meses, tendo os microorganismos (bactérias e fungos) como agentes dessa degradação, diferente dos plásticos convencionais que demoram centenas de anos para se decompor na natureza. Biodegradável é todo o material que em contato com o meio ambiente e sob determinadas condições, degrada e transforma-se nos elementos naturais que o compõe (água e gás carbônico), fechando assim o ciclo de vida natural. O gás carbônico liberado é recuperado durante o crescimento da biomassa que será usada na fabricação de novos produtos. Compostagem é a técnica que transforma os resíduos orgânicos (como restos de alimentos e jardinagem) em adubo. Os bioplásticos, por serem feitos de fontes orgânicas, podem ser misturados a outros resíduos orgânicos e encaminhados para a compostagem. Ser biodegradável ou compostável não significa ser descartável. As embalagens feitas de bioplásticos, como todas as outras embalagens, não devem ser jogadas fora de qualquer maneira. Elas devem ser destinadas para reciclagem ou para estações de compostagem através das coletas seletivas, permitindo que o ciclo se complete, sem gerar resíduos ou poluir o meio ambiente.     Vidro O vidro é a embalagem mais antiga conhecida pelo homem. Feito a partir de areia (sílica), barrilha e calcário, o vidro é 100% reciclável: 1kg de cacos de vidro, triturado e fundido, gera a exatamente 1kg de matéria-prima para fabricação de novos produtos. Além disso, o vidro pode ser reutilizado indefinidamente após sua primeira função, sendo necessário apenas que seja lavado com cuidado - os famosos copos de requeijão são um ótimo exemplo disso. No mercado de bebidas, 70% dos vasilhames de cerveja são de vidro retornável. É importante privilegiar empresas que têm responsabilidade ambiental na produção do vidro, de vez que sua fabricação envolve a retirada de areia e outros compostos da natureza e a sua fundição (os fornos devem ser alimentados por gás natural, nunca por carvão, e as chaminés devem estar equipadas com proteções que impeçam a emissão de poluentes). Há inúmeras iniciativas de recolhimento e reciclagem do vidro. Estabelecimentos comerciais, como bares e restaurantes, podem colaborar significativamente para o aumento no índice de reciclagem de vidro se separarem suas garrafas pós-consumo e as destinarem a recicladoras - contribuindo também para a diminuição do enorme mercado da pirataria que envolve as bebidas destiladas.     Material Reciclado Alguns produtos podem estar em contato com embalagens feitas de material reciclado (papel, papelão, plástico, vidro, etc) e é interessante que demandemos da indústria que aplique esta alternativa no desenvolvimento de suas embalagens. A reciclagem de materiais economiza matéria-prima, água e energia na fabricação de novas embalagens, além de ajudar a diminuir a quantidade de resíduos que chegam aos aterros e lixões ou são descartados incorretamente. Quando uma embalagem usada retorna ao ciclo produtivo e transforma-se em uma nova embalagem ou outro produto, todos ganham, especialmente o meio ambiente.             Repensando o consumo - A escolha é sua!  Alternativas  Uso de materiais menos agressivos ao meio ambiente na fabricação das embalagens  Ecodesign  Racionalização de embalagens  Compostagem  Reciclagem  O papel de cada um  
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